Funcionários da Energisa são alvos de tiros em Plácido de Castro, Acre

Energisa

Energisa - Foto: reprodução X

Um homem de 32 anos, identificado como J.V.S., foi preso em flagrante na terça-feira, 2 de outubro de 2025, em Plácido de Castro, interior do Acre, após ameaçar funcionários da Energisa com disparos de arma de fogo. A ação ocorreu durante uma tentativa de corte de energia por inadimplência. A Polícia Civil do Acre (PCAC) agiu rapidamente, localizando e detendo o suspeito horas após o incidente. A prisão preventiva foi decretada pela Justiça, e o caso segue em investigação para identificar um segundo envolvido.

O crime aconteceu por volta das 9h, quando dois funcionários da concessionária de energia foram ao endereço do suspeito para suspender o fornecimento. Segundo a polícia, J.V.S. e um comparsa sacaram pistolas, disparando próximo aos trabalhadores para intimidá-los.

  • Ameaças foram feitas durante procedimento padrão de corte de energia.
  • Disparos em via pública colocaram em risco a segurança dos funcionários e moradores.
  • O suspeito responderá por ameaça e disparo de arma de fogo, conforme o Código Penal.

Detalhes da prisão A Polícia Civil foi acionada logo após o relato dos funcionários na delegacia. Por meio de reconhecimento fotográfico, J.V.S. foi identificado como um dos autores do crime. A equipe policial realizou diligências e prendeu o suspeito às 11h40 do mesmo dia, demonstrando eficiência na resposta ao caso.

Crimes imputados O homem detido responderá por dois crimes previstos na legislação brasileira. O primeiro é ameaça, com base no artigo 147 do Código Penal, que prevê pena de detenção de um a seis meses. O segundo delito é disparo de arma de fogo em via pública, conforme o artigo 15 da Lei nº 10.826/2003, com pena de reclusão de dois a quatro anos. A Justiça decretou a prisão preventiva, mantendo J.V.S. à disposição do Poder Judiciário. As armas usadas na ação ainda não foram localizadas, mas as buscas continuam.

Investigações em andamento A Polícia Civil intensificou as diligências para identificar o comparsa de J.V.S. A corporação também busca as armas de fogo utilizadas no crime. Segundo o delegado Leandro Lucas Barreto de Lima, a ação criminosa é tratada com prioridade para garantir a segurança dos trabalhadores. O caso chamou atenção pela violência empregada contra profissionais em serviço. As investigações devem esclarecer as circunstâncias e possíveis motivações do ato.

Impacto na comunidade O incidente gerou preocupação entre moradores de Plácido de Castro. A concessionária Energisa não se pronunciou oficialmente até o momento. Casos de violência contra funcionários de serviços essenciais têm sido debatidos na região.

Medidas de segurança A Polícia Civil reforçou o compromisso com a proteção de trabalhadores em serviço. Casos semelhantes já foram registrados no estado, o que levou a debates sobre segurança. A Energisa pode revisar protocolos para proteger seus funcionários em campo.

Garantia de justiça A prisão de J.V.S. reflete a atuação rápida da Polícia Civil em casos de violência. O delegado Leandro Lucas destacou que a corporação trabalha para evitar a impunidade. A identificação do segundo suspeito é considerada essencial para a conclusão do inquérito. A sociedade local acompanha o desenrolar do caso, que expõe os riscos enfrentados por trabalhadores de serviços essenciais.

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