CBF mantém Carlo Ancelotti e ignora multa milionária de R$ 6 milhões por rescisãoPor Thiago Lemos
3 min de leitura
![]() |
Mesmo com a eliminação da equipe nas oitavas de final da Copa do Mundo, em confronto contra a Noruega, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) mantém a convicção de que Carlo Ancelotti continuará no comando da Seleção Brasileira para o próximo ciclo mundial.
A entidade máxima do futebol brasileiro demonstra plena confiança na metodologia do técnico italiano, garantindo sua permanência para os desafios futuros. A percepção interna aponta para a necessidade de estabilidade e um projeto de longo prazo para o desenvolvimento da seleção nacional.

Detalhes sobre a cláusula de rescisão contratual de Ancelotti na Seleção Brasileira
Se houvesse uma eventual reconsideração da atual estratégia – algo que não está em pauta —, a Confederação Brasileira de Futebol precisaria desembolsar aproximadamente R$ 6 milhões para encerrar o vínculo com o técnico, cujo contrato se estende até o ano de 2030.
O forte apoio a Carlo Ancelotti é tão significativo que a cúpula da entidade nem sequer considera a possibilidade de acionar a cláusula de rescisão, reforçando a total certeza em sua permanência para o próximo ciclo da Copa do Mundo. Essa multa de R$ 6 milhões, embora expressiva, representa uma fração ínfima do investimento total no treinador, que anualmente recebe mais de R$ 55 milhões, demonstrando a solidez do compromisso da CBF com o projeto a longo prazo.
Internamente, a direção da Confederação Brasileira de Futebol aposta que a continuidade do trabalho do técnico italiano é essencial para colher resultados mais positivos e duradouros para a Seleção Brasileira, mirando o próximo Mundial.
Estratégia da CBF prioriza a estabilidade no comando técnico
A avaliação interna da CBF aponta que o ciclo anterior da Copa de 2026 foi impactado negativamente pelas frequentes alternâncias no comando técnico da equipe nacional.
É relevante mencionar que, antes da chegada de Ancelotti, a equipe teve Ramon Menezes como treinador interino e, posteriormente, Fernando Diniz assumiu a Seleção Brasileira por um período, conciliando a função com seu trabalho no Fluminense.
Uma das evidências da completa confiança da CBF no projeto de Ancelotti é o fato de que ele detém o posto de técnico com o maior salário global, com vencimentos anuais que ultrapassam os R$ 55 milhões.







