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A organização do Masters 1000 de Xangai anunciou a participação de Novak Djokovic no torneio que inicia em 1º de outubro. O sérvio, atual quarto colocado no ranking da ATP, não compete oficialmente desde a semifinal do US Open, onde caiu para Carlos Alcaraz. Sua volta à quadra asiática desperta expectativas entre os fãs, especialmente após o vice-campeonato na edição anterior.

Djokovic acumula quatro troféus no evento chinês, superando qualquer outro jogador em atividade. Ele conquistou os títulos em 2012, 2013, 2015 e 2018, com um retrospecto de 39 vitórias em 45 partidas. A confirmação veio por meio de uma postagem nas redes sociais da competição, destacando o retorno do atleta que domina o histórico do torneio.

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O jovem brasileiro João Fonseca também estreia no Masters 1000 de Xangai, marcando um momento importante em sua ascensão no circuito. Aos 19 anos, o carioca ocupa a 42ª posição na ATP e chega ao evento após contribuições decisivas na Copa Davis e na Laver Cup. Sua presença adiciona um toque de novidade ao calendário asiático.

  • Vitórias de Djokovic em Xangai: 39 em 45 jogos disputados.
  • Títulos do sérvio: Quatro, recorde entre ativos.
  • Estreia de Fonseca: Primeiro Masters 1000 na carreira.
  • Datas do torneio: De 1º a 12 de outubro, em quadra dura.

Histórico dominante de Djokovic no torneio

Djokovic enfrentou Jannik Sinner na final do ano passado, perdendo por 7/6 e 6/3. O italiano, então com 22 anos, tornou-se o campeão mais jovem da história da competição. Essa partida representou o segundo confronto decisivo entre os dois em eventos de elite, com o sérvio tendo vencido o primeiro no ATP Finals de 2023.

O retorno de Djokovic a Xangai ocorreu após ausência em 2023, e sua última participação antes disso foi em 2019, quando avançou até as quartas de final. Naquela edição, ele sucumbiu ao grego Stefanos Tsitsipas em uma batalha de quatro sets. O sérvio expressou empolgação com a volta, destacando o carinho dos torcedores chineses em suas redes sociais.

O Masters 1000 chinês serve como o oitavo evento dessa categoria na temporada, precedendo apenas o de Paris no final de outubro. Com prêmios substanciais e pontos cruciais para o ranking, o torneio atrai o top 50 quase completo, exceto por baixas pontuais como a de Jack Draper.

Fonseca, por sua vez, assistido por Djokovic durante a Copa Davis em Atenas, onde o sérvio reside atualmente, mostrou resiliência ao reverter um set contra Tsitsipas. Essa vitória selou a classificação do Brasil no confronto por 3 a 1 contra a Grécia.

Estreia promissora de João Fonseca

João Fonseca, número 1 do Brasil, soma 20 vitórias em 34 partidas de nível ATP nesta temporada, excluindo Challengers e eventos de exibição. Seu desempenho na Laver Cup, em San Francisco, incluiu uma vitória sobre o italiano Flavio Cobolli, contribuindo para o terceiro título do Time Mundo. O carioca, treinado por Guilherme Teixeira, demonstra um jogo agressivo adaptado à quadra dura.

A trajetória de Fonseca em 2025 começou com entrada no top 100 após eliminar Andrey Rublev na estreia do Australian Open. Ele prosseguiu com o título no ATP 250 de Buenos Aires e avanços em torneios como Wimbledon, onde alcançou a terceira rodada. Sua posição atual, 42º na ATP, reflete 1.129 pontos acumulados.

No US Open recente, Fonseca parou na segunda rodada contra o tcheco Tomas Machac, após uma estreia vitoriosa. Essa experiência em Grand Slams fortalece sua preparação para Xangai, onde enfrentará rivais de alto calibre pela primeira vez em um Masters 1000.

