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Em Quito, no dia 9 de setembro de 2025, Thiago Almada, jovem meia do Botafogo, assumiu a camisa 10 da Argentina na última rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026 contra o Equador, em um jogo que marca a consolidação de uma nova promessa do futebol argentino. Com a Argentina já classificada e líder com 38 pontos, a partida no Estadio Monumental Banco Pichincha serve como teste para o talento de 24 anos, que substitui Lionel Messi, descansado após brilhar contra a Venezuela. Almada, convocado apenas dois meses após sua estreia no clube carioca, já desperta comparações com o ídolo argentino, enquanto o Brasil enfrenta incertezas com Neymar. O confronto, às 19h (horário de Brasília), coloca o jovem em destaque global, com a imprensa internacional apontando-o como possível herdeiro de Messi. A ascensão de Almada reflete o planejamento estratégico da seleção argentina, que busca renovação sem perder sua força competitiva.

O meia, que já marcou dois gols pelo Botafogo e três nas Eliminatórias, ganhou projeção após um empate por 1 a 1 contra a Colômbia, onde driblou adversários e garantiu um ponto crucial. Sua trajetória meteórica no futebol sul-americano é impulsionada pelo projeto multi-clubes da Eagle Football, que o prepara para o cenário europeu. Enquanto isso, a Argentina testa sua nova geração em um jogo que, embora protocolar, carrega o peso das expectativas sobre o futuro da seleção.

Thiago Almada
Thiago Almada – Foto: Instagram
  • Destaques de Almada: Marcou o gol decisivo contra a Colômbia.
  • Cenário do jogo: Argentina já garantiu vaga na Copa de 2026.
  • Comparação com Messi: Imprensa internacional exalta semelhanças no estilo.

Ascensão meteórica de Thiago Almada

A trajetória de Thiago Almada no futebol é um exemplo de ascensão rápida e consistente. Nascido em Buenos Aires, o jogador de 24 anos começou sua carreira no Vélez Sarsfield, onde se destacou pela visão de jogo e habilidade em dribles curtos. Sua transferência para o Botafogo, em 2025, marcou o início de uma nova fase, com apenas dois meses de clube sendo suficientes para garantir uma convocação à seleção argentina. Contra a Colômbia, Almada mostrou frieza ao marcar em um jogo disputado, com a Argentina reduzida a dez jogadores. Sua capacidade de decidir sob pressão o colocou no radar de gigantes europeus, como o Lyon, clube ligado à Eagle Football.

O projeto multi-clubes, que também envolve o Crystal Palace, visa desenvolver jovens talentos sul-americanos para o mercado europeu. Almada, com sua versatilidade e precisão nos passes, é a peça central dessa estratégia. Ele já soma três gols e duas assistências nas Eliminatórias, números que reforçam sua importância para a renovação da seleção argentina.

  • Origem: Começou no Vélez Sarsfield, com destaque precoce.
  • Botafogo: Dois gols em poucos jogos pelo clube carioca.
  • Europa no horizonte: Lyon e Crystal Palace monitoram sua evolução.
  • Números: Três gols e duas assistências nas Eliminatórias.

Jogo contra o Equador: um teste simbólico

A partida contra o Equador, realizada em Quito, não altera a posição da Argentina, que lidera as Eliminatórias com 38 pontos, mas é um marco para Almada. Vestir a camisa 10, imortalizada por Messi, é uma responsabilidade que poucos jovens jogadores enfrentam tão cedo. O Estadio Monumental Banco Pichincha, conhecido pela altitude desafiadora, testa a resistência física e mental do meia, que enfrenta uma equipe equatoriana motivada, apesar de também já classificada com 26 pontos. A Argentina, sob o comando de Lionel Scaloni, usa o jogo para avaliar a nova geração, com Almada como protagonista.

O Equador, que não marca há quatro jogos, aposta em sua solidez defensiva, com apenas cinco gols sofridos em 17 partidas. A Argentina, por outro lado, tem um ataque prolífico, com 31 gols na campanha. Almada, escalado como titular, deve atuar como armador, conectando o meio-campo ao ataque, função que exige criatividade e precisão.

  • Desafio da altitude: Quito está a 2.850 metros acima do mar.
  • Defesa equatoriana: Apenas cinco gols sofridos em 17 jogos.
  • Ataque argentino: 31 gols marcados nas Eliminatórias.
  • Papel de Almada: Armador central, com liberdade criativa.

