CBF perde milhões em premiações da FIFA após eliminação precoce na Copa do MundoPor Jeronimo Santos
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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deixou de arrecadar uma quantia substancial devido à eliminação da Seleção Brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. Este resultado, considerado o pior desempenho da equipe desde 1990 no torneio, impactou diretamente as finanças da entidade. A Federação Internacional de Futebol (FIFA) distribui valores significativos aos participantes e a saída antecipada custou caro.
Com a performance abaixo do esperado, a CBF não conseguiu atingir o potencial máximo de faturamento. A entidade perdeu a oportunidade de embolsar até R$ 355 milhões, montante que poderia ser recebido em premiações diretas da FIFA caso a Seleção avançasse mais na competição.
Detalhes das premiações distribuídas pela FIFA na Copa do Mundo de 2026
Os valores oferecidos pela FIFA variam conforme a classificação final das seleções. Confira as quantias em dólares americanos e o equivalente em reais:
- Campeão: US$ 50 milhões (R$ 257.490.000,00)
- Vice-campeão: US$ 33 milhões (R$ 169.943.400,00)
- Terceiro colocado: US$ 29 milhões (R$ 149.344.200,00)
- Quarto colocado: US$ 27 milhões (R$ 139.044.600,00)
- Do 5º ao 8º colocado: US$ 19 milhões (R$ 97.846.200,00)
- Do 9º ao 16º colocado: US$ 15 milhões (R$ 77.247.000,00)
- Do 17º ao 32º colocado: US$ 11 milhões (R$ 56.647.800,00)
- Do 33º ao 48º colocado: US$ 9 milhões (R$ 46.348.200,00)
Assim, com o posicionamento do Brasil entre a nona e a 16ª colocação geral, a CBF garantiu 35 milhões de dólares, o que equivale a aproximadamente R$ 180,2 milhões em premiações. Este valor é consideravelmente menor do que o potencial máximo que a confederação poderia ter alcançado em um avanço maior na competição.
Além das premiações da FIFA, a eliminação precoce também acarreta outras perdas financeiras. Há uma projeção de prejuízo variável e ainda não quantificada que estaria ligada ao possível avanço do Brasil no torneio, afetando a atração de novos patrocinadores. No entanto, essas perdas não estão diretamente relacionadas aos valores pagos pela entidade máxima do futebol.







