Preço do iPhone 18 Pro pode subir até US$ 300, impulsionado por custos de componentes, diz análise
Novas projeções indicam que a próxima geração do iPhone Pro poderá ter um aumento significativo de preço, chegando a custar até US$ 300 a mais que seus antecessores. Essa elevação se deve principalmente à escalada nos custos de produção de componentes essenciais, como chips de memória e armazenamento. O cenário de aumentos já atinge outros produtos da Apple e sinaliza uma tendência para o mercado de eletrônicos de alto padrão.
Impacto dos custos de componentes no mercado de tecnologia
O setor de tecnologia global enfrenta uma pressão crescente devido ao encarecimento de matérias-primas e componentes eletrônicos. Recentemente, a Apple ajustou os preços de grande parte de seu catálogo, incluindo o HomePod, Apple TV, iPads, Macs e o Vision Pro. As elevações variaram de US$ 30 no HomePod mini a notáveis US$ 1.300 no Mac Studio de ponta, evidenciando que a empresa não está imune às flutuações do mercado.
O CEO da Apple, Tim Cook, já havia alertado o The Wall Street Journal sobre a “inevitabilidade” desses aumentos, citando os custos mais altos para a aquisição de chips de memória e armazenamento. Esses movimentos refletem uma realidade ampla da indústria, onde a complexidade da cadeia de suprimentos e a demanda por componentes avançados impulsionam os custos finais para o consumidor em diversos segmentos, não apenas na esfera dos produtos Apple.
Expectativas de preço para o iPhone 18 Pro e Pro Max
As estimativas de preço para o iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max são preocupantes para os consumidores. Antes mesmo dos recentes ajustes de preços da Apple, já se especulava que os modelos Pro da próxima geração poderiam ter valores iniciais mais altos. Agora, com a pressão adicional dos custos de componentes, os analistas preveem um salto ainda maior.
De acordo com uma análise da empresa de pesquisa TechInsights, divulgada pelo Wall Street Journal, os custos da memória DRAM e do armazenamento flash podem quadruplicar até o segundo semestre do ano. Isso impactaria diretamente o custo de materiais do iPhone 17 Pro, que passaria de aproximadamente US$ 582 para cerca de US$ 726, um aumento de 25%. Para manter as margens de lucro atuais, a Apple precisaria adicionar cerca de US$ 270 ao preço final do iPhone 18 Pro.
Um novo sistema de câmeras, projetado para o iPhone 18 Pro, também contribuirá significativamente para o aumento. O analista Ming-Chi Kuo sugere que esse componente pode custar até 50% mais caro em comparação com a geração anterior. Combinando esses fatores, o Wall Street Journal prevê que o preço inicial do iPhone 18 Pro poderia chegar a US$ 1.399 ou mais, representando um acréscimo de US$ 200 a US$ 300 em relação ao modelo atual, com o iPhone 18 Pro Max acompanhando a tendência com um custo adicional de US$ 100.
Novidades estéticas e funcionais aguardadas para o iPhone 18 Pro
Além das expectativas de preço, rumores circulam sobre as características de design e funcionalidade do vindouro iPhone 18 Pro. A construção do aparelho deve manter a estrutura em alumínio vista no iPhone 17 Pro, mas com a introdução de quatro novas opções de cores. Entre elas, destaca-se a cor “Cereja Escura”, um tom de vinho suave que promete ser a cor principal de lançamento.
Informações preliminares indicam que, ao contrário de anos anteriores, uma opção de cor totalmente preta provavelmente não será oferecida. Preocupações foram levantadas pelo informante Fixed Focus Digital, do Weibo, sobre a durabilidade das novas cores. Há um alerta de que elas podem ser suscetíveis aos mesmos problemas de lascamento e desgaste de superfície observados em cores como “Laranja Cósmica” e “Azul Escuro” em modelos anteriores, características que a Apple consideraria inerentes ao material, e não defeitos de fabricação.
O futuro da linha Apple: dobrável, smartwatches e AirPods inteligentes
A Apple está se preparando para uma série de lançamentos e inovações em seu portfólio de produtos nos próximos anos, além do iPhone principal. A expectativa é que setembro não traga apenas os novos modelos do iPhone 18 Pro e Pro Max, mas também a introdução do aguardado “iPhone Ultra”, o primeiro smartphone dobrável da empresa. Embora haja rumores de um possível atraso de, no máximo, um mês para o dobrável, fontes como Mark Gurman, da Bloomberg, mantêm a previsão de lançamento para setembro.
- Tela interna de 7,8 polegadas
- Tela externa de 5,5 polegadas
- Processador A20
- Modem C2
- Sistema de autenticação Touch ID (em vez de Face ID)
- Duas câmeras traseiras
- Preço inicial estimado em, no mínimo, US$ 2.000
No mesmo período, espera-se que a Apple apresente o Apple Watch Ultra 4 e o Apple Watch Series 12. Poucas informações detalhadas sobre os novos smartwatches foram reveladas, mas um chip mais rápido é quase certo, dado que os modelos anteriores, Series 11 e Ultra 3, mantiveram o processador S10. O watchOS 27 deverá trazer novos mostradores, incluindo uma variante do mostrador Modular Ultra.
Olhando para um horizonte mais distante, em 2027, a empresa de Cupertino planeja lançar AirPods com câmeras integradas. Estas câmeras não teriam a função de tirar fotos ou gravar vídeos. Em vez disso, seriam projetadas para coletar dados ambientais e enviá-los à Siri. A assistente de voz usaria essas informações para responder a perguntas sobre objetos no campo de visão do usuário, fornecer lembretes contextuais e aprimorar as instruções de navegação. Um indicador luminoso sinalizaria a ativação das câmeras para as pessoas próximas, garantindo privacidade e transparência. Inicialmente previsto para 2026, o lançamento dos AirPods inteligentes foi adiado, supostamente devido aos desafios da Apple com inteligência artificial e a necessidade de desenvolver modelos robustos de identificação de objetos.

















