A Capcom prepara um novo remake da franquia Resident Evil, com foco em Code Veronica para lançamento em 2027. O insider Dusk Golem, conhecido por acertos recentes como a presença de Leon Kennedy em Requiem, afirmou que o anúncio ocorre em 2026. Essa informação surge logo após o trailer de Requiem no The Game Awards 2025, que confirmou o jogo para 27 de fevereiro de 2026 em múltiplas plataformas.
Requiem, o nono título principal da série, marca o retorno de Leon em uma campanha dividida com a novata Grace Ashcroft. O estúdio prioriza o survival horror com elementos de ação, utilizando o RE Engine para gráficos avançados e mecânicas modernas.
Os fãs aguardam atualizações em showcase marcado para 2 de janeiro de 2026, focado em Requiem. A estratégia da Capcom visa manter lançamentos anuais na franquia após o hiato de três anos desde o remake de Resident Evil 4 em 2023.
Cronograma acelerado dos remakes
Dusk Golem detalhou que Code Veronica precede o remake de Resident Evil Zero, previsto para 2028. Essa sequência espelha os lançamentos de Resident Evil 2 em 2019 e 3 em 2020, ambos sucessos comerciais.
A Capcom confirmou planos para mais remakes em 2023, sem especificar títulos na época. O insider reforçou que o desenvolvimento avança sem atrasos, com foco em preservar a essência original enquanto atualiza mecânicas.
Detalhes do enredo original
Resident Evil Code Veronica, lançado em 2000 para Dreamcast, se passa três meses após os eventos de Raccoon City. Claire Redfield infiltra uma instalação da Umbrella em Paris e é capturada, enviada para a prisão em Rockfort Island. Lá, um ataque viral libera zumbis e monstros, forçando Claire a aliar-se a Steve Burnside, um prisioneiro adolescente com laços à Umbrella. Alfred Ashford, comandante insano da ilha, e sua gêmea Alexia liberam o vírus t-Veronica, uma variação letal do Progenitor.
Claire e Steve escapam para uma base antártica da Umbrella, onde encontram Chris Redfield, irmão de Claire, que chega para resgatá-la. Albert Wesker retorna, aprimorado geneticamente, buscando o t-Veronica para seus planos. Alexia, criogenizada por 15 anos, desperta como hospedeira perfeita do vírus, mutando em formações grotescas. Chris enfrenta Wesker em confronto expandido, enquanto destrói Alexia com um lançador linear.
O jogo alterna entre Claire e Chris, explorando temas de família e traição corporativa. Rockfort Island serve como hub semi-fechado, com puzzles ambientais e chefes icônicos como o Tyrant nos esgotos. A narrativa conecta diretamente a Resident Evil 2 e 3, expandindo o lore da Umbrella com os Ashfords como antagonistas centrais.
Rumores de mudanças no remake
Claire Redfield ganha destaque maior como protagonista. Rumores indicam equilíbrio com Chris, mas foco na irmã de Leon para atrair fãs clássicos.
Rockfort Island vira semi-open world. Claire conserta uma moto para explorar a ilha, conectando áreas com rotas múltiplas e side paths.
Papel expandido para Wesker e H.C.F. A organização militar de Wesker ganha profundidade, culminando em boss fight total contra Chris, sem interferência de Alexia.
Steve Burnside ajustado. O adolescente mantém interesse romântico por Claire, mas retratado de forma mais inocente, evitando tons controversos do original.
Sucesso comercial dos remakes
Resident Evil 2 Remake vendeu 16,3 milhões de unidades desde 2019. O título superou Resident Evil 5 como o mais vendido da franquia, impulsionado por vendas digitais e ports.
Resident Evil 4 Remake atingiu 11,1 milhões em dois anos, o mais rápido da série a marcar 10 milhões. A Capcom atribui ao RE Engine e mecânicas refinadas.
Resident Evil 3 Remake registrou 10,6 milhões, apesar de críticas iniciais por duração curta. Village, de 2021, vendeu 12,8 milhões, misturando horror em primeira pessoa.
- RE2 Remake: 16,3 milhões
- RE4 Remake: 11,1 milhões
- RE3 Remake: 10,6 milhões
- Village: 12,8 milhões
Esses números justificam investimentos em Code Veronica, pedido constante de fãs desde 2023.
Preparativos para Requiem como ponte
Resident Evil Requiem lança em 27 de fevereiro de 2026 para PS5, Xbox Series X/S, PC e Nintendo Switch 2. Leon e Grace dividem campanha quase 50/50, com perspectivas em primeira e terceira pessoa.
Grace foca investigação e horror, enquanto Leon enfatiza ação em Raccoon City revisitada. Sem demo pública, mas showcase em janeiro traz gameplay extenso.
A Capcom planeja multi-plataforma, incluindo Switch 2 no lançamento. Pré-vendas já disponíveis na Steam e lojas digitais.
Expectativas para plataformas e recursos
O remake de Code Veronica deve usar RE Engine, como remakes anteriores. Plataformas incluem PS5, Xbox Series e PC, com possível Switch 2.
- Gráficos next-gen com ray tracing
- Controles over-the-shoulder atualizados
- Mercenaries mode desbloqueável
- DLCs potenciais para trajes e armas
Fãs especulam ports para PS5 Pro com 60 FPS estável e loadings mínimos.
Legado de Code Veronica na franquia
Code Veronica introduziu t-Veronica, base para mutações em jogos futuros. Alexia Ashford influenciou vilãs como Miranda em Village.
Alfred Ashford personifica loucura familiar da Umbrella, contrastando com Spencer. O jogo vendeu 2,9 milhões originalmente, mas HD Remaster em 2011 revitalizou interesse.
Chris vs. Wesker definiu rivalidade icônica, expandida em spin-offs. Remake pode corrigir controles fixos e câmeras, mantendo puzzles clássicos.
Impacto nos fãs e comunidade
Comunidade reage positivamente aos rumores no X, com posts viralizando sobre Claire e moto. Dusk Golem recupera credibilidade após Leon em Requiem.
Fóruns como Reddit discutem ordem canônica, priorizando Code Veronica antes de RE1 remake. Vendas de clássicos sobem com hype.
A Capcom monitora feedback para ajustes, como em RE4 Remake. Lançamento em 2027 preenche gap pós-Requiem, visando 10 milhões em vendas.
Futuro da série pós-remakes
Após Zero em 2028, especula-se RE1 ou RE5. Requiem pode introduzir RE10, com foco em sobreviventes de Raccoon.
Capcom vendeu 178 milhões na franquia até setembro de 2025. Estratégia alterna remakes e originais sustenta domínio no horror.