O planejamento da Federação Internacional de Futebol (Fifa) para as Copas do Mundo de 2030 e de 2034 entra em fase decisiva de execução e ajustes orçamentários no segundo semestre de 2026. Confirmadas pelo Congresso Extraordinário da entidade em dezembro de 2024, que reuniu as 211 federações filiadas sob a presidência de Gianni Infantino, as duas edições representam modelos opostos de organização esportiva. Enquanto o torneio de 2030 celebrará o centenário da competição reunindo seis países em três continentes — com Espanha, Portugal e Marrocos na sede principal e Argentina, Paraguai e Uruguai nos jogos comemorativos de abertura —, o campeonato de 2034 terá a Arábia Saudita como anfitriã única. Na quarta-feira (14) e na quinta-feira (15), porém, o projeto saudita passou a enfrentar uma reavaliação financeira conduzida pelo Fundo de Investimento Público (PIF), fundo soberano do país, que estuda reduzir de 15 para 10 o total de estádios previstos para o torneio.
A coordenação simultânea das duas competições movimenta dezenas de bilhões de dólares em obras civis, mobilidade urbana e rede hoteleira nas três regiões envolvidas. Na Europa e no norte da África, os governos locais executam cronogramas de reforma de arenas históricas e ampliação de malhas ferroviárias para receber 48 seleções em 104 partidas entre 8 de junho e 21 de julho de 2030. Na América do Sul, as federações adequam três palcos tradicionais para sediar as partidas inaugurais que resgatam a memória do torneio de 1930. A confirmação definitiva da tabela de cidades-sede e do estádio que receberá a final de 2030 está programada pela Fifa para dezembro de 2026.
No Oriente Médio, a preparação para 2034 começou amparada na proposta de erguer arenas futuristas do zero, tendo a cidade planejada de Neom como principal vitrine de engenharia e sustentabilidade. Contudo, a revisão de gastos em megaprojetos imobiliários no reino saudita levou os organizadores a prepararem um plano atualizado para submeter à Fifa, priorizando obras com prazos fixos nas grandes metrópoles, como Riade e Jidá, e colocando em espera o estádio suspenso planejado para o complexo linear de The Line, em Neom.
Divisão de 20 estádios na Europa e na África para a fase principal de 2030
O formato da 24ª edição da Copa do Mundo da Fifa distribui a competição principal entre a Península Ibérica e o norte do continente africano, marcando a primeira vez que o torneio cruza o Mar Mediterrâneo em uma candidatura conjunta. O dossiê aprovado pelas confederações estabeleceu 20 estádios principais divididos entre os três coanfitriões, somados aos três palcos sul-americanos da semana de abertura, totalizando 23 arenas envolvidas no projeto inicial.
A Espanha concentra a maior fatia da infraestrutura, com 11 estádios selecionados em seu território. Entre as principais estruturas espanholas estão o Santiago Bernabéu, em Madri, com capacidade para 83.186 torcedores, e o Camp Nou, em Barcelona, que passa por obras de modernização para alcançar 105 mil lugares. A lista do país inclui ainda o Estádio Metropolitano, também em Madri (68 mil a 70.692 lugares), o RCDE Stadium, na região de Barcelona (40 mil a 40.500 lugares), o San Mamés, em Bilbao (53.331 lugares), o La Cartuja, em Sevilha (70 mil lugares), o Nou Mestalla, em Valência (70.044 lugares), o Balaídos, em Vigo (44 mil lugares), o La Romareda, em Zaragoza (43.114 lugares), o Anoeta, em San Sebastián (40 mil lugares), e o Estádio de Gran Canaria, em Las Palmas (40 mil lugares).
Portugal participa da organização com três arenas já consolidadas no calendário europeu, localizadas nas duas maiores áreas metropolitanas do país. Na capital, Lisboa, os jogos serão divididos entre o Estádio da Luz, com capacidade para 70 mil espectadores, e o Estádio José Alvalade, para 52.095 pessoas. Na cidade do Porto, o palco escolhido é o Estádio do Dragão, que comporta 50.033 torcedores.
