Resident Evil deixa 979 salas nos EUA e passa a ter 2.705 cinemas

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Resident Evil - Reprodução Foto: Resident Evil - Reprodução

O filme Resident Evil, dirigido, corroteirizado e produzido por Zach Cregger, teve sua exibição reduzida para 2.705 cinemas nos Estados Unidos em seu quinto fim de semana em cartaz, iniciado na sexta-feira (16). A mudança representa uma perda acumulada de 979 salas norte-americanas em comparação com o circuito de lançamento, em 18 de setembro de 2026.

A diminuição do espaço nas redes de exibição ocorre com a chegada de novos títulos ao mercado, que passaram a ocupar parte das salas antes dedicadas à produção distribuída pela Sony Pictures. Apenas na transição da quarta para a quinta semana em cartaz, 380 cinemas deixaram de exibir o longa-metragem nos Estados Unidos.

Queda gradual de salas de Resident Evil nos Estados Unidos

Desde a estreia comercial, o circuito norte-americano do filme manteve estabilidade inicial antes de iniciar a retração gradual a partir de outubro. O cronograma de ocupação das salas nos Estados Unidos registrou as seguintes marcas semanais:

  • 18 de setembro de 2026 (estreia e segunda semana): 3.684 salas de cinema nos Estados Unidos;
  • 2 de outubro de 2026 (início do terceiro fim de semana): redução para 3.259 salas;
  • 9 de outubro de 2026 (início do quarto fim de semana): exibição em 3.085 salas;
  • 16 de outubro de 2026 (início do quinto fim de semana): queda para 2.705 salas.

Desempenho de bilheteria de Resident Evil nos cinemas

Mesmo com o corte no número de telas disponíveis, a produção manteve fôlego financeiro e arrecadou US$ 5.501.456 na bilheteria doméstica norte-americana entre sexta-feira (16) e domingo (18), resultado que garantiu o sétimo lugar no ranking dos Estados Unidos no período. No acumulado de cinco semanas em cartaz nos Estados Unidos e no Canadá, a receita total do filme atingiu US$ 148.459.411, somando os valores obtidos desde o fim de semana de estreia, quando o título havia faturado US$ 60.152.878 apenas no mercado norte-americano.

Em escala global, o longa alcançou US$ 361,1 milhões em bilheteria acumulada após o quinto fim de semana. Desse montante, cerca de US$ 212 milhões vieram do mercado internacional, com US$ 56 milhões arrecadados nas salas da China. O filme teve um orçamento de produção estimado em US$ 75 milhões.

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Recordes superados por Resident Evil na franquia e na carreira de Zach Cregger

O resultado financeiro acumulado em 2026 consolidou o novo longa-metragem como a produção de maior bilheteria mundial em toda a história da franquia cinematográfica e também da trajetória profissional do diretor Zach Cregger. Até então, o recorde global da série pertencia ao filme Resident Evil: The Final Chapter, lançado em 2016, que encerrou sua passagem pelos cinemas com arrecadação mundial situada entre US$ 312,2 milhões e US$ 314,1 milhões.

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A versão de 2026 também superou com folga a tentativa anterior de reinício da saga nos cinemas, Resident Evil: Welcome to Raccoon City, de 2021, que contou com orçamento de US$ 25 milhões e somou cerca de US$ 41,9 milhões no mundo, sendo US$ 17 milhões na bilheteria doméstica. No currículo individual de Cregger, o novo projeto ultrapassou o desempenho de seu trabalho anterior, Weapons, de 2025, que fechou sua carreira comercial com US$ 270 milhões em bilheteria global.

Enredo em Raccoon City e futuro da franquia na Sony Pictures

Com roteiro assinado por Zach Cregger em parceria com o corroteirista Shay Hatten, a trama apresenta uma história original ambientada em Raccoon City. O enredo acompanha Bryan Hodukavich, interpretado pelo ator protagonista Austin Abrams, um entregador médico que tenta sobreviver durante a noite de um surto viral. O elenco coadjuvante reúne os atores Paul Walter Hauser e Zach Cherry, além da atriz Kali Reis.

O projeto tem duração de 93 a 94 minutos, classificação indicativa R (restrito para maiores nos Estados Unidos) e produção conjunta das empresas Constantin Film, Columbia Pictures, PlayStation Productions, Vertigo Entertainment e Davis Films. Apesar do recorde financeiro alcançado, a realização de uma sequência ainda não foi oficialmente confirmada pela Sony Pictures, embora o diretor Zach Cregger tenha declarado em setembro de 2026 que possui ideias para novas histórias dentro do mesmo universo, enquanto o filme segue em cartaz nos cinemas do Brasil.

Carolina Costa é colaboradora da redação do Mix Vale, portal de notícias com cobertura de Brasil e mundo. Produz conteúdo nas editorias de economia e benefícios, com foco em informação de serviço para o leitor brasileiro. Escreve para o portal desde 2019. Formação: Administração

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