Paraguai marca primeiro contra a Seleção Brasileira e domina até os 30 minutosPor Luís Henrique Costa
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No confronto pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, o Paraguai saiu na frente contra o Brasil com um golaço de Diego Gómez aos 19 minutos do primeiro tempo. Jogando em casa, no estádio Defensores del Chaco, a equipe paraguaia impôs um ritmo intenso e conseguiu se defender bem, mantendo o placar favorável até os 30 minutos de jogo. A Seleção Brasileira, mesmo com maior posse de bola, não conseguiu transformar o domínio em chances claras de gol.
Gol de Diego Gómez muda a dinâmica da partida
Aos 19 minutos, o Paraguai abriu o placar com um gol de fora da área marcado por Diego Gómez. A jogada começou com Junior Alonso, que cruzou pela esquerda. Gabriel Magalhães afastou parcialmente de cabeça, mas a bola caiu nos pés de Gómez. Ele errou o primeiro domínio, mas rapidamente se recuperou e acertou um belo chute de trivela. A bola bateu na trave e entrou, sem chances para o goleiro Alisson. Este gol trouxe um novo ânimo para o time paraguaio e inflamou a torcida presente.
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Brasil tenta reagir, mas esbarra na forte marcação
Após o gol sofrido, o Brasil tentou reagir com ataques rápidos. Aos 23 minutos, Guilherme Arana teve uma grande chance de empatar. Endrick escapou pela direita, fez um cruzamento para Vini Jr., que driblou seu marcador e passou para Arana na entrada da área. O lateral finalizou com precisão, mas a defesa do Paraguai conseguiu bloquear em cima da linha, evitando o empate. Rodrygo também tentou jogadas individuais e chegou a driblar dois marcadores, mas foi desarmado antes de concluir.
Paraguai mantém o controle do meio-campo
A equipe paraguaia demonstrou solidez defensiva, mesmo diante da pressão brasileira. Aos 27 minutos, o Paraguai conseguiu se manter no campo de ataque após uma cobrança de falta de Enciso. A bola foi afastada pela defesa brasileira, mas os paraguaios ficaram com o rebote e tentaram organizar mais uma investida ofensiva. Esse controle no meio de campo foi fundamental para segurar o resultado parcial.
Disputa física aumenta a tensão em campo
À medida que o tempo avançava, o jogo se tornou mais físico, com muitas faltas cometidas por ambas as equipes. O clima esquentou aos 29 minutos, quando os jogadores de ambos os lados começaram a se estranhar após algumas entradas mais duras. A arbitragem teve que intervir para controlar os ânimos e manter o foco no jogo. Esse ambiente de intensa disputa favoreceu o Paraguai, que conseguiu quebrar o ritmo do Brasil.
Falta de criatividade atrapalha o ataque brasileiro
Apesar de ter cerca de 87% de posse de bola até os 14 minutos, o Brasil não conseguiu converter esse domínio territorial em finalizações eficazes. O time trocava passes no campo de defesa e no meio, mas encontrava dificuldades para penetrar a defesa paraguaia bem postada. Vini Jr. tentou uma jogada de velocidade pela esquerda aos 20 minutos, mas foi derrubado e pediu falta, que o árbitro não marcou. A falta de opções ofensivas claras evidenciou a necessidade de ajustes no esquema brasileiro.
Paraguai aposta em jogadas de bola parada
A equipe paraguaia explorou bem as jogadas de bola parada. Aos 14 minutos, um escanteio cobrado por Almirón quase resultou em perigo, mas foi afastado por Gabriel Magalhães. O gol de Diego Gómez, inclusive, surgiu de um cruzamento que gerou um rebote no meio da área, mostrando que o Paraguai estava atento para aproveitar as brechas na defesa brasileira. A estratégia de buscar a bola aérea foi eficiente e gerou o resultado esperado.
Brasil busca o empate, mas encontra barreiras
Nos minutos seguintes ao gol, o Brasil intensificou sua busca pelo gol de empate. Aos 24 minutos, Arana tentou uma finalização de dentro da área, mas foi bloqueado pela defesa adversária. Com o passar do tempo, o Brasil passou a tentar lançamentos longos e cruzamentos, mas todos foram neutralizados pela zaga paraguaia, que mostrava muita organização e concentração.
Paraguai confiante na sua defesa sólida
Até os 30 minutos do primeiro tempo, o Paraguai demonstrou uma estratégia clara de fechar os espaços e jogar no erro do Brasil. A defesa compacta e os contra-ataques rápidos foram a chave para segurar a vantagem. O Brasil, por outro lado, precisou lidar com a pressão e a frustração de não conseguir quebrar a defesa adversária, mesmo mantendo a posse de bola.















