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No Maracanãzinho, Rio de Janeiro, a seleção brasileira de vôlei feminino enfrenta a Itália na manhã deste domingo, 8 de junho de 2025, pela Liga das Nações Feminina. A Itália venceu os dois primeiros sets, com parciais de 25 a 22 e 25 a 18, e lidera o confronto por 2 a 0. O terceiro set começou agora, com o Brasil buscando reverter a desvantagem diante de uma torcida vibrante. O jogo, transmitido ao vivo pela TV Globo e sportv 2, opõe duas equipes invictas na competição, com destaque para a oposta italiana Antropova, que fechou o segundo set, e a brasileira Jheovana, peça-chave no ataque. A partida é marcada por rallies intensos e estratégias táticas de ambos os lados, prometendo emoção no decorrer do confronto.

A seleção brasileira, comandada pelo técnico Zé Roberto, começou o jogo com Macris, Julia Bergmann, Julia Kudiess, Tainara, Lorena, Ana Cristina e a líbero Lais. Apesar de um início equilibrado, erros de ataque e saques comprometeram o desempenho nos momentos decisivos. A Itália, liderada pela estrela Paola Egonu, aproveitou as falhas brasileiras e impôs um ritmo forte, especialmente no segundo set.

  • Principais momentos do jogo até agora:
    • Primeiro set: Itália venceu por 25 a 22, com Antropova fechando a parcial.
    • Segundo set: Brasil liderou por 7 a 4, mas Itália virou e fechou em 25 a 18.
    • Destaques: Jheovana (Brasil) com aces e bloqueios; Antropova (Itália) com ataques decisivos.

O confronto reflete a rivalidade histórica entre as equipes, com o Brasil levando vantagem nos últimos quatro encontros, todos decididos no tie-break. A torcida lota o Maracanãzinho, criando um ambiente eletrizante para o terceiro set, que promete ser crucial para o desfecho da partida.

Rivalidade em quadra
A história entre Brasil e Itália no vôlei feminino é marcada por duelos intensos. Nos últimos dez anos, as equipes se enfrentaram 15 vezes, com 11 vitórias brasileiras. O equilíbrio tático e técnico sempre foi a tônica desses jogos, com destaque para partidas decididas nos detalhes. No jogo de hoje, a Itália demonstrou maior consistência nos momentos críticos, enquanto o Brasil tenta ajustar sua defesa para conter o ataque adversário.
A central Lorena, do Brasil, abriu o terceiro set com um ponto de ataque, mas a italiana Danesi respondeu com um bloqueio firme. A torcida, que canta sem parar, tenta impulsionar a seleção brasileira para uma reação. Zé Roberto, conhecido por sua capacidade de reorganizar a equipe em situações adversas, orienta as jogadoras a melhorar o posicionamento no bloqueio.

Desempenho no primeiro set
O jogo começou com trocas de pontos, com Ana Cristina marcando o primeiro ponto brasileiro em uma largadinha. A Itália respondeu com Egonu, que virou bolas na entrada de rede. O Brasil chegou a liderar por 7 a 6 após erros de saque italianos, mas a defesa adversária se organizou, e Fahr ampliou a vantagem para 13 a 9. Apesar de uma reação liderada por Julia Bergmann, que marcou pontos de ataque e bloqueio, a Itália fechou o set em 25 a 22 com Antropova.
Julia Kudiess também se destacou com um ace no final do set, mas os erros de ataque, como o contra-ataque de Julia Bergmann que foi para fora, custaram pontos importantes. O técnico Zé Roberto pediu tempo para ajustar a defesa, mas a Itália manteve a pressão.

Destaques do segundo set
No segundo set, o Brasil voltou mais agressivo. Jheovana brilhou com um ace e um bloqueio, colocando o placar em 7 a 4. Julia Bergmann finalizou um rali intenso, mas a Itália empatou em 11 a 11 com ataques de Degradi. A entrada de Kika no Brasil deu novo fôlego, reduzindo a diferença para 18 a 17. No entanto, erros de saque e ataque, como a bola de Jheovana que foi para fora, permitiram que a Itália abrisse vantagem.
Antropova foi decisiva, marcando dois aces consecutivos e fechando o set em 25 a 18. A italiana Fahr também contribuiu com pontos de ataque no meio de rede. O Brasil tentou reagir com Ana Cristina, que virou bolas na saída de rede, mas não conseguiu conter a sequência italiana.

