Grammy Awards 2026 anuncia nomeados: nove para Kendrick Lamar e com Bad Bunny e Lady Gaga em álbuns e canções do ano

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Grammy Awards Foto: Grammy Awards - bella1105/Shutterstock.com

A Academia de Gravação anunciou nesta sexta-feira, 7 de novembro de 2025, os indicados à 68ª edição do Grammy Awards, que ocorre em 1º de fevereiro de 2026, no Crypto.com Arena, em Los Angeles. Kendrick Lamar recebeu nove indicações, incluindo álbum, gravação e canção do ano, por seu trabalho em “GNX”. Lady Gaga, Bad Bunny e Sabrina Carpenter também se destacam entre os principais nomeados, com seis ou sete indicações cada.

O anúncio ocorreu por meio de uma transmissão ao vivo no YouTube da Academia, com apresentadores como Chappell Roan, Doechii, Karol G e Sam Smith revelando as listas em 95 categorias. Os indicados abrangem músicas lançadas entre 31 de agosto de 2024 e 30 de agosto de 2025, refletindo a diversidade de gêneros como rap, pop e country.

A votação final prossegue até 5 de janeiro de 2026, decidida por membros da Academia. Este ano introduz duas novas categorias: melhor álbum country tradicional e melhor capa de álbum.

A transmissão destacou momentos emocionantes, como a família Osbourne anunciando categorias de rock e metal em homenagem a Ozzy Osbourne, falecido no verão de 2025. Sabrina Carpenter apareceu com cachos soltos ao revelar nomeados para melhor performance pop solo.

Principais disputas em álbum do ano

Oito álbuns competem na categoria principal, com foco em produções inovadoras.

  • “DeBÍ TiRAR MáS FOToS”, de Bad Bunny, marca sua segunda indicação histórica na categoria.
  • “SWAG”, de Justin Bieber, traz elementos pop experimentais.
  • “Man’s Best Friend”, de Sabrina Carpenter, reflete ascensão recente da artista.

“Mayhem”, de Lady Gaga, e “GNX”, de Kendrick Lamar, lideram expectativas por sua influência cultural. “MUTT”, de Leon Thomas, e “CHROMAKOPIA”, de Tyler, the Creator, completam a lista diversificada. “Let God Sort Em Out”, de Clipse, Pusha T e Malice, representa o renascimento do rap de duplas.

Essa seleção equilibra veteranos e novatos, com votantes priorizando qualidade técnica e impacto.

Destaques em canção e gravação do ano

Sete faixas disputam gravação do ano, com sobreposições em canção do ano.

A categoria de canção reconhece compositores, enquanto gravação foca na produção final. Bad Bunny concorre com “DtMF” em ambas, ao lado de “Abracadabra”, de Lady Gaga.

  • “Anxiety”, de Doechii, aborda temas mentais com batidas intensas.
  • “WILDFLOWER”, de Billie Eilish, integra elementos eletrônicos sutis.
  • “luther”, de Kendrick Lamar com SZA, destaca colaborações impactantes.

“The Subway”, de Chappell Roan, e “APT.”, de Rosé e Bruno Mars, adicionam variedade pop e global. Essas indicações mostram a convergência entre gêneros, com votantes valorizando narrativas pessoais.

Novos talentos na categoria artista revelação

Oito artistas emergentes competem por melhor novo artista, categoria que impulsiona carreiras.

Olivia Dean representa o R&B britânico com voz marcante. Katseye, grupo global, ganhou visibilidade em premiações como MTV VMAs.

  • The Marias misturam indie pop com influências latinas.
  • Addison Rae transita de influenciadora para música séria.
  • Sombr e Leon Thomas trazem produções inovadoras.

Alex Warren e Lola Young completam a lista com faixas virais. Apenas Katseye, Thomas e Young receberam indicações adicionais, sinalizando potencial duradouro. Essa categoria reflete a rotatividade anual, com vencedores como Chappell Roan no ano anterior.

