Pular para o conteúdo
Menu
Mix Vale

A música regional mexicana enfrenta um momento de tensão nos Estados Unidos. Nos últimos meses, autoridades americanas intensificaram medidas contra artistas que promovem os chamados narcocorridos, canções que muitas vezes glorificam o tráfico de drogas e figuras do crime organizado. Essa ofensiva reflete uma política mais ampla do governo dos EUA, liderada por pressões do ex-presidente Donald Trump, para combater a influência cultural do narcotráfico, especialmente em meio à crise de saúde pública causada pelo fentanil, um opioide sintético que tem agravado a epidemia de overdoses no país. A revogação de vistos de trabalho para artistas mexicanos é uma das ações mais visíveis dessa campanha, impactando diretamente a agenda de shows de nomes consagrados e emergentes da música latina.

O gênero narcocorrido, que mistura ritmos tradicionais como o acordeão e a guitarra com letras sobre crimes, ostentação e traficantes, ganhou popularidade nas últimas décadas, especialmente em estados mexicanos como Sinaloa e entre comunidades latinas nos EUA. No entanto, a associação dessas músicas com a violência dos cartéis e a romantização de criminosos levou o Departamento de Estado americano a adotar medidas drásticas. Além disso, o México também começou a impor restrições, com pelo menos sete cidades e estados proibindo apresentações de narcocorridos desde fevereiro de 2025, segundo informações do The New York Times.

Siga o Mix Vale no Google e veja nossas notícias primeiro

Essa repressão tem gerado debates acalorados. Para alguns, os narcocorridos são uma expressão cultural que reflete a realidade social de regiões afetadas pelo narcotráfico. Para outros, essas canções promovem a violência e dificultam os esforços de combate ao crime organizado. A seguir, detalhamos os casos mais recentes de artistas mexicanos afetados por essas medidas:

  • Julión Álvarez: Cantor de Chiapas, teve seu visto de trabalho revogado, cancelando um show no Texas.
  • Los Alegres del Barranco: Grupo de Sinaloa, perdeu o visto após exibir imagens de um líder de cartel em um show.
  • Lorenzo de Monteclaro: Veterano de 86 anos, enfrenta atrasos na documentação, impedindo apresentações nos EUA.
  • Oscar Maydon: Jovem expoente dos corridos tumbados, teve o visto negado.
  • Eduin Caz: Vocalista do Grupo Firme, está em lista de espera após rejeição de renovação de visto.

Origem da polêmica com os narcocorridos

Os narcocorridos não são um fenômeno novo. Suas raízes remontam ao início do século XX, com canções que narravam o contrabando de álcool durante a Lei Seca nos EUA. No entanto, foi nas décadas de 1980 e 1990 que o gênero ganhou força, impulsionado pela escalada da violência do narcotráfico no México e pela popularidade de artistas como Chalino Sánchez, conhecido como o “rei dos narcocorridos”. Sánchez, que foi assassinado em 1992, tornou-se um ícone por suas letras que retratavam a vida de traficantes e a brutalidade dos cartéis.

Hoje, o gênero evoluiu, incorporando subgêneros como os corridos tumbados, que misturam elementos do hip-hop e do trap, atraindo um público mais jovem. Artistas como Peso Pluma e Natanael Cano lideram esse movimento, mas também enfrentam escrutínio por letras que frequentemente mencionam armas, drogas e figuras do crime. Em um caso emblemático, o grupo Los Alegres del Barranco dedicou uma apresentação em Guadalajara, em março de 2025, a Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como “El Mencho”, líder do Cartel Jalisco Nova Geração (CJNG). A exibição de imagens glorificando o criminoso durante o show resultou na revogação imediata dos vistos de trabalho e turismo dos integrantes pelo Departamento de Estado americano.

No México, a resposta também tem sido severa. Em estados como Chihuahua, Baja California e Nayarit, autoridades locais proibiram apresentações de narcocorridos em eventos públicos. A Secretaria de Segurança do estado do México, por exemplo, alertou que artistas ou organizadores de shows que promovam apologia ao crime podem enfrentar até seis meses de prisão. Essas medidas refletem a pressão dos EUA para que o México demonstre esforços concretos no combate à influência cultural dos cartéis.

