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A legislação eleitoral confirmou que a escolha de concorrentes no pleito geral brasileiro autoriza o voto para presidente em escala nacional, enquanto os cargos de governador e parlamentares permanecem circunscritos à votação restrita aos limites de cada estado.

Durante a votação de 2026, o cidadão não precisa selecionar apenas representantes sediados na cidade em que reside. A liberação de voto depende do posto em disputa, permitindo sufragar nomes de qualquer município estadual ou de qualquer região do território brasileiro.

Os eleitores definem governador, senador, deputado federal e deputado estadual escolhendo postulantes que disputam dentro do próprio estado brasileiro, sem restrição ao município de residência.

A regra nacional é ampla. Para a chefia do Palácio do Planalto, o cidadão pode apoiar qualquer chapa inscrita no Brasil, sem impedimento territorial de domicílio eleitoral.

Um votante do Paraná tem permissão para apoiar um candidato a deputado federal em Curitiba ou Londrina, mas não pode sufragar concorrentes que representam Santa Catarina.

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Eleições – Foto MarciobnwsShutterstock.com

Critérios aplicados na escolha de prefeitos e vereadores

O cenário se transforma nas disputas locais, momento em que o sistema veta votos em postulantes de municípios vizinhos. Diferente do pleito federal, as eleições municipais aconteceram em 2024 e voltam a ocorrer em 2028.

A Justiça Eleitoral restringe a manifestação popular para prefeito, vice-prefeito e vereador estritamente à cidade onde o título do votante permanece cadastrado.

Um morador registrado em Curitiba só deposita voto em políticos registrados no colégio eleitoral curitibano. A legislação proíbe transferir essa opção para representantes que disputam a vaga executiva de Londrina.

Opção de voto em trânsito fora do domicílio eleitoral

O cidadão consegue votar em outra localidade caso registre o pedido de voto em trânsito dentro do calendário homologado pela Justiça Eleitoral.

Quem viaja para outro município da mesma unidade da federação durante o pleito geral preserva o direito de escolher presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual. Essa flexibilidade assegura o exercício do sufrágio dentro dos limites regionais de cada tribunal regional.

O viajante que desembarca em outro estado brasileiro vota unicamente para o cargo de presidente da República.

Beatriz Lima é colaboradora da redação do Mix Vale, portal de notícias com cobertura de Brasil e mundo. Produz conteúdo nas editorias de economia e benefícios, com foco em informação de serviço para o leitor brasileiro. Escreve para o portal desde 2024.

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