Santos enfrenta dificuldades financeiras e nega reforços solicitados por Cuca
A gestão do Santos compreendeu as preocupações expressas pelo técnico Cuca, mas é improvável que consiga atender às suas demandas. Com a ausência de novas fontes de receita no curto prazo, a equipe foca em uma estratégia de reorganização interna em vez de buscar jogadores no mercado. A situação do clube, que impede novas contratações, foi confirmada em 12 de agosto de 2026.
A agremiação conseguiu quitar os vencimentos CLT referentes a julho de seus atletas, porém, permanece em débito com dois meses de direitos de imagem.
O próximo pagamento está agendado para o dia 20, e a expectativa é que a diretoria consiga cobrir apenas uma parcela, o que resultará na manutenção da dívida de dois meses com os atletas.
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Dessa forma, o pedido de Cuca não será realizado neste período inicial, justamente no momento em que o Santos se encontra na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.

Onde o Santos precisa de atenção
Após a derrota por 2 a 0 para o Athletico na Vila Belmiro, o treinador expressou sua necessidade por pelo menos dois novos jogadores.
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“Se pudermos quebrar o transfer ban e nos fortalecer. Trazer dois ou três jogadores que deem mais corpo ao elenco, e precisamos disso. É um desabafo que faço. Gosto de trabalhar com os guris, mas neste momento não é o ideal”, disse o técnico.
Para conseguir novas aquisições, o Santos é obrigado a resolver a sanção aplicada pela FIFA devido a um débito de R$ 12 milhões com o Monaco, originado da transferência de Jean Lucas.
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Desafios financeiros impedem o fim do transfer ban
Reverter a punição imposta pela entidade máxima do futebol não está entre as prioridades atuais, mesmo com os esforços para atrair novos investimentos, uma das principais metas do clube em meio à sua frágil situação financeira. O balanço de 2025 revelou uma dívida total superior a R$ 1 bilhão, sendo R$ 470 milhões de curto prazo.
O setor de marketing da equipe está em busca de novos acordos de patrocínio para a camisa, que atualmente dispõe de até cinco espaços sem preenchimento.
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Empresas como Nissei, EQR e Pley by Ney, a marca de bebidas de Neymar, finalizaram seus vínculos em julho e não optaram pela renovação. A Álamo, por sua vez, tem contrato válido para mais dois jogos, com negociações em andamento para uma possível extensão. Já a parceria com a Corpx foi encerrada amigavelmente entre as partes.

















