Segunda semana da VNL masculina 2025 começa com Brasil enfrentando CanadáPor Janderson
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A segunda semana da Liga das Nações de Vôlei (VNL) Masculino 2025 inicia nesta quarta-feira, 25 de junho, reunindo 18 seleções em confrontos intensos até 3 de agosto. O Brasil, comandado pelo técnico Bernardinho, enfrenta o Canadá às 18h, em Hoffman Estates, nos Estados Unidos, marcando o começo de uma série de quatro jogos cruciais em Chicago. A competição, que define vagas para as Olimpíadas de Paris 2025, ocorre em sedes como Burgas (Bulgária), Belgrado (Sérvia) e Hoffman Estates, com transmissão ao vivo dos jogos brasileiros no Sportv 2, VBTV e ge. A edição deste ano traz novidades, como a inclusão de China e Ucrânia e a regra experimental de “dois toques” no levantamento, prometendo elevar a competitividade.
Os jogos da segunda semana são aguardados com expectativa, especialmente após a performance brasileira na primeira etapa, no Rio de Janeiro, onde a seleção venceu adversários como Irã e Eslovênia. A fase preliminar, dividida em três semanas, exige consistência das equipes, que disputam 12 partidas cada. As oito melhores avançam para a fase final, em Ningbo, na China.
Além do Brasil, potências como Polônia, Itália e França também entram em quadra, enfrentando adversários em busca de pontos no ranking da Federação Internacional de Voleibol (FIVB). A competição, em sua sétima edição, destaca-se pela ausência de proteção contra rebaixamento, aumentando a pressão sobre todas as seleções.
- Principais jogos do Brasil na segunda semana:
- 25/6: Brasil x Canadá, às 18h, em Hoffman Estates
- 26/6: Brasil x China, às 18h, em Hoffman Estates
- 28/6: Brasil x Itália, às 18h, em Hoffman Estates
- 29/6: Brasil x Polônia, às 18h, em Hoffman Estates
Agenda completa da segunda semana
A segunda semana da VNL masculina 2025 promete cinco dias de confrontos intensos, com jogos distribuídos em três cidades-sede. Em Burgas, na Bulgária, equipes como Ucrânia, França e Japão duelam em partidas que começam às 6h30 de Brasília. Belgrado, na Sérvia, recebe embates como Alemanha x Cuba e Sérvia x Irã, enquanto Hoffman Estates, nos EUA, é palco dos jogos do Brasil e de potências como Itália e Polônia.
Cada dia traz uma sequência de partidas que testam a preparação física e tática das seleções. Por exemplo, na quarta-feira, 25 de junho, a programação inclui nove jogos, com destaque para Itália x Polônia, às 14h30, um confronto entre duas das equipes mais fortes do torneio. Já na sexta-feira, 27 de junho, seis partidas movimentam as quadras, incluindo o duelo tático entre China e Itália, às 18h.
A rotação de sedes e adversários desafia as equipes a se adaptarem rapidamente a diferentes condições de jogo. Para o Brasil, atuar em Chicago significa enfrentar um ambiente diferente do Maracanãzinho, onde a torcida local deu um impulso extra na primeira semana. A logística de viagens e a recuperação entre jogos são fatores cruciais para manter o desempenho.
Mudanças na estrutura da VNL 2025
A sétima edição da Liga das Nações de Vôlei trouxe inovações significativas. A inclusão de China e Ucrânia elevou o número de seleções para 18, ampliando a competitividade. Cada time disputa 12 jogos na fase preliminar, divididos em três semanas, com grupos rotativos de seis equipes. Essa estrutura garante confrontos variados e evita embates repetitivos, mantendo o torneio dinâmico.
Outra novidade é a redução de seis para cinco dias de competição por semana, com uma semana extra de descanso entre as etapas. Essa mudança visa preservar a saúde dos atletas, que enfrentam uma maratona de jogos em curto espaço de tempo. A fase final, programada para 30 de julho a 3 de agosto em Ningbo, na China, será em formato eliminatório, com quartas de final, semifinais e final em jogo único.
A FIVB também introduziu uma regra experimental que permite “dois toques” durante o levantamento, desde que a bola permaneça no mesmo lado da quadra. Essa alteração, que está sendo testada em 2025, pode mudar a dinâmica dos ataques, exigindo ajustes estratégicos dos levantadores e técnicos.
Desempenho brasileiro na primeira semana
Na primeira semana, disputada no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, o Brasil mostrou força ao vencer Irã, Ucrânia e Eslovênia, mas sofreu uma derrota para Cuba em um jogo equilibrado, decidido no tie-break. O destaque foi o central Judson, que liderou em pontos no jogo contra Eslovênia, com seis no primeiro set. A distribuição do levantador Cachopa também foi elogiada, explorando bem os centrais e pontas.
