Ex-bailarina do Faustão Pablinny Faleiro Pedersoli agradece apoio e pede doações após facada da mãe em Minas GeraisPor Jeronimo Santos
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Pablinny Faleiro Pedersoli, ex-bailarina do programa Domingão do Faustão, agradeceu o apoio recebido nas redes sociais após revelar uma agressão sofrida pela mãe. O incidente ocorreu em 1º de outubro, em Lambari, Minas Gerais, quando a mulher de 65 anos arremessou uma faca de 15 centímetros contra o rosto da filha. Pablinny, de 36 anos, precisou de três pontos para tratar o corte e um coágulo na boca.
A produtora de eventos, que divide a casa com a genitora, acionou a Justiça para obter medida protetiva e busca suporte financeiro para se manter.
- A agressão foi filmada por Pablinny durante um surto da mãe.
- A idosa foi detida em flagrante, mas liberada sem fiança.
- A bailarina relatou episódios prévios de violência psicológica.
Detalhes da agressão registrada
A gravação do ataque mostra a mãe de Pablinny segurando a faca e tentando se ferir antes de lançá-la contra a filha. Pablinny narrou o momento em stories do Instagram, destacando o estado alterado da genitora. O ferimento no rosto causou sangramento imediato e dificuldades para mastigar alimentos sólidos nos dias seguintes.
A polícia militar atendeu a ocorrência no dia do incidente, mas orientou a vítima a registrar novas ameaças em vídeo. Pablinny informou que a casa não possui fechadura no quarto, o que agrava a sensação de insegurança.
Histórico de tensões familiares
Pablinny Faleiro Pedersoli mudou-se para a residência da mãe em maio deste ano, após o divórcio em fevereiro. O casamento anterior envolveu denúncias de violência doméstica, com medidas protetivas concedidas pela Lei Maria da Penha. A relação com a genitora inclui relatos de humilhações e manipulação emocional desde a infância.
A mãe, segundo a bailarina, enfrenta dependência de álcool e drogas, além de uso de medicamentos controlados. Pablinny buscou auxílio em órgãos como Prefeitura, CAPS e CRAS, mas ainda enfrenta barreiras para uma solução definitiva.
Episódios semelhantes ocorreram nas semanas anteriores ao ataque principal, com discussões que escalaram para ameaças verbais. A vítima enfatizou que a violência não se limitou ao físico, incluindo tratamento de silêncio e desprezo constante.
Esforços por proteção judicial
Pablinny acionou a Justiça para afastar a mãe da residência compartilhada. Em 10 de outubro, a medida protetiva foi autorizada, resultando na remoção da idosa para tratamento médico. A genitora alegou descontrole emocional no depoimento policial, sem intenção de ferir.
A bailarina relatou tentativas frustradas de habeas corpus em casos passados relacionados ao ex-marido. Atualmente, ela prioriza a recuperação física e a estabilidade financeira para evitar retornos à casa familiar.
Estratégias para apoio financeiro
Pablinny divulgou sua chave Pix associada ao CNPJ da loja de roupas, incentivando compras com descontos para quem contatar via mensagens privadas. Até o momento, as doações recebidas somam valores iniciais, mas nenhum pedido foi concretizado pela loja.
Ela enfatizou a preferência por trocas comerciais em vez de contribuições isoladas, visando sustentabilidade a longo prazo. A iniciativa surgiu durante uma live explicativa sobre o caso, onde seguidores sugeriram vaquinhas online.
A produtora de eventos, que atuou no balé do Faustão por anos, agora foca em eventos locais em Minas Gerais para renda complementar.
Passado no balé e transição profissional
Pablinny integrou o balé do Domingão do Faustão durante a década de 2010, participando de coreografias e apresentações ao vivo. A saída do programa ocorreu para priorizar projetos pessoais, incluindo a produção de eventos em Lambari.
A transição incluiu o lançamento da loja online de moda, que ganhou visibilidade após o episódio recente. Pablinny compartilhou fotos de looks e promoções nos stories, misturando apoio emocional com apelos comerciais.
Recursos para vítimas de violência
No Brasil, a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, pelo número 180, oferece orientação 24 horas. Serviços como o Disque 100 registram denúncias anônimas de violência doméstica. Em Minas Gerais, delegacias especializadas atendem casos urgentes.
- Ligue 180 para denúncias imediatas.
- Acesse o site do Ministério da Mulher para medidas protetivas.
- Procure o CRAS local para apoio psicológico.
Pablinny incentivou seguidoras a buscarem ajuda profissional em situações semelhantes, destacando a importância de registros documentados.