  • Conquistas de Fonseca em 2025: Título em Buenos Aires e terceira rodada em Wimbledon.
  • Vitórias na Laver Cup: Incluindo duelo contra Cobolli, 25º do mundo.
  • Pontos no ranking: 1.129, melhor marca pessoal aos 19 anos.
  • Treinador: Guilherme Teixeira, focado em superfícies rápidas.

O torneio em Xangai oferece a Fonseca a chance de acumular pontos valiosos para as NextGen Finals, onde ele ocupa a segunda colocação na corrida. Sua agenda inclui ainda o ATP 250 de Bruxelas a partir de 13 de outubro, seguido pelo ATP 500 de Basileia.

Calendário asiático e europeu pela frente

Após Xangai, Fonseca segue para Bruxelas, sua estreia no ATP 250 belga em quadra dura indoor. Esse evento, de 13 a 19 de outubro, atrai jogadores em ascensão e distribui pontos essenciais para consolidação no top 40. A proximidade geográfica com Basileia exige adaptação ao fuso horário, mas favorece o ritmo de seu estilo de jogo.

Djokovic, por outro lado, comprometeu-se com o ATP 250 de Atenas entre 2 e 8 de novembro, mas ainda não definiu presença em Paris ou no ATP Finals de Turim. Sua estratégia seletiva em 2025, com menos torneios que nos anos anteriores, visa preservar a forma para os grandes objetivos.

O Masters de Xangai, disputado no Qi Zhong Tennis Center, conta com capacidade para 15 mil espectadores e superfícies rápidas que beneficiam sacadores potentes como Djokovic. A edição de 2025 inclui wild cards para promessas locais, ampliando a diversidade da chave.

Fonseca expressou otimismo em entrevista recente, mencionando o retorno ao Brasil antes da viagem à China para ajustes finais. Seu foco reside em extrair lições da Laver Cup, onde o Time Mundo superou a Europa por margem estreita.

Rivalidades acesas na chave chinesa

Carlos Alcaraz, atual número 1, busca o oitavo título do ano após vitórias em Tóquio e no US Open. Ele enfrenta Djokovic pela primeira vez desde a semifinal americana, em um confronto que pode definir posições na corrida para o ATP Finals. Sinner, defensor do título, lidera essa disputa com Alcaraz logo atrás.

A chave de Xangai promete duelos intensos, com o top 10 quase integral presente. Djokovic aparece como terceiro na briga pelas vagas em Turim, atrás apenas do italiano e do espanhol. Sua experiência em finais de Masters pode ser o diferencial em uma edição marcada por retornos e estreias.

Fonseca, sem cabeça de chave, inicia contra adversários do top 50, possivelmente em uma maratona de jogos. Sua virada contra Tsitsipas na Davis inspira confiança, especialmente em sets decisivos.

  • Favoritos ao título: Alcaraz, Sinner e Djokovic no top da corrida para Turim.
  • Chave de Fonseca: Possíveis duelos iniciais contra top 50 em quadra dura.
  • Capacidade do estádio: 15 mil pessoas no Qi Zhong Tennis Center.
  • Prêmios em Xangai: Pontos cruciais para o fim de temporada.

O evento chinês integra a sequência asiática, com Alcaraz já em Tóquio e Sinner defendendo pontos em Pequim. Essa rotação testa a resistência física dos atletas em viagens longas.

Destaques da temporada de Fonseca

O carioca começou 2025 como 145º do mundo e escalou posições com campanhas sólidas. Em Roma, seu primeiro Masters no saibro, ele avançou na qualificatória antes de cair na chave principal. Halle, em grama, trouxe um tie-break perdido para Cobolli na estreia.

Na Copa Davis, Fonseca brilhou em Atenas, onde Djokovic o observou das arquibancadas. A vitória sobre Tsitsipas, revirando o terceiro set, garantiu pontos para o Brasil e elevou sua moral. A Laver Cup seguiu como ápice coletivo, com o Time Mundo erguendo o troféu pela terceira vez.