Ver essa foto no Instagram

Uma publicação compartilhada por Julión Álvarez (@lospasosdejulion)

Casos de artistas afetados

A lista de artistas mexicanos com problemas de imigração nos EUA cresce rapidamente. Cada caso revela nuances da repressão e suas consequências para a indústria musical latina.

Ver essa foto no Instagram

Uma publicação compartilhada por LOS ALEGRES DEL BARRANCO (@losalegresdelbarranco1)

Julión Álvarez e a repetição de problemas

Julión Álvarez, nascido em Chiapas, é um dos nomes mais conhecidos da música regional mexicana. Em maio de 2025, ele anunciou o cancelamento de um show no AT&T Stadium, em Arlington, Texas, devido à revogação de seu visto de trabalho. A decisão pegou os fãs de surpresa, já que o evento estava com ingressos esgotados. Álvarez, que já enfrentou problemas semelhantes em 2017, quando foi incluído na “lista negra” do Departamento do Tesouro dos EUA por supostas ligações com o traficante Raul Flores Hernandez, havia sido exonerado em 2022.

Na época, o cantor negou qualquer envolvimento com o crime organizado, afirmando que as acusações eram infundadas. Apesar da liberação, as autoridades americanas parecem manter Álvarez sob vigilância, especialmente por suas letras que, embora menos explícitas que as de artistas mais jovens, ainda abordam temas ligados à cultura do narcotráfico. A revogação de seu visto em 2025 levanta questões sobre até que ponto as autoridades estão dispostas a tolerar qualquer menção ao crime em músicas populares.

Los Alegres del Barranco e a glorificação de “El Mencho”

O caso do grupo Los Alegres del Barranco é um dos mais controversos. Originário de Sinaloa, o grupo foi alvo de críticas após projetar imagens de “El Mencho” durante um show na Universidade de Guadalajara. A apresentação, realizada no final de março de 2025, incluiu uma dedicatória explícita ao líder do CJNG, um dos homens mais procurados pelos EUA. A reação foi imediata: o Departamento de Estado revogou os vistos de trabalho e turismo dos integrantes, efetivamente encerrando suas turnês nos EUA.

O incidente reacendeu o debate sobre a responsabilidade dos artistas na promoção de figuras criminosas. Enquanto alguns fãs defendem que os narcocorridos apenas narram a realidade de suas comunidades, as autoridades americanas argumentam que tais performances legitimam a violência dos cartéis. O grupo, que ainda não se pronunciou oficialmente, enfrenta agora dificuldades para manter sua carreira internacional.

Lorenzo de Monteclaro e os entraves burocráticos

Aos 86 anos, Lorenzo de Monteclaro é uma lenda da música mexicana. No entanto, até mesmo um veterano como ele não escapou das complicações impostas pelas novas políticas de imigração. Monteclaro anunciou o cancelamento de apresentações nos EUA, incluindo shows no Texas, devido a atrasos na renovação de sua documentação. Embora não haja confirmação oficial de que seu visto foi revogado, a situação reflete a cautela das autoridades americanas em relação a artistas associados ao gênero regional mexicano.

Monteclaro, cuja carreira abrange mais de seis décadas, é conhecido por canções que celebram a vida rural e as tradições mexicanas, mas algumas de suas letras também abordam temas de contrabando e resistência, elementos comuns nos corridos tradicionais. A incerteza sobre sua documentação destaca como até artistas com carreiras consolidadas estão sendo afetados pela repressão aos narcocorridos.

Ver essa foto no Instagram

Uma publicação compartilhada por Lorenzo De Monteclaro (@lorenzodemonteclarooficial)

Impacto na carreira de jovens artistas

Os corridos tumbados, uma vertente moderna dos narcocorridos, têm impulsionado a carreira de artistas como Oscar Maydon, Peso Pluma e Natanael Cano. No entanto, esses jovens também estão na mira das autoridades americanas.

