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O empresário Adalberto Amarilio dos Santos Júnior, de 35 anos, foi encontrado morto em um buraco de obra no Autódromo de Interlagos, zona sul de São Paulo, no dia 3 de junho de 2025, quatro dias após seu desaparecimento. A Polícia Civil de São Paulo trabalha para esclarecer as circunstâncias da morte, analisando vestígios de sangue no carro da vítima e aguardando exames do Instituto Médico Legal (IML). O caso, que intriga autoridades e familiares, envolve perícias detalhadas, coletas de depoimentos e testes toxicológicos. A Secretaria da Segurança Pública (SSP-SP) afirma que o Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) está empenhado em desvendar o ocorrido. O corpo, descoberto em um local isolado por cercas, levanta questões sobre como e por que o empresário chegou ali.

Adalberto, conhecido no ramo de óticas e apaixonado por esportes de velocidade, desapareceu após um evento no autódromo. A esposa, preocupada com a falta de contato após a última mensagem às 20h30 do dia 30 de maio, acionou a polícia. A investigação segue em ritmo acelerado para trazer respostas.

  • Vestígios analisados: manchas de sangue no carro, em bancos, porta e assoalho.
  • Local do corpo: buraco de 45 cm de diâmetro e 3 m de profundidade em obra.
  • Causa preliminar: asfixia por compressão torácica, segundo o IML.
  • Exames pendentes: toxicológico e de material sob as unhas da vítima.

Novas perícias no veículo

A Polícia Civil, por meio do Instituto de Criminalística, realizou uma análise minuciosa no carro de Adalberto Amarilio dos Santos Júnior. Peritos identificaram manchas de sangue em quatro pontos distintos: nos bancos dianteiros e traseiros, em uma das portas e no assoalho do veículo. Um teste preliminar confirmou se tratar de sangue humano, e as amostras estão sendo comparadas com o material biológico do empresário para verificar a correspondência.

A SSP-SP informou que o DHPP solicitou uma segunda perícia no automóvel, buscando vestígios adicionais que possam indicar o que aconteceu na noite do desaparecimento. A presença de material biológico é uma pista crucial, e os peritos trabalham para determinar se há outros elementos, como impressões digitais ou fibras, que complementem a investigação. O veículo, estacionado no autódromo, foi o último lugar onde Adalberto foi visto antes de sumir.

Detalhes do desaparecimento

Adalberto Amarilio dos Santos Júnior, de 35 anos, participou de um evento no Autódromo de Interlagos no dia 30 de maio de 2025. Segundo amigos, ele se despediu por volta das 20h, informando que iria ao estacionamento pegar seu carro. Às 20h30, enviou uma mensagem à esposa, o último contato antes de desaparecer. A família, alarmada pela ausência, registrou o caso na polícia, iniciando as buscas.

O empresário, descrito como apaixonado por corridas e kart, era figura conhecida em eventos automobilísticos. Sua rotina incluía encontros com amigos em kartódromos, onde organizava ações sociais para arrecadar alimentos, roupas e brinquedos. A última aparição de Adalberto em Interlagos deixou mais perguntas do que respostas, e a polícia agora busca testemunhas que possam relatar qualquer movimento suspeito naquela noite.

Descoberta do corpo

Operários de uma obra no Autódromo de Interlagos encontraram o corpo de Adalberto em um buraco de 45 centímetros de diâmetro e 3 metros de profundidade, destinado às fundações. O local, cercado por tapumes e isolado, dificultava o acesso, o que intriga os investigadores. O empresário foi achado sem a calça jeans e os tênis que usava, mas o capacete do evento, a carteira e o celular estavam presentes.

Uma calça semelhante à descrita pela esposa foi localizada nas proximidades, porém não foi reconhecida como pertencente a Adalberto. A polícia analisa se o item tem relação com o caso ou se pertence a outra pessoa. A cena, descrita como incomum, levou o DHPP a intensificar as buscas por pistas no entorno do autódromo.

Exames do IML em andamento

O Instituto Médico Legal examinou o corpo de Adalberto Amarilio dos Santos Júnior e não encontrou fraturas ou ferimentos evidentes que expliquem a morte. A causa preliminar, apontada pelos legistas, é asfixia por compressão torácica, possivelmente devido ao espaço restrito do buraco onde o corpo foi encontrado. A posição e as condições do local sugerem que a vítima pode ter ficado sem oxigênio.

