Corpo desmoronou: Djokovic chora e vomita em despedida precoce do US OpenPor Thiago Lemos
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Novak Djokovic demonstrou grande emoção e frustração no US Open, com lágrimas visíveis antes de sua derrota para o argentino Mariano Navone. A performance do tenista, recordista com 24 títulos de Grand Slams, indica um momento difícil em sua aclamada trajetória. Ele enfrentou Navone em uma partida intensa de cinco sets que durou 4 horas e 36 minutos, resultando em sua eliminação por 3 sets a 2. Após o jogo, o atleta sérvio optou por não participar da coletiva tradicional, mas concedeu um breve depoimento a um pequeno grupo de repórteres fora do vestiário, na cidade de Nova York, em 31 de agosto de 2026.
“Não consegui me divertir. Acho que ficou óbvio que foi uma sensação horrível para mim na quadra”, relatou o sérvio. Ele ainda acrescentou que enfrenta, em quase todas as partidas do ano, “vômitos, enjoo, um problema sério”. Djokovic descreveu a falha do seu corpo, com “cãibras e dor”, e mencionou que “as costas simplesmente cederam no final”, impedindo-o de concluir a partida.
A participação de Novak Djokovic no primeiro dia do US Open se revelou um grande desafio emocional e físico. Considerado a estrela da noite na quadra Arthur Ashe, o tenista não sofria uma eliminação na primeira rodada de um Grand Slam desde o Australian Open de 2006. Este resultado marca também sua saída mais antecipada em suas vinte atuações no torneio nova-iorquino, um dado que sublinha a raridade da sua derrota.
Ao longo do confronto, Djokovic apresentou mal-estar, vomitando em três ocasiões e sofrendo com cãibras e dores, principalmente nas regiões das costas e ombros, o que exigiu intervenção médica. No decorrer do quinto e decisivo set, o atleta sérvio não conteve as lágrimas ao constatar sua iminente eliminação precoce de um campeonato que já venceu quatro vezes.
“Estou tentando realmente entender o que está acontecendo e até onde consigo ir desse jeito”, complementou Novak Djokovic. Ele detalhou que o sofrimento começou “desde o quarto game da partida”, e que a experiência “realmente não foi nada agradável”. O tenista afirmou ter “praticamente desprezado cada momento” que passou em quadra devido aos seus problemas físicos.







