Jannik Sinner domina ranking ATP masculino de 2026; confira o top 10 e a colocação de João FonsecaPor Thiago Lemos
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O ranking atualizado da Associação de Tenistas Profissionais (ATP), divulgado em 25 de junho de 2026, solidifica a posição do italiano Jannik Sinner como o tenista número um do mundo. A lista mais recente reflete a performance dos atletas nas últimas temporadas, com Sinner acumulando uma vantagem considerável na pontuação geral. O espanhol Carlos Alcaraz segue na segunda posição, mostrando a força da nova geração no circuito profissional.
Os destaques do topo do ranking mundial de tênis
A liderança de Sinner se estabelece com 13.450 pontos, confirmando sua excelente fase aos 24 anos. Logo atrás, Carlos Alcaraz, de apenas 23 anos, mantém a segunda colocação com 9.460 pontos, reforçando a ascensão de jovens talentos no esporte. Em terceiro lugar, o alemão Alexander Zverev, com 29 anos, consolida sua posição no pódio, somando 7.190 pontos.

Nomes de peso no seleto grupo dos dez melhores
Entre os dez primeiros, figuram jogadores de diversas nacionalidades que vêm se destacando no cenário internacional. O canadense Felix Auger-Aliassime (25 anos) ocupa o quarto lugar, seguido pelo americano Ben Shelton (23 anos), que demonstra grande potencial e é um dos mais jovens no alto da lista. O australiano Alex de Minaur (27 anos) está na sexta posição.
O americano Taylor Fritz (28 anos) aparece em sétimo, enquanto o sérvio Novak Djokovic (39 anos), um dos maiores nomes da história, ocupa a oitavo lugar com 3.760 pontos, revelando sua resiliência e longevidade no esporte de alto nível. Completam o top 10 o russo Daniil Medvedev (30 anos) e o italiano Flavio Cobolli (24 anos), em nono e décimo, respectivamente.
A evolução de talentos e a presença brasileira na lista
O ranking de 2026 também ressalta o bom momento de atletas como o cazaque Alexander Bublik e o norueguês Casper Ruud, que estão logo abaixo do top 10, nas posições 11 e 12, respectivamente. A presença de jovens jogadores como Learner Tien (20 anos, 17º) e Jakub Mensik (20 anos, 18º) indica uma renovação contínua no esporte profissional.
Para o público brasileiro, a notícia da atualização traz destaque para a performance de João Fonseca. O jovem tenista, com apenas 19 anos, figura na 27ª posição do ranking mundial da ATP, acumulando 1.710 pontos. Sua ascensão na lista é um sinal promissor para o tênis nacional, colocando-o entre os nomes a serem observados nos próximos anos.
Veja a lista completa dos 150 tenistas mais bem ranqueados pela ATP
A seguir, confira a relação detalhada dos tenistas que compõem as 150 primeiras posições do ranking mundial masculino, com suas respectivas pontuações e idades, conforme a última atualização divulgada em 25 de junho de 2026.
