Mercado de celulares no Brasil: ‘desconhecida’ assume liderança e Apple supera Samsung
Novos dados sobre a participação de mercado dos celulares no Brasil, divulgados em junho de 2026, revelam uma reviravolta sem precedentes no cenário competitivo. A Samsung, que tradicionalmente ocupava a posição de liderança, agora se encontra na terceira colocação do ranking, marcando uma mudança significativa.
O levantamento mais recente da StatCounter mostra que a Apple subiu para o segundo lugar, enquanto uma categoria identificada como “Desconhecida” surpreendentemente alcançou o topo da lista. Essa designação engloba aparelhos cuja marca não pôde ser rastreada pela metodologia de coleta de dados da StatCounter, podendo incluir dispositivos com navegadores que ocultam informações, sistemas modificados ou uso corporativo, indicando uma complexidade maior na análise do mercado para identificar a origem de todos os aparelhos em uso.
Entenda a nova dinâmica do mercado brasileiro de celulares em junho
Os dados refletem uma alteração substancial no equilíbrio entre as principais fabricantes de smartphones. Embora Apple e Samsung estejam praticamente empatadas no topo entre as marcas identificáveis, empresas como Motorola e Xiaomi registraram uma diminuição em sua participação. Simultaneamente, o Google demonstra um crescimento discreto, mas constante, no período.
| Posição | Marca | Participação |
|—|—|—|
| 1º | Desconhecida | 29,77% |
| 2º | Apple | 21,03% |
| 3º | Samsung | 20,67% |
| 4º | Motorola | 12,05% |
| 5º | Xiaomi | 7,77% |
| 6º | Google | 7,02% |
| 7º | realme | 1,41% |
| 8º | LG | 0,65% |
| 9º | Infinix | 0,40% |
| 10º | Tecno | 0,13% |
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Após meses de aproximação com a Samsung, a Apple finalmente conquistou a liderança entre as marcas identificadas no Brasil. Com uma fatia de 21,03% dos aparelhos ativos, a empresa de Cupertino reforça a crescente popularidade do iPhone no país.
Este aumento é impulsionado tanto pelos modelos mais recentes quanto pela vasta base de iPhones antigos que continuam recebendo atualizações e permanecem em uso por muitos anos, mostrando que a retenção de clientes e a longevidade dos produtos são fatores chave para a manutenção da marca no topo do market share, independentemente das vendas de novos lançamentos.
Samsung reajusta sua participação, mas mantém presença sólida
A Samsung, que liderava o ranking em levantamentos anteriores, agora aparece logo abaixo da Apple, com 20,67% dos aparelhos ativos em junho. A pequena margem entre as duas sugere que a disputa pela liderança permanece acirrada no mercado brasileiro.
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Mesmo com esta leve retração, a fabricante sul-coreana continua a ser uma força dominante. O sucesso contínuo de suas linhas Galaxy A, Galaxy S e Galaxy M assegura uma forte presença em diversas faixas de preço, consolidando sua robustez no setor.
Maior queda entre as marcas identificadas é da Motorola
A Motorola foi a marca que apresentou o recuo mais notável nesta atualização de mercado. Anteriormente na vice-liderança, a empresa viu sua participação cair para 12,05% dos aparelhos ativos no Brasil.
Esta diminuição é considerável quando comparada aos relatórios passados, indicando uma perda de terreno para concorrentes como Apple e Samsung. Apesar disso, a Motorola ainda se destaca como uma das opções preferidas para consumidores que buscam smartphones intermediários e modelos com bom custo-benefício, especialmente com suas linhas Moto G e Edge.
Xiaomi registra queda e o Google avança no cenário nacional
A Xiaomi mantém sua posição entre as cinco maiores fabricantes no Brasil, porém sua participação no mercado voltou a diminuir, chegando a 7,77% dos aparelhos ativos em junho.
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Apesar de contar com uma base de fãs leal, a gigante chinesa parece enfrentar uma concorrência crescente, tanto de marcas estabelecidas quanto de novos players que vêm ganhando destaque entre os usuários brasileiros. No entanto, modelos das linhas Redmi, POCO e Xiaomi ainda são bastante procurados por aqueles que buscam especificações avançadas a preços mais acessíveis.
Crescimento notável da linha Pixel do Google entre os usuários
Um movimento interessante no ranking de mercado é o avanço do Google, que agora detém 7,02% dos aparelhos ativos no Brasil. Essa participação coloca a empresa muito próxima da Xiaomi, sugerindo a possibilidade de uma ultrapassagem nos próximos levantamentos.
A performance das principais marcas no mercado brasileiro de celulares ao longo dos últimos 12 meses mostra tendências dinâmicas, com fabricantes ajustando suas estratégias para capturar a atenção dos consumidores em um ambiente cada vez mais competitivo.

