O Marrocos, que se torna o segundo país africano da história a receber a Copa do Mundo após a África do Sul em 2010, aporta seis estádios ao torneio. O projeto marroquino inclui a ampliação do Estádio Ibn Batouta, em Tânger, para 76 mil lugares, a reforma do Estádio de Fez para 55 mil lugares e o Estádio Príncipe Moulay Abdellah, em Rabat, com 68.700 lugares. O principal empreendimento do país, no entanto, é a construção do novo Estádio Hassan II, em Casablanca, projetado para receber 115 mil espectadores — estrutura que disputa diretamente com o Santiago Bernabéu e o Camp Nou o direito de sediar a final em 21 de julho de 2030.
Abertura do centenário na América do Sul uma semana antes do torneio
Para marcar os 100 anos da primeira edição da Copa do Mundo, realizada em 1930, a Fifa estruturou um calendário especial que começa na América do Sul antes da transferência definitiva das delegações para a Europa e a África. As seleções de Uruguai, Argentina e Paraguai — já classificadas automaticamente como anfitriãs ao lado de Espanha, Portugal e Marrocos — farão suas estreias diante de suas torcidas nos dias 8 e 9 de junho de 2030, cerca de uma semana antes do início da fase principal do outro lado do Oceano Atlântico, marcada para 13 de junho.
O ponto de partida simbólico será o Estádio Centenário, em Montevidéu, no Uruguai, exatamente o palco onde a seleção uruguaia derrotou a Argentina na decisão de 1930 para conquistar o primeiro título mundial da história. Na Argentina, a partida inaugural do país ocorrerá no Estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires. Já o Paraguai, que recebe jogos de uma Copa do Mundo pela primeira vez, concentrará sua participação inaugural no novo Estádio Osvaldo Domínguez Dibb, localizado na capital, Assunção.
A separação geográfica entre os três países sul-americanos e o bloco formado por Espanha, Portugal e Marrocos exigiu um desenho logístico específico da entidade máxima do futebol. A janela de quase uma semana entre os jogos comemorativos de 8 e 9 de junho e a abertura principal em 13 de junho foi definida justamente para absorver os voos transatlânticos e permitir a aclimatação das seis seleções que atuarão em Montevidéu, Buenos Aires e Assunção. As diretrizes operacionais e a divisão de investimentos entre os governos começaram a ser alinhadas em reuniões ministeriais realizadas em novembro de 2024, em Madri.
Cronograma de obras de mobilidade e modernização das arenas até 2029
A execução das obras para o torneio tricontinental segue prazos distintos em cada país, combinando intervenções em arenas esportivas e expansão de redes de transporte público. Na Espanha, os trabalhos de renovação do Santiago Bernabéu e do Camp Nou avançam com previsão de entrega total das estruturas modernizadas até 2027 e 2028, enquanto Portugal concentra recursos na atualização tecnológica de suas três arenas e na expansão do metrô de Lisboa.
Em território marroquino, o governo acelerou o ritmo dos canteiros de obras em Tânger, Casablanca, Rabat e Fez a partir de 2025. Além das arquibancadas, o plano diretor do Marrocos prevê a ampliação da malha ferroviária nacional para conectar as cidades-sede por trens de alta velocidade até 2029, complementada pelo reforço nas rotas de voos regionais entre Casablanca e Madri e conexões marítimas e aéreas no Estreito de Gibraltar.
No bloco sul-americano, as exigências técnicas da Fifa demandam intervenções de diferentes portes. Enquanto o Monumental de Núñez, em Buenos Aires, passa por adequações pontuais de hospitalidade e tecnologia e o Estádio Centenário, em Montevidéu, recebe melhorias estruturais que preservam sua arquitetura tombada, o Paraguai trabalha na construção integral do Estádio Osvaldo Domínguez Dibb, em Assunção, cujo cronograma aponta para a conclusão em 2028.
