The Voice Brasil 2025 revela talentos como Enzo Yuki e Sara Braz em viradas de cadeiras no SBTPor Carolina Costa
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The Voice Brasil 2025 avança com audições às cegas no SBT e Disney+, apresentadas por Tiago Leifert em 13 de outubro. Candidatos de diversas regiões do país, como Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, se apresentaram sem que os técnicos Mumuzinho, Matheus & Kauan, Duda Beat e Péricles vissem suas aparências. A fase inicial visa formar equipes equilibradas, com viradas de cadeiras baseadas apenas na performance vocal, e já selecionou mais de 20 vozes promissoras entre milhares de inscrições recebidas desde julho.
Enzo Yuki, de 24 anos e natural de Niterói (RJ), interpretou “Mystical Magical”, de Benson Boone, e conquistou o Time Duda Beat com sua voz melancólica e otimista. Thales Cesar, 25 anos, de São Paulo (SP), trouxe “É Natural”, de Ferrugem, e integrou o mesmo time após experiência em musicais como “O Rei Leão”. Esses momentos ocorreram no estúdio em São Paulo, com transmissão simultânea para todo o Brasil.
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- Enzo Yuki lançou dois EPs com mais de 1 milhão de streams e abriu shows de Jorge Vercilo e Nando Reis.
- Thales Cesar, influenciado pela escola de samba Vai-Vai, atuou em “Dream Girls” e ganhou prêmios no teatro musical.
A competição segue com foco em diversidade de estilos, do samba ao sertanejo, e recursos como o “Block” para impedir rivais de escolherem talentos.
Trajetórias de superação nos palcos
Enzo Yuki superou timidez e questões de autoimagem na adolescência, encontrando na música uma forma de expressão desde os 14 anos. Ele organiza o festival “Aurora” em Niterói e cita influências como Jeff Buckley e David Bowie. Sua entrada no programa representa uma chance de ampliar composições autorais e shows independentes.
Thales Cesar iniciou na igreja aos 12 anos e enfrentou perdas familiares, usando a música como refúgio. Ele toca teclado, bateria e violão, e equilibra a carreira com paixões como futebol e leitura. A participação no The Voice Brasil permite divulgar seu trabalho no cenário gospel e pagode.
Destaques no time Matheus & Kauan
Amanda Santi, 28 anos, de Teresina (PI), apresentou “O Filho do Dono” e foi resgatada pelo “Tô Dentro” após nenhuma cadeira inicial virar. Casada e criada pela avó, ela deixou o Piauí aos 19 anos para tentar a carreira em São Paulo, enfrentando recusas e depressão na pandemia. Hoje, lidera uma banda e parcerias com Frank Aguiar em festivais.
Michele e Ariádina, de 30 e 26 anos, respectivamente, de Goiânia (GO), cantaram “Dancing Queen”, do Abba, e escolheram o time pela harmonia pop e sertaneja. A dupla se formou em um concurso online de Dudu Purcena, marido de Michele. Ariádina, professora de musicalização infantil, integrou corais desde os 5 anos, enquanto Michele trabalhou como cabeleireira antes de se dedicar à música.
Raiza e Cris, gêmeas de 24 e 22 anos, de Teresina (PI), interpretaram “Trevo”, de Anavitória, e impressionaram com técnica vocal aprimorada em aulas de canto e dança. Elas mantêm uma loja online de produtos personalizados e se apresentam em eventos locais, inspiradas por Joyce Allana e Jorge Vercilo.
Vozes do time Mumuzinho em foco
Gabi Monteiro, 23 anos, do Rio de Janeiro (RJ), trouxe “O Mundo é um Moinho”, de Cartola, e avançou com covers diários em lives que conectam seu público. Aos 18 anos, transformou o hobby em profissão, alcançando o segundo lugar no Draft Mood e lançando o EP “Nós” com faixas autorais.
Gabriel Lima, 28 anos, de Porto Velho (RO), cantou “Fica com Deus”, do Sorriso Maroto, e se mudou para o Rio aos 10 anos, criado pela avó. Antes da música, tentou o futebol e trabalhou na pesca, comprando um violão para shows em bares. Hoje, faz 20 apresentações mensais e gravará com Xande de Pilares e Gica.
Thiago Garcia, 40 anos, do Rio de Janeiro (RJ), apresentou “Outono”, de Djavan, e surpreendeu ao ser inscrito por um amigo. Ele estudou percussão e violino na Villa-Lobos, mas conciliou com trabalho em supermercado, mantendo a música como hobby em karaokês.
Integrações no time Péricles
Artu e Leke, de 28 e 23 anos, de Uberlândia (MG), performaram “Hackeram-me”, de Marília Mendonça, e formaram a dupla em dezembro de 2023 após anos de amizade. Artu gravou EP gospel e vocais para Léo Chaves, enquanto Leke passou pelo teatro. Seu estilo “Pop Love” mistura gêneros sobre amor, com lançamento de “Doce Menina” em 2024.
Nil Guimarães, 30 anos, de Ribeirão Preto (SP), entregou “Piece of My Heart” com potência rock, virando duas cadeiras e escolhendo Péricles. Ela largou engenharia aos 18 anos, influenciada por Tina Turner e Amy Winehouse, e turnês internacionais com o marido guitarrista.
Sara Braz, 26 anos, de Taubaté (SP), causou o primeiro “quatro viradas” com “Stand Up”, de Cynthia Erivo, e optou pelo time pela conexão emocional. Recepcionista em UPA, superou depressão com terapia e família, influenciada por Iza e Beyoncé, e cobra shows em casamentos desde a pandemia.
Estratégias dos técnicos reveladas
Mumuzinho prioriza vozes autênticas no samba e pagode, elogiando interpretações culturais em covers nacionais. Sua experiência no Exaltasamba guia calouros em confiança no palco, com foco em performances enérgicas desde sua estreia como técnico em 2023.
- Ele bloqueou rivais em três apresentações para proteger talentos pagodeiros.
- Enfatiza essência emocional em batalhas futuras.
Péricles busca profundidade no R&B e soul, integrando rock como o de Nil para diversificar o time. Ele analisa harmonia vocal e usa o “Peguei” para resgatar eliminados, valorizando trajetórias de superação.
Matheus & Kauan, em estreia como dupla, atraem versatilidade em baladas românticas e forró, como com Amanda. Eles viram cadeiras para vozes com 20 anos de carreira, promovendo equilíbrio entre novatos e experientes.
Duda Beat foca em pop eletrônico e transições criativas, escolhendo Enzo por melancolia otimista. A técnica usa o “Block” para gêneros inovadores, preparando duelos com convidados como Gustavo Mioto no +Voice.