Oscar Maydon, por exemplo, teve seu visto de trabalho negado, impedindo-o de realizar shows nos EUA. O cantor, que mistura elementos de trap e hip-hop com os ritmos tradicionais do corrido, é um dos expoentes dessa nova geração. Suas letras, que frequentemente mencionam festas, armas e o estilo de vida dos traficantes, atraem milhões de ouvintes, mas também chamam a atenção das autoridades. A negativa do visto representa um duro golpe para Maydon, que vinha construindo uma base de fãs significativa nos EUA.

Peso Pluma, outro nome de destaque, está entre os artistas que correm risco de perder seus vistos. Embora ainda não tenha tido seu documento formalmente revogado, o cantor enfrenta atrasos em seus processos de imigração. Conhecido por hits como “Ella Baila Sola”, Peso Pluma é um dos maiores fenômenos da música latina atual, com shows lotados em cidades como Los Angeles e Houston. A possibilidade de restrições à sua entrada nos EUA preocupa fãs e promoters, que temem prejuízos financeiros significativos.

Natanael Cano, considerado o pioneiro dos corridos tumbados, também está na lista de artistas sob escrutínio. Suas letras explícitas e seu estilo de vida ostentador o tornaram um ícone para a juventude mexicana e latina nos EUA, mas também um alvo potencial para as autoridades. Cano já enfrentou polêmicas no passado, incluindo críticas por promover a violência em suas músicas, e agora lida com incertezas sobre sua capacidade de se apresentar nos EUA.

Reações no México e nos EUA

A repressão aos narcocorridos não passou despercebida no México. A presidente Claudia Sheinbaum, que assumiu o cargo em 2024, lançou iniciativas para combater a influência cultural do narcotráfico. Em abril de 2025, ela anunciou um concurso binacional de música intitulado “Pela paz e contra os vícios”, com o objetivo de incentivar canções que promovam valores positivos entre os jovens. A medida, embora bem-intencionada, gerou críticas de artistas e fãs, que a consideram uma tentativa de censura.

No estado de Nayarit, a proibição de narcocorridos em eventos públicos foi implementada em fevereiro de 2025, seguindo o exemplo de outras regiões como Baja California e Quintana Roo. Essas restrições locais, combinadas com a pressão dos EUA, criaram um ambiente hostil para os artistas do gênero. Em Texcoco, por exemplo, o cantor Luis R. Conríquez enfrentou a fúria do público ao se recusar a cantar narcocorridos durante um show na Feira do Cavalo, em abril de 2025. Vídeos mostram o artista deixando o palco enquanto era alvo de latas de cerveja e agressões.

Nos EUA, a comunidade latina está dividida. Para muitos mexicanos-americanos, os narcocorridos são uma forma de conexão com suas raízes, narrando histórias de luta e resistência. Alex Fernández, um fã de primeira geração que vive na Califórnia, disse em entrevista à BBC que aprecia o gênero por “contar histórias reais de pessoas reais”. No entanto, outros criticam as músicas por perpetuarem estereótipos negativos sobre a comunidade latina e glorificarem a violência.

Ver essa foto no Instagram

Uma publicação compartilhada por Eduin Caz (@eduincaz)

Medidas americanas contra o narcotráfico

A revogação de vistos de artistas mexicanos é apenas uma faceta de uma estratégia mais ampla dos EUA para combater o narcotráfico. Desde o início de 2025, o governo americano, sob influência de Donald Trump, intensificou sanções contra o México, acusando o país de não fazer o suficiente para conter o tráfico de drogas, especialmente o fentanil. Tarifas sobre importações mexicanas e ameaças de classificar os cartéis como organizações terroristas estão entre as medidas adotadas.

O fentanil, um opioide sintético até 50 vezes mais potente que a heroína, é apontado como o principal responsável pela crise de overdoses nos EUA, com mais de 70 mil mortes registradas em 2024, segundo dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Os cartéis mexicanos, como o CJNG e o Cartel de Sinaloa, são os principais fornecedores da droga, que muitas vezes é produzida com precursores químicos importados da China. A pressão americana sobre o México inclui não apenas ações policiais, mas também esforços para desmantelar a influência cultural dos cartéis, incluindo os narcocorridos.