A derrota para Cuba expôs a necessidade de ajustes, especialmente na consistência defensiva e na eficiência dos contra-ataques. Bernardinho, conhecido por sua abordagem tática, deve usar a experiência da primeira semana para preparar a equipe para adversários mais fortes, como Itália e Polônia, na segunda etapa.
Destaques individuais e estratégias
Além do coletivo, jogadores brasileiros como o oposto Alan Souza têm chamado a atenção. Ele busca quebrar o recorde de velocidade de saque na VNL 2025, um feito que pode inspirar a equipe e atrair ainda mais atenção para a competição. Outros atletas, como o ponteiro Lucarelli e o líbero Thales, são peças-chave na recepção e no sistema defensivo.
A estratégia de Bernardinho para Chicago deve priorizar a variação de jogadas, com ataques rápidos pelos centrais e saques agressivos para dificultar a recepção adversária. Contra a Itália, por exemplo, o Brasil precisará neutralizar o oposto Alessandro Michieletto, um dos destaques da temporada europeia. Já contra a Polônia, o desafio será enfrentar o levantador Marcin Janusz, que comanda um ataque versátil.
Outras seleções em foco
Fora do Brasil, a segunda semana destaca confrontos que podem mexer com o ranking da FIVB. A Polônia, campeã em 2023, enfrenta a Itália em um jogo que promete equilíbrio técnico. A França, bicampeã da VNL, busca manter a regularidade contra adversários como Japão e Eslovênia. A Sérvia, por sua vez, aposta nos opostos Luburic e Nikolic, que têm atraído comentários pela potência e pelo estilo de jogo.
A inclusão de China e Ucrânia trouxe novas dinâmicas ao torneio. A China, anfitriã da fase final, já garantiu vaga no mata-mata, mas busca pontos para melhorar sua posição no ranking. A Ucrânia, estreante, surpreendeu na primeira semana com vitórias expressivas, mostrando potencial para brigar por uma vaga entre as oito melhores.
Transmissão e acesso aos jogos
Os jogos do Brasil na VNL 2025 têm transmissão garantida no Sportv 2, com cobertura em tempo real no ge e streaming na plataforma VBTV, que exige assinatura. Para as demais partidas, a disponibilidade varia, sendo necessário consultar a programação da VBTV ou de canais locais. A Volleyball World, site oficial da FIVB, oferece estatísticas detalhadas, perfis de jogadores e reprises, sendo uma opção para os fãs que desejam acompanhar cada detalhe da competição.
A venda de ingressos para os jogos em Chicago está disponível no site da Volleyball World, com preços variando conforme a localização no ginásio. A expectativa é de bom público, especialmente nos duelos envolvendo o Brasil, que conta com uma comunidade de torcedores nos Estados Unidos.
Formato da fase final
A fase final da VNL 2025, em Ningbo, reunirá as oito melhores seleções em confrontos diretos. As quartas de final seguem a lógica de 1º x 8º, 2º x 7º, 3º x 6º e 4º x 5º, com os vencedores avançando às semifinais. A China, por ser anfitriã, já está classificada, o que aumenta a disputa pelas demais vagas.
A ausência de proteção contra rebaixamento é um fator extra de pressão. A seleção com pior desempenho será rebaixada, dando lugar à melhor equipe do ranking mundial que ainda não está na VNL. Esse cenário torna cada jogo decisivo, mesmo para equipes tradicionais como Brasil, Itália e França.
Curiosidades da VNL 2025
A edição de 2025 da VNL trouxe elementos que enriquecem a narrativa do torneio:
- Novas regras: A permissão de “dois toques” no levantamento é uma tentativa de tornar o jogo mais fluido e ofensivo.
- Estreantes: China e Ucrânia adicionam diversidade, com jogadores jovens que buscam se destacar no cenário internacional.
- Histórico brasileiro: O Brasil conquistou o título em 2021 e busca o bicampeonato, algo que apenas Rússia e França conseguiram.
- Sedes globais: Além de Chicago, Burgas e Belgrado, a terceira semana terá jogos em Gdansk (Polônia), Ljubljana (Eslovênia) e Kanto (Japão).
Expectativas para o Brasil em Chicago
A campanha brasileira em Chicago será um teste de fogo. Enfrentar Canadá, China, Itália e Polônia em sequência exige versatilidade e resistência. O Canadá aposta em um jogo físico, com destaque para o central Danny Demyanenko. A China, embora menos tradicional, tem crescido com jogadores como o ponteiro Zhang Jingyin. Itália e Polônia, por sua vez, são candidatas ao título, com elencos experientes e técnicos renomados.
Bernardinho, que retornou ao comando da seleção em 2024, deve usar sua experiência para gerenciar o desgaste físico e emocional da equipe. A torcida espera que o Brasil mantenha a agressividade no saque e a solidez no bloqueio, características que marcaram a campanha de 2021, ano do primeiro título da VNL.