- 1. (sem alteração) Jannik Sinner (Itália) – 13.450 – 24
- 2. (sem alteração) Carlos Alcaraz (Espanha) – 9.460 – 23
- 3. (sem alteração) Alexander Zverev (Alemanha) – 7.190 – 29
- 4. (sem alteração) Felix Auger-Aliassime (Canadá) – 4.390 – 25
- 5. (sem alteração) Ben Shelton (USA) – 4.160 – 23
- 6. (sem alteração) Alex de Minaur (Austrália) – 4.110 – 27
- 7. (sem alteração) Taylor Fritz (USA) – 3.765 – 28
- 8. (sem alteração) Novak Djokovic (República da Sérvia) – 3.760 – 39
- 9. (sem alteração) Daniil Medvedev (Rússia) – 3.580 – 30
- 10. (sem alteração) Flavio Cobolli (Itália) – 3.460 – 24
- 11. (sem alteração) Alexander Bublik (Cazaquistão) – 2.620 – 29
- 12. (sem alteração) Casper Ruud (Noruega) – 2.425 – 27
- 13. (sem alteração) Andrey Rublev (Rússia) – 2.420 – 28
- 14. (sem alteração) Jiri Lehecka (República Tcheca) – 2.360 – 24
- 15. (sem alteração) Lorenzo Musetti (Itália) – 2.325 – 24
- 16. (sem alteração) Luciano Darderi (Itália) – 2.300 – 24
- 17. (subiu 1) Learner Tien (USA) – 2.270 – 20
- 18. (subiu 1) Jakub Mensik (República Tcheca) – 2.255 – 20
- 19. (sem alteração) Frances Tiafoe (USA) – 2.180 – 28
- 20. (sem alteração) Valentin Vacherot (Mônaco) – 2.138 – 27
- 21. (sem alteração) Francisco Cerundolo (Argentina) – 2.110 – 27
- 22. (sem alteração) Karen Khachanov (Rússia) – 2.080 – 30
- 23. (subiu 2) Alejandro Davidovich Fokina (Espanha) – 2.060 – 27
- 24. (subiu 1) Arthur Fils (França) – 1.940 – 22
- 25. (subiu 1) Tommy Paul (USA) – 1.925 – 29
- 26. (sem alteração) Rafael Jodar (Espanha) – 1.839 – 19
- 27. (sem alteração) Joao Fonseca (Brasil) – 1.710 – 19
- 28. (sem alteração) Arthur Rinderknech (França) – 1.683 – 30
- 29. (sem alteração) Cameron Norrie (Grã-Bretanha) – 1.595 – 30
- 30. (sem alteração) Ugo Humbert (França) – 1.575 – 28
- 31. (sem alteração) Brandon Nakashima (USA) – 1.485 – 24
- 32. (sem alteração) Tomas Martin Etcheverry (Argentina) – 1.460 – 26
- 33. (sem alteração) Alejandro Tabilo (Chile) – 1.428 – 29
- 34. (sem alteração) Ignacio Buse (Peru) – 1.375 – 22
- 35. (sem alteração) Matteo Arnaldi (Itália) – 1.349 – 25
- 36. (subiu 1) Alexander Blockx (Bélgica) – 1.275 – 21
- 37. (subiu 11) Zizou Bergs (Bélgica) – 1.250 – 27
- 38. (sem alteração) Mariano Navone (Argentina) – 1.165 – 25
- 39. (subiu 3) Corentin Moutet (França) – 1.163 – 27
- 40. (sem alteração) Adrian Mannarino (França) – 1.139 – 38
- 41. (sem alteração) Denis Shapovalov (Canadá) – 1.130 – 27
- 42. (subiu 3) Juan Manuel Cerundolo (Argentina) – 1.108 – 24
- 43. (sem alteração) Raphael Collignon (Bélgica) – 1.091 – 24
- 44. (sem alteração) Jaume Munar (Espanha) – 1.075 – 29
- 45. (subiu 1) Kamil Majchrzak (Polônia) – 1.032 – 30
- 46. (subiu 4) Alex Michelsen (USA) – 1.025 – 21
- 47. (subiu 16) Ethan Quinn (USA) – 1.021 – 22
- 48. (subiu 5) Nuno Borges (Portugal) – 1.020 – 29
- 49. (subiu 2) Tomas Machac (República Tcheca) – 1.020 – 25
- 50. (subiu 1) Miomir Kecmanovic (República da Sérvia) – 1.020 – 26
