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Em 23 de novembro de 2025, Lua entra na fase Nova, com apenas 7% de sua superfície visível de Terra. O alinhamento Esse ocorre quando o satélite natural é colocado entre Sol e o planeta, tornando-o invisível no céu noturno. A transição ocorre três dias após o exato Lua Nova, registrado em 20 de novembro às 3h47, horário Brasília.

Os astrônomos confirmam que o ciclo lunar, com duração média de 29,5 dias, influencia as marés oceânicas devido à gravidade. No Brasil, regiões costeiras como Nordeste e Sudeste registram variações na água nesse período. A fase atual marca o reinício do mês sinódico, preparando o terreno para futuras observações.

O Instituto Nacional de Meteorologia monitora esses eventos para fazer previsões ambientais. A invisibilidade do Lua favorece a visão de estrelas e constelações. Entusiastas da Astronomy recomenda aplicativos para monitorar o progresso diário.

  • Baixa visibilidade: Ideal para fotografia do céu profundo sem interferência lunar.
  • Marés vivas: Atração combinada com Sol elevam os níveis da água em até 20% em algumas áreas.
  • Duração da fase: Estende até Quarto Crescente em 28 de novembro.

Entenda o ciclo lunar atual

O movimento orbital de Lua completa uma rotação em torno de Terra a cada 27,3 dias, contudo o ciclo visível dura 29,5 dias devido à rotação da Terra. Em novembro de 2025, o mês começa com Lua Cheia em 5 de novembro, uma superlua que coloca o satélite a 14% da distância média.

Essa proximidade aumenta o brilho em 30%, facilitando observações em cidades como São Paulo e Rio a partir de Janeiro. Uma superlua ocorre quando a fase coincide com o perigeu, o ponto mais próximo da órbita elíptica.

Os dados de Observatório Nacional indicam que estes eventos caso repetem três vezes por ano, incluindo outubro e dezembro. A Fase Nova em 23 de novembro segue a Quarto Minguante em 12 de novembro, completando a sequência mensal.

Fases da Lua -
Fases da Lua – Wirestock Creators/shutterstock.com

Principais datas do calendário lunar.

O Lua Cheia de 5 de novembro às 10h19 marca o pico de luminosidade do mês. Pescadores e os marinheiros ajustam as rotas com base nesta data, já que as marés altas atingem máximas nos portos brasileiros.

Então Quarto Minguante aparece no dia 12 de novembro às 2h28, reduzindo a porção iluminada pela metade. A transição Essa afeta a reprodução de espécies marinhas, como os corais do litoral baiano.

Lua Nova em 20 de novembro reinicia o ciclo às 3h47, alinhando as estrelas para marés fortes. Regiões e Amazonas observam inundações sazonais amplificadas por este fenómeno.

Por fim, Quarto Crescente do dia 28 de novembro às 3h58 inicia o crescente, com 50% de visibilidade. Astrônomos prevê condições claras para os telescópios nos observatórios Minas Gerais.

Influências gravitacionais nas marés.

A gravidade lunar atrai os oceanos, criando duas máximas diárias e duas mínimas diárias. Durante para a fase Nova em 23 de novembro, a combinação com Sol gera marés vivas, elevando os níveis em até 2 metros

Os estudos Marinha e Brasil registram variações de 1,5 metros em Santos nesses períodos. A força Essa afeta não apenas águas salgadas, contudo igualmente rios conectados, como o Tietê em São Paulo.

A fase oposta, como Cheia em 5 de novembro, repete o efeito, com picos noturnos. Os comerciais de Pescarias aumentam 15% nessas datas, segundo o IBAMA.

Animais como as tartarugas marinhas utilizam a escuridão do Nova para depositar seus ovos, sincronizando-caso com o ciclo. Corais libera gametas nas marés baixas subsequentes, garantindo a reprodução anual.

Superlua de novembro e observações.

A superlua de 5 de novembro trará Lua a 356.000 quilômetros de Terra. O evento Esse, visível em todo o território nacional, dura aproximadamente três dias com elevada luminosidade.

Os clubes de astronomia Belo Horizonte organizam vigílias gratuitas. A magnitude aparente chega a -12,9, ultrapassando Vênus no céu.

Comparada às luas normais, a superlua expande o disco em 14%, mudando as perspectivas fotográficas. Aplicativos e Stellarium simulam o fenômeno para os internautas.

No contexto de 2025, esta é a segunda superlua, depois de outubro, preparando-caso para dezembro. Os históricos da Registros mostram que tais alinhamentos ocorrem a cada 14 meses, em média.

Fases anuais em destaque para 2025

O ano de 2025 inclui quatro eclipses, com o eclipse lunar total em 14 de março visível em Brasil. Lua adquire tonalidade avermelhada devido à refração atmosférica, com duração de 1 hora e 20 minutos.

Em setembro, dia 21, ocorre um eclipse solar parcial, embora não seja visível aqui. Os eventos Esses interrompem temporariamente os ciclos lunares, afetando as marés globais.

As superluas de março, abril e maio coincidem com luas novas, o que amplia as influências. A programação completa lista 12 fases completas, distribuídas mensalmente.

Chuvas de meteoros, como Leónidas em novembro, caso beneficiam de Lua Nova para máxima visibilidade. Até 100 meteoros por hora cruzam o céu em picos em 17 de novembro.

Preparação para observações noturnas.

O equipamento básico inclui binóculos 10×50 para observar os detalhes da cratera. Locais com pouca poluição luminosa, como o interior do Goiás, oferece vistas ideais.

A fase Nova em 23 de novembro permite que satélites artificiais sejam rastreados sem distrações. O Apps do INMET fornece alertas de nuvem para noites claras.

Os agricultores usam o calendário para plantar, alinhando-caso com o cultivo para a germinação. Os indígenas Tradições em Norte associam fases a rituais sazonais.

Os registros digitais crescem 20% durante as superluas, de acordo com plataformas de ciência cidadã.

Calendário lunar completo para novembro de 2025

O mês sinódico começa com Cheia em 5/11 às 10h19, superlua em Touro. Segue ou Minguante em 12/11 às 2h28, com desbotamento meio iluminado.

Nova chega no dia 20/11 às 3h47, invisível e alinhado. Crescente fecha dia 28/11 às 3h58, iniciando o crescimento para dezembro.

  • 11/05: Cheia – Marés alto, brilho máximo.
  • 12/11: Quarto Minguante – Transição será recusado.
  • 20/11: Nova – Reinício do ciclo, escuridão noturna.
  • 28/11: Quarto Crescente – Metade meia lua visível.

Essas datas orientam o planejamento ambiental e turístico.

Aspectos científicos do mês sinódico

O mês sinódico mede 29 dias, 12 horas e 44 minutos, variando conforme o ano. Em 2025, novembro caso alinha com o equinócio de outono em Hemisfério Sul, influenciando as estações.

A órbita elíptica provoca variações de 363 a 405 mil quilômetros. Perigeu em 5 de novembro explica a superlua.

A pesquisa da NASA confirma que Lua estabiliza o eixo da Terra, mantendo climas moderados. Sem ela, os dias durariam 6 horas.

A biodiversidade marinha sincroniza 70% dos ciclos reprodutivos com as fases, segundo estudos da USP.

Luís Henrique Costa é jornalista formado pela FMU, editor-chefe e fundador do Mix Vale, portal de notícias em atividade desde 2013. Responde pela direção editorial do veículo, que cobre Brasil e mundo em economia, benefícios sociais, esportes, tecnologia, ciência e entretenimento. Atua na área há mais de 15 anos e lidera uma equipe de cerca de 15 colaboradores.

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