ASUS justifica alto custo do ROG XBOX Ally X20 com “oportunidade de uma vida” em console de 20 anos da ROG
A ASUS detalhou recentemente o projeto do ROG XBOX Ally X20, uma edição especial do console portátil que celebra os 20 anos da marca gamer ROG. A empresa descreveu o lançamento comemorativo como uma “oportunidade única”, prometendo aprimoramentos significativos em comparação com a versão padrão. No entanto, os interessados precisarão estar preparados para um investimento financeiro considerável para adquirir o dispositivo.
Em uma conversa com a Forbes, Gabriel Meng, diretor de produtos para games da ASUS ROG, compartilhou os motivos por trás da abordagem audaciosa da marca. Ele explicou a intenção de acelerar a introdução do produto no mercado.
“Surgiu o que eu chamaria de uma oportunidade de vida”, afirmou Meng. Ele completou que havia uma janela para “agarrar e trazer isso para o mercado de forma extremamente rápida e cedo”.
Apresentado oficialmente na Computex 2026, no início de junho, o ROG XBOX Ally X20 surge como uma versão aprimorada do ROG XBOX Ally X. A celebração do aniversário da ROG inclui uma estética transparente com detalhes dourados, uma tela OLED de maior dimensão, direcional digital ajustável e joysticks magnéticos TMR com maior durabilidade.
O novo portátil já conquistou avaliações favoráveis de veículos de mídia que tiveram acesso para testá-lo. Contudo, uma data de lançamento exata ainda não foi anunciada, embora Meng tenha sinalizado durante a entrevista que a chegada ao mercado está prevista para 2026.
O valor oficial do aparelho permanece em segredo, e as projeções de preço infelizmente não trazem otimismo para os consumidores. A crescente escassez de componentes, aliada aos custos elevados das memórias, é apontada como os principais fatores que impactarão o custo final do console. Estimativas sugerem que o preço do dispositivo superará facilmente a marca de US$ 1.000, o equivalente a aproximadamente R$ 5.135.
Meng foi explícito ao afirmar que a ASUS não terá como absorver esses custos adicionais. “Se esses componentes acabarem nos custando mais, infelizmente é algo que não poderá ser subsidiado pela empresa. Isso será repassado ao consumidor”, alertou o diretor à publicação Forbes.

