- 51. (subiu 2) Matteo Berrettini (Itália) – 985 – 30
- 52. (subiu 2) Terence Atmane (França) – 982 – 24
- 53. (subiu 9) Fabian Marozsan (Hungria) – 970 – 26
- 54. (subiu 2) Botic Van De Zandschulp (Holanda) – 969 – 30
- 55. (subiu 1) Thiago Agustin Tirante (Argentina) – 961 – 25
- 56. (subiu 1) Yannick Hanfmann (Alemanha) – 949 – 34
- 57. (subiu 1) Sebastian Baez (Argentina) – 935 – 25
- 58. (subiu 19) Tallon Griekspoor (Holanda) – 935 – 30
- 59. (subiu 2) Camilo Ugo Carabelli (Argentina) – 930 – 27
- 60. (subiu 2) Martin Landaluce (Espanha) – 926 – 20
- 61. (subiu 2) Daniel Altmaier (Alemanha) – 924 – 27
- 62. (subiu 2) Marin Cilic (Croácia) – 911 – 37
- 63. (subiu 2) Sebastian Korda (USA) – 900 – 26
- 64. (subiu 4) Vit Kopriva (República Tcheca) – 893 – 29
- 65. (subiu 1) Roman Andres Burruchaga (Argentina) – 875 – 24
- 66. (subiu 3) Zachary Svajda (USA) – 855 – 23
- 67. (subiu 2) Mattia Bellucci (Itália) – 851 – 25
- 68. (subiu 4) Hamad Medjedovic (República da Sérvia) – 844 – 22
- 69. (subiu 3) Lorenzo Sonego (Itália) – 843 – 31
- 70. (sem alteração) Aleksandar Kovacevic (USA) – 837 – 27
- 71. (sem alteração) Pablo Carreno Busta (Espanha) – 834 – 34
- 72. (subiu 1) Adolfo Daniel Vallejo (Paraguai) – 828 – 22
- 73. (subiu 1) Jesper de Jong (Holanda) – 808 – 26
- 74. (subiu 3) Jan-Lennard Struff (Alemanha) – 804 – 36
- 75. (sem alteração) Valentin Royer (França) – 798 – 25
- 76. (sem alteração) Marton Fucsovics (Hungria) – 781 – 34
- 77. (subiu 2) Holger Rune (Dinamarca) – 760 – 23
- 78. (subiu 2) Arthur Cazaux (França) – 757 – 23
- 79. (subiu 1) James Duckworth (Austrália) – 748 – 34
- 80. (subiu 2) Luca Van Assche (França) – 735 – 22
- 81. (subiu 14) Jenson Brooksby (USA) – 720 – 25
- 82. (subiu 1) Rinky Hijikata (Austrália) – 717 – 25
- 83. (subiu 1) Giovanni Mpetshi Perricard (França) – 710 – 22
- 84. (subiu 1) Daniel Merida (Espanha) – 706 – 21
- 85. (subiu 7) Adam Walton (Austrália) – 704 – 27
- 86. (subiu 1) Emilio Nava (USA) – 704 – 24
- 87. (subiu 1) Stefanos Tsitsipas (Grécia) – 700 – 27
- 88. (subiu 3) Gabriel Diallo (Canadá) – 695 – 24
- 89. (subiu 8) Dino Prizmic (Croácia) – 691 – 20
- 90. (subiu 1) Sho Shimabukuro (Japão) – 691 – 28
- 91. (subiu 1) Francisco Comesana (Argentina) – 688 – 25
- 92. (subiu 6) Marcos Giron (USA) – 680 – 32
- 93. (sem alteração) Benjamin Bonzi (França) – 673 – 30
- 94. (sem alteração) Marco Trungelliti (Argentina) – 670 – 36
- 95. (subiu 6) Quentin Halys (França) – 666 – 29
- 96. (subiu 1) Hubert Hurkacz (Polônia) – 665 – 29
- 97. (subiu 1) Eliot Spizzirri (USA) – 662 – 24
- 98. (subiu 1) Jaime Faria (Portugal) – 660 – 22
- 99. (subiu 1) Aleksandr Shevchenko (Cazaquistão) – 658 – 25
- 100. (subiu 6) Jan Choinski (Grã-Bretanha) – 657 – 30
- 101. (subiu 1) Alex Molcan (Eslováquia) – 639 – 28
- 102. (subiu 3) Wu Yibing (China) – 634 – 26
- 103. (subiu 3) Alexei Popyrin (Austrália) – 630 – 26