A polícia aguarda resultados de exames adicionais para esclarecer o quadro. Entre eles:

  • Teste toxicológico: busca traços de álcool, drogas ou substâncias tóxicas no organismo.
  • Análise de material sob as unhas: pode indicar luta ou contato com agressores.
  • Laudos complementares: para confirmar a causa exata e o tempo da morte.
  • Comparação de DNA: entre o sangue do carro e o do empresário.
    O DHPP destaca que os laudos são essenciais para traçar a dinâmica dos fatos.
Adalberto Amarilio
Adalberto Amarilio – Arquivo pessoal

Ações sociais e paixão por velocidade

Adalberto, além de atuar no setor de óticas, era reconhecido por seu amor por esportes de velocidade. Frequentava kartódromos e eventos automobilísticos, onde exibia troféus conquistados em corridas amadoras. Sua presença em Interlagos, no dia 30 de maio, fazia parte dessa rotina.

Ele também se dedicava a causas sociais, organizando ações em kartódromos para arrecadar donativos. Amigos relatam que Adalberto unia a paixão pelo esporte à solidariedade, ajudando instituições com alimentos, roupas e brinquedos. Sua morte chocou a comunidade local, que agora acompanha o desenrolar das investigações.

Trabalho intenso da polícia

O Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa atua em múltiplas frentes para esclarecer a morte de Adalberto. Equipes coletam depoimentos de amigos, familiares e testemunhas que estavam no autódromo na noite do desaparecimento. A SSP-SP reforça que o caso é prioridade, e os investigadores aguardam laudos para avançar.

A polícia também mapeia o entorno do Autódromo de Interlagos, buscando câmeras de segurança e registros que mostrem os últimos movimentos de Adalberto. O trabalho conjunto entre o DHPP e o Instituto de Criminalística visa identificar qualquer detalhe que revele como o empresário chegou ao buraco da obra.

Pistas no local da obra

O buraco onde o corpo foi encontrado, com 45 centímetros de diâmetro e 3 metros de profundidade, era parte de uma obra isolada por cercas e tapumes. A polícia investiga como Adalberto chegou a esse ponto, já que o acesso era restrito. A ausência da calça e dos tênis levanta hipóteses, e os itens achados, como o capacete, a carteira e o celular, estão sob análise.

Investigadores examinam o terreno ao redor, procurando pegadas, marcas ou objetos que indiquem a presença de outras pessoas. A calça encontrada nas proximidades é uma pista em aberto, e peritos avaliam se há vestígios biológicos ou fibras que a conectem ao caso.

Próximos passos da investigação

A Polícia Civil de São Paulo segue com diligências para ouvir mais testemunhas e mapear o trajeto de Adalberto no Autódromo de Interlagos. O DHPP prioriza a análise de imagens de câmeras de segurança, que podem ter capturado movimentos na noite de 30 de maio. Os laudos do IML e do Instituto de Criminalística são aguardados com expectativa.

Os peritos continuam examinando o carro, o local da obra e os itens encontrados com o corpo. A SSP-SP garante que as equipes estão empenhadas em esclarecer a dinâmica dos fatos, unindo esforços para entregar respostas à família e à sociedade. O caso segue sob sigilo em alguns aspectos, para preservar a investigação.

Perfil de Adalberto Amarilio

Adalberto Amarilio dos Santos Júnior, de 35 anos, era um empresário do ramo de óticas e um entusiasta de corridas. Sua vida era marcada pela dedicação ao trabalho e ao esporte. Ele participava de eventos em kartódromos e autódromos, onde exibia sua habilidade e paixão por velocidade.

  • Atuação profissional: gerenciava negócios no setor de óticas.
  • Paixão por corridas: colecionava troféus em competições amadoras.
  • Engajamento social: promovia arrecadações para instituições de caridade.
  • Presença online: compartilhava fotos de corridas e momentos com amigos.
    Amigos e familiares destacam seu carisma e compromisso com causas sociais, lamentando a perda em circunstâncias tão misteriosas.

Janderson é colaborador da redação do Mix Vale, portal de notícias com cobertura de Brasil e mundo. Produz conteúdo nas editorias de economia e benefícios, com foco em informação de serviço para o leitor brasileiro. Escreve para o portal desde 2024

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