Caso Clei Bagattini: Polícia prende novos suspeitos e confirma crime encomendado em VilhenaPor Carolina Costa
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A Polícia Civil de Rondônia revelou, em coletiva de imprensa realizada em 2 de setembro de 2026, que o assassinato do dentista Clei Bagattini, de 50 anos, foi planejado por um grupo criminoso atuando como um “escritório do crime” na cidade de Vilhena. O caso ganhou novos desdobramentos com a prisão de quatro pessoas em 1º de setembro de 2026, mais de dois anos após o homicídio ocorrido em julho de 2024.
Detalhes da investigação e as novas prisões
Investigadores informaram que os envolvidos no crime não possuíam nenhuma relação anterior com Clei Bagattini. A polícia destacou que a organização criminosa, agora desarticulada, teve participação direta tanto no planejamento quanto na execução do homicídio.
Os nomes dos indivíduos recentemente detidos não foram divulgados à imprensa, mantendo o foco na continuidade das apurações. As prisões representam um avanço significativo na busca por justiça para o dentista.
A complexidade do inquérito policial e a busca por evidências
A investigação, considerada complexa pela Polícia Civil, chega à sua segunda fase de conclusão. O inquérito soma aproximadamente duas mil páginas, revelando encontros presenciais dos criminosos em áreas de mata para organizar o assassinato.
Após a ação, os suspeitos destruíram seus telefones celulares, numa tentativa de apagar rastros e provas. Tal estratégia criminosa evidenciou a premeditação e a articulação do grupo, exigindo um trabalho meticuloso e persistente por parte dos agentes para desvendar todos os detalhes.
Os envolvidos identificados até o momento
Até agora, sete pessoas foram identificadas como participantes no crime contra Clei Bagattini. A primeira fase da investigação já havia levado à identificação de:
- Raqueline Leme Machado
- Maicon Sega Araújo (namorado de Raqueline)
Ambos foram condenados pela Justiça em abril deste ano.
O terceiro indivíduo identificado na etapa inicial foi:
- Maicon da Silva Raimundo, apontado como o autor dos disparos. Ele, no entanto, não chegou a ser preso pelo crime, pois faleceu cinco meses após o homicídio durante um confronto com a polícia em Colniza, no Mato Grosso.
Próximos passos na busca por mais participantes
A Polícia Civil inicia agora a terceira e decisiva fase da investigação. O objetivo principal é localizar e identificar outras pessoas que possam ter tido envolvimento no assassinato do dentista. As autoridades estimam que ainda existam entre três e quatro indivíduos envolvidos na organização e execução do crime que precisam ser capturados para a completa elucidação do caso.