Além disso, o Departamento de Justiça dos EUA tem intensificado a extradição de líderes de cartéis. Em fevereiro de 2025, Rafael Caro Quintero, conhecido como o “narco dos narcos”, foi extraditado para os EUA após décadas de perseguição. Quintero, fundador do Cartel de Guadalajara, é acusado de ordenar o assassinato do agente da DEA Enrique “Kiki” Camarena em 1985, um caso que marcou as relações entre os dois países.

Outros artistas na mira

Além dos cinco artistas já confirmados com problemas de visto, outros nomes da música mexicana enfrentam incertezas:

  • Junior H: Conhecido por suas letras introspectivas e estilo melódico, o cantor está sob análise das autoridades americanas.
  • Grupo Firme (outros membros): Além de Eduin Caz, outros integrantes do grupo podem enfrentar dificuldades na renovação de seus vistos.
  • Espinoza Paz: Posts recentes no X indicam que o cantor teve seu visto revogado, embora a informação ainda não tenha sido confirmada oficialmente.
  • Gerardo Ortiz: Outro nome associado aos corridos tumbados, Ortiz já enfrentou controvérsias no passado e está na lista de artistas monitorados.
  • Tito Torbellino Jr.: Filho de um cantor assassinado em 2014, o jovem artista também está sob escrutínio por suas letras.

Esses casos sugerem que a repressão aos narcocorridos está longe de terminar. A cada novo incidente, as autoridades americanas parecem ampliar o escopo de suas medidas, afetando tanto artistas estabelecidos quanto novatos.

Resposta dos artistas e da indústria

Os artistas afetados têm reagido de maneiras variadas. Julión Álvarez, por exemplo, usou as redes sociais para lamentar o cancelamento de seu show no Texas, mas evitou comentários diretos sobre a revogação de seu visto. Lorenzo de Monteclaro, por sua vez, emitiu um comunicado explicando que está “em um processo de espera” pela documentação, pedindo paciência aos fãs. Oscar Maydon e Eduin Caz ainda não se manifestaram publicamente, enquanto Los Alegres del Barranco permanecem em silêncio desde o incidente em Guadalajara.

A indústria musical também sente o impacto. Promoters nos EUA, especialmente em estados com grande população latina como Califórnia e Texas, enfrentam prejuízos significativos com o cancelamento de shows. Um evento de Julión Álvarez, por exemplo, tinha 50 mil ingressos vendidos, representando uma perda de milhões de dólares para organizadores e fornecedores. Além disso, a incerteza sobre quais artistas podem ser barrados dificulta o planejamento de turnês futuras.

Alguns artistas estão buscando alternativas, como realizar shows em países da América Latina ou investir em plataformas digitais para alcançar o público americano. No entanto, o mercado dos EUA, com sua grande comunidade latina e infraestrutura de shows, é insubstituível para muitos. A proibição de narcocorridos em algumas regiões do México também complica a situação, reduzindo as opções de apresentações ao vivo.

Debate cultural e liberdade de expressão

A repressão aos narcocorridos levanta questões complexas sobre liberdade de expressão e responsabilidade artística. Para muitos músicos, as canções são uma forma de narrar a realidade de suas comunidades, onde o narcotráfico é uma presença constante. Elijah Wald, musicólogo e autor do livro “Narcocorrido: A Journey into the Music of Drugs, Guns, and Guerrillas”, argumenta que o gênero tem raízes profundas na tradição mexicana, remontando aos corridos da Revolução Mexicana, que celebravam heróis populares contra o governo.

Por outro lado, as autoridades americanas e mexicanas veem os narcocorridos como uma ameaça à segurança pública. Letras que glorificam traficantes como “El Mencho” ou descrevem atos de violência podem inspirar jovens a idolatrar criminosos, segundo críticos. A violência associada ao gênero também é preocupante: mais de uma dezena de cantores de narcocorridos foram assassinados no México nos últimos anos, muitos por encomenda de cartéis rivais.

Nos EUA, o debate é ainda mais polarizado. Enquanto alguns defendem o direito dos artistas de se expressarem livremente, outros argumentam que a glorificação do crime contribui para a estigmatização da comunidade latina. A comparação com o gangster rap, que enfrentou críticas semelhantes nos anos 1980 e 1990, é frequente. Rafael Acosta, professor da Universidade do Kansas, destaca que ambos os gêneros atraem ouvintes por retratarem figuras marginais como heróis em oposição ao sistema.