- 104. (subiu 1) Aleksandar Vukic (Austrália) – 614 – 30
- 105. (subiu 1) Damir Dzumhur (Bósnia e Herzegovina) – 604 – 34
- 106. (subiu 1) Martin Damm (USA) – 603 – 22
- 107. (sem alteração) Bu Yunchaokete (China) – 598 – 24
- 108. (sem alteração) Chak Lam Coleman Wong (Hong Kong) – 584 – 22
- 109. (subiu 1) Stan Wawrinka (Suíça) – 563 – 41
- 110. (subiu 1) Sebastian Ofner (Áustria) – 557 – 30
- 111. (subiu 1) Nikoloz Basilashvili (Geórgia) – 554 – 34
- 112. (subiu 1) Dalibor Svrcina (República Tcheca) – 550 – 23
- 113. (subiu 1) Patrick Kypson (USA) – 548 – 26
- 114. (subiu 4) Arthur Fery (Grã-Bretanha) – 547 – 23
- 115. (subiu 6) Reilly Opelka (USA) – 546 – 28
- 116. (subiu 1) Titouan Droguet (França) – 534 – 25
- 117. (subiu 1) Leandro Riedi (Suíça) – 533 – 24
- 118. (subiu 1) Hugo Gaston (França) – 533 – 25
- 119. (sem alteração) Pablo Llamas Ruiz (Espanha) – 525 – 23
- 120. (sem alteração) Facundo Diaz Acosta (Argentina) – 525 – 25
- 121. (sem alteração) Nicolai Budkov Kjaer (Noruega) – 522 – 19
- 122. (sem alteração) Henrique Rocha (Portugal) – 519 – 22
- 123. (subiu 19) Toby Samuel (Grã-Bretanha) – 515 – 23
- 124. (subiu 1) Christopher O’Connell (Austrália) – 505 – 32
- 125. (subiu 1) Cristian Garin (Chile) – 504 – 30
- 126. (subiu 1) Alexandre Muller (França) – 494 – 29
- 127. (subiu 1) Dane Sweeny (Austrália) – 493 – 25
- 128. (sem alteração) Francesco Maestrelli (Itália) – 480 – 23
- 129. (sem alteração) Vilius Gaubas (Lituânia) – 474 – 21
- 130. (sem alteração) Stefano Travaglia (Itália) – 464 – 34
- 131. (subiu 29) Jack Draper (Grã-Bretanha) – 460 – 24
- 132. (subiu 5) Roman Safiullin (Rússia) – 458 – 28
- 133. (subiu 2) Andrea Pellegrino (Itália) – 457 – 29
- 134. (sem alteração) Pedro Martinez (Espanha) – 451 – 29
- 135. (subiu 2) Nishesh Basavareddy (USA) – 446 – 21
- 136. (subiu 4) Arthur Gea (França) – 445 – 21
- 137. (subiu 2) Tomas Barrios Vera (Chile) – 442 – 28
- 138. (subiu 7) Jack Pinnington Jones (Grã-Bretanha) – 434 – 23
- 139. (subiu 3) Kyrian Jacquet (França) – 433 – 25
- 140. (subiu 3) Otto Virtanen (Finlândia) – 432 – 25
- 141. (subiu 3) Gustavo Heide (Brasil) – 430 – 24
- 142. (subiu 3) Jurij Rodionov (Áustria) – 426 – 27
- 143. (subiu 2) August Holmgren (Dinamarca) – 423 – 28
- 144. (subiu 1) Michael Zheng (USA) – 410 – 22
- 145. (subiu 1) Mackenzie McDonald (USA) – 409 – 31
- 146. (subiu 18) Grigor Dimitrov (Bulgária) – 407 – 35
- 147. (subiu 2) Elmer Moller (Dinamarca) – 406 – 22
- 148. (subiu 2) Stefanos Sakellaridis (Grécia) – 404 – 21
- 149. (subiu 2) Tristan Schoolkate (Austrália) – 403 – 25
- 150. (subiu 2) Rei Sakamoto (Japão) – 403 – 20
A atualização do ranking da ATP serve como um termômetro do circuito profissional de tênis, destacando tanto a consolidação de novos líderes quanto a persistência de veteranos. Acompanhar essas posições oferece uma perspectiva clara sobre as tendências e os talentos que moldarão o futuro do esporte.