Comparações com Messi e o peso da camisa 10

A imprensa internacional, especialmente o jornal espanhol AS, já compara Almada a Lionel Messi, destacando sua habilidade em driblar em espaços curtos e sua visão de jogo. Embora o peso da comparação seja inevitável, Almada mantém os pés no chão, focando em sua evolução. A decisão de Scaloni de descansar Messi, após a vitória por 3 a 0 contra a Venezuela, onde o craque marcou dois gols, reflete a confiança no jovem meia. Outros jogadores, como Ángel Di María e Paulo Dybala, já vestiram a camisa 10 em ausências de Messi, mas Almada é o primeiro de sua geração a receber essa honra em um contexto de transição.

O jogo contra o Equador é uma oportunidade para Almada mostrar que pode liderar a seleção em momentos decisivos. Sua performance será avaliada não apenas pelos torcedores, mas também por olheiros de clubes europeus, que veem no jogador um potencial raro.

Projeto Eagle Football e o futuro de Almada

O envolvimento de Almada com a Eagle Football é um diferencial em sua carreira. A rede de clubes, que inclui Botafogo, Lyon e Crystal Palace, investe em jovens talentos com potencial de mercado global. Almada, após se destacar no Brasileirão, está programado para uma transferência ao Lyon em 2026, com a possibilidade de atuar na Premier League pelo Crystal Palace. Esse planejamento estratégico garante que o meia tenha exposição em diferentes contextos competitivos, preparando-o para o alto nível europeu.

No Botafogo, Almada já conquistou a torcida com sua habilidade e entrega. Seus dois gols em poucos jogos pelo clube carioca mostram sua adaptação ao futebol brasileiro, conhecido por sua intensidade. A convocação para a seleção argentina reforça sua relevância no projeto, que visa formar jogadores completos, capazes de atuar em ligas de alto nível.

  • Eagle Football: Rede de clubes com foco em jovens talentos.
  • Botafogo: Almada se adapta rapidamente ao futebol brasileiro.
  • Lyon: Próximo destino do meia em 2026.
  • Premier League: Crystal Palace como possível futuro.

Contexto das Eliminatórias e a força argentina

A Argentina chega à última rodada das Eliminatórias com uma campanha quase impecável: 12 vitórias, dois empates e três derrotas em 17 jogos. A liderança isolada, com 38 pontos, reflete a consistência do time de Scaloni, que mescla veteranos como Messi e Di María com jovens como Almada e Julián Álvarez. O Equador, quarto colocado com 26 pontos, garantiu sua vaga, mas busca encerrar a campanha com um resultado positivo em casa. A rivalidade histórica entre as duas seleções, com empates recentes como o 1 a 1 na Copa América de 2024, promete um jogo disputado.

Almada, ao assumir a camisa 10, carrega a responsabilidade de manter o padrão argentino de excelência. Sua atuação contra o Equador pode consolidar sua posição como peça-chave na renovação da seleção, que já planeja a Copa de 2026 com uma mistura de experiência e juventude.

  • Campanha argentina: 12 vitórias, dois empates, três derrotas.
  • Equador em casa: Cinco vitórias e três empates, sem derrotas.
  • Rivalidade: Argentina venceu seis dos últimos oito jogos contra o Equador.
  • Transição: Jovens como Almada integram nova geração.

Expectativas para a Copa de 2026

Com a classificação garantida, a Argentina usa a partida contra o Equador para testar formações e jogadores. Almada, ao lado de nomes como Julián Álvarez e Enzo Fernández, representa a nova safra que deve liderar a seleção na Copa de 2026, sediada nos Estados Unidos, Canadá e México. A ausência de Messi no jogo reforça a necessidade de construir um time competitivo sem depender exclusivamente do craque. Almada, com sua habilidade e maturidade, é visto como um dos pilares desse futuro.

O meia também atrai atenção por sua versatilidade, podendo atuar como armador ou ponta. Sua capacidade de criar jogadas e finalizar com precisão o torna um jogador completo, ideal para o estilo de jogo argentino, que privilegia posse de bola e criatividade.

  • Copa de 2026: Sedes nos EUA, Canadá e México.
  • Versatilidade: Almada atua como armador e ponta.
  • Futuro argentino: Nova geração com Almada, Álvarez e Fernández.
  • Estilo de jogo: Posse de bola e criatividade.

Luís Henrique Costa é jornalista formado pela FMU, editor-chefe e fundador do Mix Vale, portal de notícias em atividade desde 2013. Responde pela direção editorial do veículo, que cobre Brasil e mundo em economia, benefícios sociais, esportes, tecnologia, ciência e entretenimento. Atua na área há mais de 15 anos e lidera uma equipe de cerca de 15 colaboradores.

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