Alternativas para os artistas

Diante das restrições, alguns artistas estão buscando formas de contornar as proibições. Entre as estratégias adotadas, destacam-se:

  • Mudança nas letras: Alguns cantores, como Luis R. Conríquez, têm evitado temas explícitos sobre narcotráfico em shows, embora isso nem sempre agrade o público.
  • Foco em plataformas digitais: Artistas como Peso Pluma e Natanael Cano investem em streaming e redes sociais para manter sua base de fãs nos EUA.
  • Shows em outros países: Países como Colômbia e Guatemala, onde os narcocorridos também são populares, estão se tornando destinos alternativos para turnês.
  • Advocacia legal: Alguns artistas estão contratando advogados especializados em imigração para contestar a revogação ou negativa de vistos.
  • Parcerias com artistas de outros gêneros: Colaborações com músicos de pop ou reggaeton podem ajudar a diversificar o público e reduzir o escrutínio.

Apesar dessas alternativas, o impacto das restrições é significativo. O mercado americano representa uma fatia importante da receita de muitos artistas mexicanos, e a perda de acesso a ele pode limitar seu crescimento internacional.

Pressão internacional e o papel do México

A repressão aos narcocorridos reflete tensões mais amplas nas relações entre EUA e México. A crise do fentanil, que matou dezenas de milhares de americanos em 2024, colocou o México sob pressão para intensificar seus esforços contra os cartéis. Além das medidas culturais, como a proibição de narcocorridos, o governo mexicano tem colaborado com os EUA em operações de extradição e combate ao tráfico.

No entanto, essas ações geram resistência. Muitos mexicanos veem as políticas americanas como uma interferência em sua soberania cultural. A proibição de narcocorridos, por exemplo, é criticada como uma tentativa de apagar uma forma de expressão popular. Além disso, a violência associada ao narcotráfico continua a assolar o México, com mais de 200 mil mortes relacionadas à guerra contra as drogas desde 2006, segundo estimativas oficiais.

A presidente Claudia Sheinbaum, que busca equilibrar a cooperação com os EUA e a preservação da identidade cultural mexicana, enfrenta um desafio complexo. Sua iniciativa de promover músicas “pela paz” é um esforço para redirecionar a narrativa cultural, mas sua eficácia ainda é incerta. Enquanto isso, os artistas mexicanos continuam navegando um cenário de restrições crescentes, tanto em casa quanto no exterior.

Beatriz Lima é colaboradora da redação do Mix Vale, portal de notícias com cobertura de Brasil e mundo. Produz conteúdo nas editorias de economia e benefícios, com foco em informação de serviço para o leitor brasileiro. Escreve para o portal desde 2024.

Notícias relacionadas

Mais lidas

  1. Destaques

    Morre Juan Atkins pioneiro do techno de Detroit aos 64 anos nos Estados Unidos

  2. Crimes

    Assassinato de jovem em Rifaina: pecuarista suspeito de matar empresária Priscila Lacerda, de 24 anos, na SP-334 é achado morto

  3. Acidentes

    Acidente na MG-050 deixa jovem de 18 anos morto após bater contra carro e cair em represa em Pimenta

  4. Crimes

    Ataque hacker à Binance rouba US$ 6,3 bilhões em 20 minutos

  5. Cotidiano

    Feriado 2 de novembro Dia de Finados é nacional no Brasil e antecede três folgas em 2026

  6. Matéria Publicitária

    Classificados Mix Vale: saiba como anunciar totalmente de graça e sem contrapartida no portal

  7. Curiosidades

    Deportação de brasileiros dos Estados Unidos: Boeing 777 fretado chega a Confins (MG) com 85 passageiros

  8. Brasil

    Eduardo Sotto Mayor morre em São Paulo; família do jornalista doa órgãos e velório é em Taquaritinga

Sua privacidade

O Mix Vale usa cookies para medir audiência e exibir anúncios que sustentam a redação. Você escolhe. Política de privacidade.