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Os relógios dos Estados Unidos serão adiantados em uma hora às 2h de 14 de março de 2027, quando começa o horário de verão, conhecido em inglês como daylight saving time. A mudança segue a lei federal e vale para a maior parte do país. Antes disso, o ciclo de 2026 já havia terminado em 1 de novembro, com os relógios atrasados em uma hora.

A maioria dos estados participa da medida, e a transição dá uma hora extra de sono à população. O nascer e o pôr do sol passam a ocorrer uma hora mais cedo depois do ajuste. Como o Brasil não adota o horário de verão desde 2019, Nova York fica 1 hora atrás de Brasília no verão americano e 2 horas no restante do ano.

O horário de verão começa em março e termina em novembro, todos os anos. A regra atual, com início no segundo domingo de março e fim no primeiro domingo de novembro, está em vigor desde 2007.

O objetivo é aproveitar a luz natural no horário de atividades diurnas. A ideia também ajuda a manter a luz do fim da tarde nos meses de primavera e verão.

Havaí e a maior parte do Arizona não adotam a medida, por isso não mudam os relógios. Essas regiões ficam fora do ciclo federal o ano todo.

Aparelhos digitais mudam sozinhos, mas relógios de parede exigem ajuste

O ajuste acontece exatamente às 2h locais, quando os relógios pulam para 3h. Relógios de parede e outros dispositivos manuais precisam ser corrigidos à mão.

Celulares, computadores e outros aparelhos ligados à internet costumam se atualizar sozinhos pela rede. Veículos e alarmes devem ser conferidos para evitar atrasos.

Havaí, Porto Rico e a maior parte do Arizona ficam de fora da mudança

Havaí e territórios como Porto Rico não adotam o horário de verão. A maior parte do Arizona segue o horário padrão o ano todo.

Essas regiões evitam a troca para manter a consistência local. Os demais estados seguem o cronograma federal.

Continue lendo: Fim do Horário de verão nos Estados Unidos: relógios atrasam uma hora em 1º de novembro e mudam diferença para Brasília

Lei de 1966 fixou datas nacionais após o uso iniciado em 1918

A ideia remonta a Benjamin Franklin, em 1784, mas a prática só começou nos Estados Unidos em 1918, durante a Primeira Guerra Mundial. O Uniform Time Act, de 1966, padronizou as datas da mudança em todo o país.

Países europeus adotaram sistemas semelhantes no século XX. A duração atual é de oito meses por ano.

Adiantamento reduz consumo de energia em 0,03% ao ano

Estudos federais apontam redução de 0,03% no consumo elétrico anual. O pico de demanda da tarde diminui com o adiantamento dos relógios.

O Departamento de Transportes acompanha os impactos da medida. Entre os benefícios está o menor uso de iluminação artificial.

Solstício de 21 de dezembro traz o dia mais curto do ano

O solstício de inverno chega em 21 de dezembro, com o menor dia do ano. Em Nova York, a luz do dia dura cerca de nove horas.

Os dias curtos seguem até junho, quando o solstício de verão marca o ponto oposto. A inclinação da Terra explica essas variações.

Saiba mais: Estados Unidos atrasam relógios em 1º de novembro de 2026 com fim do horário de verão

O horário de verão acompanha o ciclo solar nas estações quentes. A medida segue em debate no Congresso.

Próximo ciclo começa com relógios adiantados em 1 hora

O horário de verão retorna no segundo domingo de março, com os relógios avançando uma hora. A próxima troca de horário está marcada nas datas abaixo.

  • 1 de novembro de 2026, às 2h: fim do ciclo anterior, com os relógios voltando para 1h
  • 14 de março de 2027, às 2h: início do horário de verão, com os relógios passando para 3h
  • 7 de novembro de 2027, às 2h: fim do horário de verão, com os relógios voltando para 1h

Propostas para tornar o horário permanente circulam desde 2022. O Sunshine Protection Act busca eliminar as mudanças duas vezes por ano.

Transportes ajustam horários sozinhos enquanto escolas se preparam

Empresas aéreas e de transporte rodoviário ajustam seus horários de forma automática. Escolas e empresas preparam a transição para reduzir confusões.

O ganho de uma hora facilita o sono, mas reduz a luz da noite. Ajustes pessoais garantem a precisão no dia a dia.

A lei federal regula a observância em 48 estados. Territórios insulares mantêm exceções geográficas.

Luís Henrique Costa é jornalista formado pela FMU, editor-chefe e fundador do Mix Vale, portal de notícias em atividade desde 2011. Responde pela direção editorial do veículo, que cobre Brasil e mundo em economia, benefícios sociais, esportes, tecnologia, ciência e entretenimento. Atua na área há mais de 15 anos e lidera uma equipe de cerca de 15 colaboradores.

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