Seu jogo evolui em consistência, com forehands potentes e saque aprimorado. Analistas destacam sua maturidade aos 19 anos, comparando-o a gerações anteriores de brasileiros como Gustavo Kuerten.

Djokovic, com 24 títulos de Grand Slam, usa Xangai para reacender a forma. Sua ausência em eventos como Madrid reflete uma gestão cuidadosa de lesões e fadiga.

Preparação e expectativas em Xangai

A viagem à China exige de Fonseca adaptação ao jet lag e ao clima úmido de outubro. Ele planeja treinos leves em São Paulo antes do embarque, focando em transições rápidas. O torneio oferece qualificatórias para não sementes, ampliando chances de avanço.

Djokovic, radicado em Atenas, beneficia-se da proximidade cultural com a Ásia. Sua mensagem nas redes enfatiza o “prazer de voltar a Xangai”, citando o apoio local como motivação. O sérvio soma 99 títulos na carreira, com Xangai como palco para o centésimo.

O evento distribui até 1.000 pontos ao campeão, impactando diretamente as Finais da ATP. Para Fonseca, uma vitória inicial valeria 10 pontos, mas avanços profundos acelerariam sua escalada no ranking.

  • Treinos de Fonseca: Foco em saibro para transições em dura.
  • Títulos de Djokovic: 99 na carreira, próximo do marco histórico.
  • Pontos para campeão: 1.000 no Masters 1000.
  • Clima em Xangai: Úmido, testando resistência física.

A organização espera público recorde, com ingressos esgotados para sessões noturnas. Transmissões globais cobrem o torneio via ESPN e Star+ no Brasil.

Momentos chave da Laver Cup

Na Laver Cup, Fonseca integrou o Time Mundo capitaneado por um ícone aposentado. O confronto contra a Europa, com Alcaraz e Zverev, terminou em vitória por margem apertada. Sua partida contra Cobolli, em sets diretos, somou pontos cruciais na sexta-feira de abertura.

O evento em San Francisco reuniu gerações, com Fonseca como o mais jovem. Ele adaptou-se ao formato de pontuação progressiva, onde vitórias contam mais nos dias finais. O troféu erguido coletivamente reforça laços com rivais como Sinner.

Djokovic, ausente da Laver, acompanha o circuito de Atenas, onde planeja exibições. Sua conexão com Fonseca surgiu na Davis, com o sérvio elogiando a “garra brasileira” pós-jogo.

Fonseca mira consistência em Xangai, evitando erros não forçados vistos em Cincinnati. Sua terceira rodada lá, contra um qualifier, mostrou potencial em tie-breaks.

Avanço no ranking e metas futuras

Com 1.129 pontos, Fonseca ultrapassou Flávio Saretta como nono melhor brasileiro histórico. Sua meta inclui top 30 até o fim de 2025, impulsionada por Bruxelas e Basileia. Paris, em 27 de outubro, fecha o ciclo de Masters.

Djokovic, com 7.500 pontos, defende posição para Turim. Sua seletividade em 2025, pulando Roma e Toronto, prioriza picos de forma. Xangai representa recomeço após o US Open.

O torneio chinês homenageia ex-campeões com cerimônias, incluindo Djokovic em 2008 pelo ATP Finals ali realizado. A edição 2025 integra wild cards para asiáticos emergentes.

Fonseca, de vendedor de paçoca nas praias cariocas a ATP 250 champion, inspira jovens. Seu programa sub-20 em Buenos Aires acelerou o salto.

Thiago Lemos é colaborador da redação do Mix Vale, portal de notícias com cobertura de Brasil e mundo. Produz conteúdo nas editorias de economia e benefícios, com foco em informação de serviço para o leitor brasileiro. Escreve para o portal desde 2020: Formação: Administração.

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