- Marrocos: ampliação e construção de seis estádios, incluindo o projeto do Hassan II para 115 mil pessoas em Casablanca e a reforma do Ibn Batouta para 76 mil em Tânger, além da expansão ferroviária até 2029.
- Espanha: modernização e obras em 11 arenas, com destaque para o Camp Nou (105 mil lugares) e o Santiago Bernabéu (83.186 lugares), com entregas escalonadas entre 2027 e 2028.
- Portugal: atualização de três estádios em Lisboa (Estádio da Luz e José Alvalade) e no Porto (Estádio do Dragão), acompanhada de melhorias no metrô da capital portuguesa.
- América do Sul: construção do novo Estádio Osvaldo Domínguez Dibb no Paraguai até 2028 e ajustes técnicos no Estádio Centenário (Uruguai) e no Monumental de Núñez (Argentina).
Tradição do futebol sul-americano e ascensão marroquina no torneio
A escolha de uma sede tripla aliada às partidas sul-americanas apoia-se tanto no peso histórico das nações envolvidas quanto no desempenho esportivo recente de suas seleções. A Espanha chegará ao torneio de 2030 na condição inédita de primeira seleção anfitriã a defender o título conquistado na edição imediatamente anterior, após ter vencido a Copa do Mundo de 2026. Ao lado de Portugal, o país ibérico conta com ligas nacionais consolidadas e fluxo turístico permanente.
Para o Marrocos, a coorganização coroa um ciclo de investimentos na formação de atletas e em centros de treinamento que levou a seleção marroquina às semifinais da Copa do Mundo de 2022, no Catar — melhor campanha de uma equipe africana na história do torneio. Nomes revelados por essa geração, como o lateral Achraf Hakimi e o meia-atacante Hakim Ziyech, tornaram-se referências em grandes clubes europeus e impulsionaram a popularidade do esporte no país.
Paralelamente ao calendário de jogos, os seis países desenham uma programação de eventos culturais para integrar os visitantes das diferentes regiões. O planejamento inclui festivais gastronômicos em Lisboa, mostras de arte e cultura árabe e berbere em Marrakech e exposições históricas em Montevidéu dedicadas aos 100 anos da final de 1930, buscando manter o fluxo de turistas mesmo nas cidades que receberão menos partidas.
Proposta da Arábia Saudita para 2034 e a revisão de estádios em outubro de 2026
Quatro anos após o modelo descentralizado de 2030, a 25ª edição da Copa do Mundo, em 2034, voltará a ter um único país como sede, fato que não ocorria desde o torneio do Catar em 2022. A Arábia Saudita teve sua candidatura aprovada sem concorrentes no Congresso Extraordinário da Fifa em dezembro de 2024, após a entidade restringir a disputa daquela edição às confederações da Ásia e da Oceania em razão do rodízio continental. No dossiê original que recebeu nota máxima na avaliação técnica da Fifa, o governo saudita apresentou um plano de 15 estádios distribuídos em cinco cidades: Riade (com oito arenas), Jidá (com quatro), Al Khobar, Abha e a cidade futurista de Neom (com uma arena cada).
Na quarta-feira (14) e na quinta-feira (15), entretanto, vieram a público informações de que o Fundo de Investimento Público (PIF) da Arábia Saudita prepara uma revisão formal para apresentar à Fifa, prevendo o corte de cinco novos estádios que faziam parte da proposta original. Com o ajuste orçamentário motivado pelo reordenamento de despesas em megaprojetos domésticos e pelo cenário geopolítico regional, o fundo soberano pretende concentrar esforços na construção de três novas arenas principais, em vez de oito ou onze erguidas do zero, o que deixaria o torneio com um total de 10 estádios — seis novos e quatro reformados, quatro dos quais já serão utilizados na Copa da Ásia de 2027.
