Apesar de três chegadas, Cruzeiro busca mais um atacante e pode gastar até 10 milhões de eurosPor Thiago Lemos
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O Cruzeiro permanece ativo no mercado de transferências e, na data de 5 de agosto de 2026, continua a procurar por novos talentos para o ataque, mesmo após ter fechado com três jogadores para o setor. A persistência do clube em reforçar sua linha de frente demonstra a ambição da diretoria em montar um elenco altamente competitivo para os próximos desafios.
As informações indicam que a equipe mineira já garantiu a chegada de Lucho Rodríguez, Wesley e João Costa. Os três atletas foram contratados por empréstimo, mas o planejamento do time aponta para a busca de mais um nome.
A diretoria do clube de Minas Gerais estabeleceu um limite financeiro de 10 milhões de euros, o equivalente a 59 milhões de reais na cotação atual, para investir na contratação de um atacante com característica de atuar pelas laterais do campo.
O próximo jogador visado pelo time ainda não teve sua identidade revelada publicamente, e a definição final dependerá de um alinhamento entre o técnico Artur Jorge e a equipe diretiva do futebol. Contudo, a decisão final caberá à alta cúpula do Cruzeiro.
A necessidade de reforçar o setor ofensivo foi uma solicitação específica do treinador, motivada pelas recentes lesões de jogadores importantes como Sinisterra e Gabriel Pec. Esta busca por um atacante de lado visa preencher uma lacuna tática crucial para a equipe.
Entre os nomes já confirmados, o atacante uruguaio Lucho Rodríguez, de 23 anos, chega ao Cruzeiro através de um empréstimo junto ao Neom SC, clube da Arábia Saudita.
Wesley, com passagem anterior pelo Corinthians, também se juntou ao elenco cruzeirense por empréstimo, incluindo uma cláusula de opção de compra. O Al Nassr, igualmente da Arábia Saudita, será responsável por uma parcela do salário do jogador.
A lista de reforços inclui ainda o luso-brasileiro João Costa, que chega por empréstimo. Sua contratação foi finalizada após as negociações com o América do México por Brian Rodríguez não terem progredido.