Jogadoras em foco
Algumas atletas têm se destacado na partida:

  • Paola Egonu (Itália): A oposta, recuperada de um mal-estar, lidera os ataques e bloqueios, com pontos decisivos.
  • Jheovana (Brasil): A oposta brasileira é a principal pontuadora, com aces e bloqueios que levantam a torcida.
  • Ekaterina Antropova (Itália): Fechou os dois sets com ataques precisos, sendo uma arma letal no contra-ataque.
  • Julia Bergmann (Brasil): Apesar de erros, a ponta marcou pontos importantes, incluindo um ace no segundo set.
  • Ana Cristina (Brasil): Com aces e ataques na pipe, tenta manter o Brasil competitivo.

Estratégias táticas
A Itália aposta em um jogo rápido, com levantamentos precisos de Orro para Egonu e Antropova. O bloqueio italiano, liderado por Fahr e Danesi, tem sido eficiente contra as centrais brasileiras. Zé Roberto, por outro lado, busca explorar jogadas de meio com Lorena e Julia Kudiess, além de ataques pela saída de rede com Ana Cristina. A líbero Lais enfrenta dificuldades na recepção, o que tem permitido saques agressivos das italianas.
No terceiro set, o Brasil precisa melhorar a recepção e reduzir os erros de saque, que já custaram pontos importantes. A Itália, com confiança após dois sets vencidos, mantém a pressão com um sistema defensivo sólido.

Ambiente no Maracanãzinho
O ginásio está lotado, com torcedores cantando e apoiando o Brasil a cada ponto. Faixas e bandeiras criam um cenário vibrante, enquanto a narração dos alto-falantes mantém o público engajado. As italianas, que visitaram o Cristo Redentor durante a estadia no Rio, também contam com o apoio de alguns fãs brasileiros, encantados com a simpatia das atletas. A oposta Antropova destacou a experiência de jogar no Rio como “a melhor da Liga das Nações”.
A partida é um dos destaques da primeira semana da VNL, com transmissão ao vivo para todo o Brasil. O público acompanha cada lance com atenção, especialmente os rallies, que levantam aplausos mesmo em pontos perdidos.

Campanha na Liga das Nações
As duas equipes chegam invictas ao confronto. O Brasil venceu República Tcheca (3×0), Estados Unidos (3×0) e Alemanha (3×2), somando 8 pontos. A Itália também tem três vitórias: Estados Unidos (3×0), Alemanha (3×2) e Coreia do Sul (3×0). O jogo de hoje é crucial para a liderança da primeira semana, com o Brasil precisando de uma vitória para ultrapassar as italianas na tabela.
Julia Kudiess, com bloqueios e aces, e Jheovana, com ataques potentes, são as apostas do Brasil para o terceiro set. A Itália, por sua vez, confia na experiência de Egonu e na versatilidade de Sylla e Degradi.

Momentos iniciais do terceiro set
O terceiro set começou com Lorena marcando um ponto de ataque no meio de rede, mas Danesi respondeu com um bloqueio. O Brasil tenta explorar jogadas rápidas, enquanto a Itália mantém a pressão com saques agressivos. Erros de saque, como o de Lorena, têm sido um desafio para as brasileiras, enquanto Antropova continua sendo uma ameaça constante no ataque.
Zé Roberto orienta a equipe a cada pausa, pedindo maior agressividade no saque e melhor posicionamento no bloqueio. O técnico italiano Julio Velasco, por sua vez, mantém a calma, confiante na vantagem de 2 a 0.

Próximos passos na competição
Após o jogo no Rio, o Brasil seguirá para etapas na Turquia e no Japão. A fase final da Liga das Nações será disputada na Polônia, entre 23 e 27 de julho. A Itália, atual campeã olímpica, também busca manter o ritmo para chegar forte à fase decisiva. O confronto de hoje é um teste importante para ambas as equipes, que almejam o título da VNL.
A torcida brasileira, conhecida por sua paixão, continua apoiando a seleção, mesmo com a desvantagem no placar. O terceiro set está em andamento, e o Brasil precisa de uma atuação impecável para prolongar a partida.

Assuntos

Luís Henrique Costa é jornalista formado pela FMU, editor-chefe e fundador do Mix Vale, portal de notícias em atividade desde 2013. Responde pela direção editorial do veículo, que cobre Brasil e mundo em economia, benefícios sociais, esportes, tecnologia, ciência e entretenimento. Atua na área há mais de 15 anos e lidera uma equipe de cerca de 15 colaboradores.

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