Os cinco projetos de estádios que o PIF estuda retirar da lista da Copa de 2034 estão vinculados a empreendimentos imobiliários que sofreram desaceleração ou paralisação nos últimos meses. São eles: a arena de Neom, no noroeste do país; os estádios de King Abdullah Economic City e de Qiddiya Coast, ambos nos arredores de Jidá; e as arenas de Roshn e de New Murabba, planejadas para a capital, Riade. O corte assemelha-se ao movimento feito pelo Catar antes da Copa de 2022, quando o país vizinho reduziu seu plano inicial de 12 para 8 estádios.
Mesmo com a readequação, os principais cartões-postais da candidatura saudita em Riade seguem mantidos como prioridade máxima de investimento pelo governo, ao lado das obras da Expo 2030. O Estádio Internacional King Salman, projetado na capital para receber mais de 92 mil espectadores (acima da marca inicial de 90 mil prevista nos primeiros esboços), continua confirmado como palco da partida de abertura e da grande final de 2034. Também segue em andamento a construção do Estádio Príncipe Mohammed bin Salman, erguido sobre um penhasco no complexo de entretenimento de Qiddiya, além das ampliações do metrô de Riade, novas rodovias e complexos hoteleiros vinculados ao programa econômico Visão 2030. O valor combinado dos projetos de estádios e infraestrutura associada na Arábia Saudita é estimado entre US$ 22,7 bilhões e US$ 30 bilhões.
Situação do estádio futurista de Neom e as metas de energia limpa
Na proposta original enviada à Fifa, a cidade planejada de Neom figurava como o principal laboratório tecnológico da Copa do Mundo de 2034. O projeto previa um estádio para 45 mil a 46 mil torcedores suspenso a 350 metros de altura — estrutura mais alta que a Torre Eiffel —, integrado ao edifício linear espelhado conhecido como The Line. A concepção incluía sistemas de resfriamento ecológicos, ausência total de carros, acesso exclusivo por elevadores e transporte elétrico de alta velocidade, além de uma estrutura modular pensada para ser reduzida após o torneio, evitando estádios ociosos.
Com a desaceleração das obras civis do complexo The Line e a queda de 96% nas projeções populacionais de curto prazo para a cidade futurista, o projeto do Estádio de Neom — estimado em cerca de US$ 1 bilhão apenas para a arena — entrou na lista de empreendimentos engavetados ou postos em espera pelo PIF em outubro de 2026. Em fevereiro de 2026, durante o Fórum do Setor Privado do PIF em Riade, o ex-ministro do Investimento Khalid Al Falih já havia sinalizado que os recursos de construção do fundo, que caíram de US$ 71 bilhões em 2024 para menos de US$ 30 bilhões em 2025, seriam redirecionados de projetos sem data fixa, como Neom, para obras com prazo internacional vinculante na capital Riade e em Jidá.
Apesar da provável saída de Neom do mapa de jogos, a diretriz de sustentabilidade ambiental apresentada à Fifa permanece nos projetos das arenas de Riade, Jidá, Al Khobar e Abha. Os estádios mantidos no cronograma incorporam painéis de geração de energia solar na cobertura, sistemas de reaproveitamento de água para irrigação dos gramados e controle térmico eficiente para lidar com o clima desértico.
- Metas originais do projeto de Neom: operação com 100% de energia renovável, transporte em cápsulas elétricas de alta velocidade e construção de 15 novos hotéis com mais de 10 mil quartos na região.
- Redimensionamento em 2026: paralisação das obras do estádio suspenso a 350 metros em The Line e possível corte de cinco arenas (Neom, Roshn, New Murabba, Qiddiya Coast e King Abdullah Economic City), concentrando o torneio em 10 estádios.
- Obras prioritárias mantidas: construção do Estádio Internacional King Salman (mais de 92 mil lugares) em Riade e do Estádio Príncipe Mohammed bin Salman em Qiddiya, além de quatro arenas que servirão à Copa da Ásia de 2027.
