Alex Poatan rebate críticas de Tom Aspinall sobre trajetória no UFC antes de revanchePor Carolina Costa
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Alex Pereira rebateu as críticas feitas por Tom Aspinall sobre sua trajetória no UFC. O campeão peso-pesado inglês afirmou que o brasileiro teve matchups favoráveis até enfrentar Magomed Ankalaev. A declaração ocorreu em entrevista recente, às vésperas da revanche pelo cinturão meio-pesado.
Durante o media day do UFC 320, em Las Vegas, Pereira expressou confusão com o comentário. Ele enfatizou sua origem no kickboxing, sem experiência prévia em grappling ou MMA tradicional. O lutador paulista destacou o alto nível de qualquer oponente na organização.
A resposta de Pereira veio em coletiva de imprensa, onde ele reforçou conquistas como campeão em duas categorias. A revanche contra Ankalaev acontece neste sábado, no T-Mobile Arena.
- Pereira venceu Israel Adesanya, Jamahal Hill e Jiri Prochazka por nocaute.
- Ele defendeu o título meio-pesado três vezes antes da derrota por decisão unânime.
- Ankalaev conquistou o cinturão em março, com estratégia segura e pressão constante.
Trajetória de Poatan no UFC
Pereira ingressou no Ultimate em 2021, vindo diretamente do kickboxing. Sua adaptação rápida ao MMA surpreendeu, com vitórias expressivas em peso médio. Ele conquistou o cinturão ao nocautear Adesanya na revanche.
No meio-pesado, o brasileiro manteve o ritmo de nocautes. Enfrentou Blachowicz em decisão dividida e depois dominou rivais com golpes precisos. A sequência incluiu defesas contra Prochazka, Hill e Rountree.
A derrota para Ankalaev expôs desafios no grappling, apesar de zero quedas sofridas. Pereira ajustou o camp de treinamento para a revanche, focando em resistência e defesa.
Críticas de Aspinall geram debate
Tom Aspinall apontou que os oponentes de Pereira foram estilisticamente acessíveis até Ankalaev. O inglês destacou a ameaça de quedas do russo como fator decisivo. Aspinall previu repetição da vitória em entrevista à TNT Sports.
Pereira rebateu, argumentando que qualquer luta no UFC representa risco alto. Ele citou sua falta de base em artes mistas como elemento que tornava todos os duelos desafiadores. Fãs e analistas dividiram opiniões sobre a análise do campeão pesado.
O debate ganhou tração nas redes, com defensores de Pereira listando troféus de rivais derrotados. Aspinall, por sua vez, manteve posição sobre estilos incompatíveis.
A troca de farpas adiciona tensão ao cenário, mas Pereira prioriza a revanche.
Preparação para a revanche
Ankalaev chega como campeão, após decisão unânime no primeiro duelo. O russo usou pressão e controle de distância para vencer os cinco rounds. Ele rebateu acusações de evasão em encontro recente no Performance Institute.
Pereira promete ajustes físicos e táticos para neutralizar o estilo do adversário. Treinadores relataram foco em cardio e defesa de clinch durante o camp. O brasileiro evitou provocações excessivas, mas questionou danos sofridos na luta inicial.
Lutadores como Dustin Poirier apostam em nocaute de Pereira. Outros, como Robert Whittaker, veem repetição da vitória de Ankalaev. O card inclui co-main com Dvalishvili defendendo título galo.
Conquistas e desafios no octógono
Pereira se tornou um dos poucos a vencer títulos em duas divisões do UFC. Sua potência em trocação o destacou, com nocautes que entraram para a história. No entanto, a transição para meio-pesado testou limites de resistência.
Ankalaev construiu invencibilidade recente com wrestling e striking técnico. Ele superou nomes como Rakic e Walker antes do título. A revanche testa se Pereira pode impor jogo vertical novamente.
Fatores como idade de 38 anos de Pereira entram em discussão interna. Ele minimiza, garantindo prontidão para o alto nível.
- Treino incluiu sparring com grapplers para simular Ankalaev.
- Foco em evitar clinch, onde o russo prevaleceu antes.
- Equipe evitou viagens excessivas para priorizar recuperação.