Domínio do rap nas indicações principais

Cinco álbuns disputam melhor álbum de rap, com Kendrick Lamar como favorito por “GNX”.

“Let God Sort Em Out”, de Clipse, Pusha T e Malice, revive o duo com produção de Pharrell Williams. “Glorious”, de GloRilla, destaca o rap sulista emergente.

  • “God Does Like Ugly”, de JID, explora lirismo complexo.
  • “CHROMAKOPIA”, de Tyler, the Creator, integra visuais excêntricos.

Na performance de rap, “Anxiety”, de Doechii, e “tv off”, de Kendrick Lamar com Lefty Gunplay, lideram. “Outside”, de Cardi B, e “Darling, I”, de Tyler com Teezo Touchdown, adicionam energia. O gênero recebe maior representação este ano, com 20 indicações totais.

O hip-hop ganha espaço nas gerais, contrastando com anos anteriores de menor visibilidade.

Avanços no country com novas divisões

Duas novas categorias separaram o country tradicional do contemporâneo, ampliando o reconhecimento.

No tradicional, “Oh What A Beautiful World”, de Willie Nelson, enfrenta “Dollar A Day”, de Charley Crockett.

  • “American Romance”, de Lukas Nelson, filho de Willie, cria duelo familiar.
  • “Hard Headed Woman”, de Margo Price, e “Ain’t In It For My Health”, de Zach Top, focam em narrativas autênticas.

No contemporâneo, “Patterns”, de Kelsea Ballerini, e “Beautifully Broken”, de Jelly Roll, misturam pop e rock. “Evangeline Vs. The Machine”, de Eric Church, e “Postcards From Texas”, de Miranda Lambert, exploram raízes texanas. Essa divisão permite maior granularidade, beneficiando artistas regionais.

Inovações no rock e R&B

Quatro álbuns competem por melhor álbum de rock, com “From Zero”, de Linkin Park, como destaque pós-hiato.

“private music”, de Deftones, mantém som alternativo pesado. “I Quit”, de HAIM, e “NEVER ENOUGH”, de Turnstile, adicionam punk e indie.

  • “Idols”, de YUNGBLUD, traz performances ao vivo impactantes.

Na performance de rock, “The Emptiness Machine”, de Linkin Park, e “Mirtazapine”, de Hayley Williams, solo, lideram. O gênero equilibra revival e inovação, com cinco indicações totais.

No R&B, “MUTT”, de Leon Thomas, disputa álbum do ano com “BELOVED”, de GIVĒON. “Why Not More?”, de Coco Jones, e “Escape Room”, de Teyana Taylor, focam em vocais potentes.

  • “The Crown”, de Ledisi, homenageia clássicos do gênero.

Performances incluem “YUKON”, de Justin Bieber, e “Heart Of A Woman”, de Summer Walker. O R&B soma 15 indicações, enfatizando colaborações como Lamar com SZA.

Presença global e pop diversificado

O pop solo premia “Manchild”, de Sabrina Carpenter, contra “Disease”, de Lady Gaga.

“Daises”, de Justin Bieber, e “Messy”, de Lola Young, completam. Duos incluem “APT.”, de Rosé e Bruno Mars, primeira de K-pop na gravação do ano.

  • “Defying Gravity”, de Cynthia Erivo e Ariana Grande, de trilha sonora.
  • “Gabriela”, de Katseye, e “30 for 30”, de SZA com Kendrick Lamar.

Essa mistura destaca colaborações transfronteiriças, com Bad Bunny garantindo visibilidade latina nas gerais.

Carolina Costa é colaboradora da redação do Mix Vale, portal de notícias com cobertura de Brasil e mundo. Produz conteúdo nas editorias de economia e benefícios, com foco em informação de serviço para o leitor brasileiro. Escreve para o portal desde 2019. Formação: Administração

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