Prazos e datas das próximas edições até 2034
O calendário de entregas técnicas monitorado pela Fifa estabelece marcos anuais para as duas organizações, desde a definição final das tabelas até a inauguração das arenas:
- Dezembro de 2026: prazo da Fifa para confirmar a lista definitiva de estádios, as 15 cidades-sede da fase principal (mais as três sul-americanas) e o palco da final da Copa do Mundo de 2030.
- 2027: realização da Copa da Ásia na Arábia Saudita, que servirá como evento-teste para quatro estádios do plano de 2034, e previsão de conclusão da reforma do Santiago Bernabéu, em Madri.
- 2028: meta para conclusão das reformas nas arenas da Espanha e de Portugal e término da construção do novo Estádio Osvaldo Domínguez Dibb, no Paraguai.
- 2029: entrega da expansão da rede ferroviária de alta velocidade no Marrocos, conectando as sedes do norte da África.
- 8 e 9 de junho de 2030: realização dos três jogos inaugurais do centenário em Montevidéu, Buenos Aires e Assunção.
- 13 de junho a 21 de julho de 2030: disputa da fase principal e da final da Copa do Mundo de 2030 na Espanha, em Portugal e no Marrocos, com 48 seleções e 104 partidas.
- 2032: prazo previsto para a entrega final dos estádios da Arábia Saudita para a edição seguinte.
- 2034: realização da 25ª Copa do Mundo da Fifa na Arábia Saudita, com abertura e final programadas para o Estádio Internacional King Salman, em Riade.
Questionamentos sobre direitos humanos, custos e logística no Oriente Médio
Desde a oficialização das sedes em dezembro de 2024, a escolha da Arábia Saudita para 2034 é acompanhada por cobranças de organizações internacionais de direitos humanos. Entidades civis apontam riscos relacionados às condições de trabalho de operários migrantes nos canteiros de obras de infraestrutura e citam restrições a liberdades civis e igualdade de gênero no país, pedindo que a Fifa estabeleça mecanismos rígidos de fiscalização trabalhista. As autoridades sauditas respondem que o país passa por reformas sociais e econômicas sob a Visão 2030, destacando a ampliação da participação de mulheres no mercado de trabalho e a abertura do território ao turismo internacional.
No campo operacional, a pressão sobre os prazos aumentou em outubro de 2026. O diretor do projeto de Qiddiya, Marc Archer, declarou na primeira quinzena do mês que há grande pressão para entregar estádios, centros de treinamento, mobilidade e hotéis de padrão mundial dentro da próxima década. Além do aperto fiscal que levou o PIF a retirar financiamentos de circuitos internacionais de golfe (como o LIV Golf) e de torneios de tênis e sinuca, bem como a engavetar os Jogos Asiáticos de Inverno de 2029 em Trojena, a instabilidade militar no Oriente Médio — com ataques de grupos houthis do Iêmen que chegaram a provocar o fechamento temporário do aeroporto de Riade — adicionou desafios de segurança e logística ao planejamento.
Transformação urbana nas sedes e perspectivas de público
O ciclo que compreende os torneios de 2030 e 2034 foi desenhado pela Fifa para consolidar a expansão comercial do futebol em mercados de três continentes e deixar estruturas permanentes de transporte e esporte. Na Península Ibérica e no Marrocos, as reformas de 20 arenas atualizarão os parques esportivos das ligas europeias e africanas, enquanto na América do Sul os investimentos nos estádios de Montevidéu, Buenos Aires e Assunção preparam a região para o calendário sul-americano da década de 2030.
Na Arábia Saudita, a readequação do projeto para focar em centros urbanos consolidados como Riade e Jidá busca garantir o cumprimento do calendário de 2034 sem comprometer a sustentabilidade financeira das arenas no pós-evento. Enquanto o governo saudita formaliza sua proposta revisada de estádios junto à Fifa, o próximo passo oficial do calendário das Copas ocorrerá em dezembro de 2026, quando a entidade máxima do futebol anunciará a lista final de sedes e o estádio escolhido para a decisão de 21 de julho de 2030.

