Trump instala placas com insultos a Biden e Obama na Calçada da Fama Presidencial da Casa BrancaPor Maria
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, instalou placas com descrições partidárias abaixo dos retratos de ex-presidentes na galeria conhecida como Calçada da Fama Presidencial, localizada na colunata da Casa Branca. A ação ocorreu em 17 de dezembro de 2025 e incluiu textos críticos, especialmente contra democratas como Joe Biden e Barack Obama. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, defendeu as placas como descrições eloquentes dos legados, afirmando que muitas foram escritas pelo próprio Trump.
A galeria, inaugurada em setembro de 2025, exibe retratos de todos os ex-presidentes em molduras douradas, mas o espaço de Biden é ocupado por uma imagem de uma caneta automática, em referência a alegações de uso excessivo do dispositivo durante seu mandato. As placas adotam um tom semelhante às postagens de Trump em redes sociais, com capitalizações aleatórias e críticas diretas. Essa iniciativa faz parte de uma série de mudanças decorativas na residência oficial, que incluem maior uso de elementos dourados.
As descrições variam conforme a afinidade política de Trump com cada antecessor. Presidentes republicanos recebem elogios mais brandos, enquanto democratas são alvos de críticas severas. A medida reforça o estilo pessoal do presidente na remodelação da Casa Branca.
Detalhes das descrições nas placas
As placas incluem frases específicas sobre os ex-presidentes mais recentes. Joe Biden é chamado de “Sleepy Joe” e descrito como o pior presidente da história dos Estados Unidos. Os textos acusam seu governo de trazer desastres sem precedentes ao país e repetem alegações sobre a eleição de 2020.
Barack Obama aparece como uma das figuras políticas mais divisivas da história americana. A placa critica acordos internacionais assinados durante seu mandato, como o nuclear com o Irã e o de clima de Paris. Outros democratas, como Bill Clinton, têm menções a eventos pessoais e à derrota de sua esposa nas eleições de 2016.
- “Sleepy Joe Biden foi, de longe, o pior presidente da história americana.”
- Obama promoveu o “altamente ineficaz Affordable Care Act”.
- Clinton viu sua esposa perder a presidência para Trump.
- Reagan era fã de um jovem Donald Trump.

Criação da Calçada da Fama Presidencial
Trump concebeu a galeria como uma homenagem aos presidentes anteriores, bons ou maus. A instalação inicial ocorreu em setembro, com retratos em ordem cronológica ao longo da colunata que liga a Ala Oeste à residência. A adição das placas em dezembro transformou o espaço em uma narrativa mais pessoal e partidária.
A Casa Branca destacou que o presidente participou diretamente da redação de vários textos. Essa abordagem contrasta com tradições anteriores, que mantinham descrições neutras em exposições oficiais. A galeria inclui duas placas para Trump, uma para cada mandato, com elogios às suas realizações.
Principais críticas nas placas a democratas
Biden recebe as críticas mais intensas nas placas dedicadas a ele. Os textos o acusam de declínio mental severo e de ser controlado por assessores radicais. Há menções a inflação alta e políticas de imigração durante seu governo.
Obama é retratado como divisivo desde o início de sua carreira. A placa enfatiza seu nome completo, incluindo Hussein, e critica iniciativas domésticas e externas. Clinton tem sua placa destacando escândalos pessoais e o sucesso econômico atribuído parcialmente a republicanos no Congresso.
Essas descrições incluem exageros e alegações sem base em consenso histórico. A iniciativa reflete o tom usado por Trump em comunicações públicas ao longo de sua carreira política.
- Críticas a políticas econômicas e externas de Obama.
- Acusações de fraudes eleitorais relacionadas a Biden.
- Menções a derrotas políticas de familiares de ex-presidentes.
Elogios a republicanos nas descrições
Presidentes republicanos como Ronald Reagan recebem tratamentos mais positivos. Reagan é chamado de Grande Comunicador e elogiado por sua reeleição em landslide. A placa menciona que ele era admirador de Trump desde jovem.
George W. Bush tem críticas por guerras no Afeganistão e Iraque, mas elogios pela criação do Departamento de Segurança Interna. Outros, como Gerald Ford, são aplaudidos por decisões controversas vistas positivamente por Trump. Richard Nixon tem menção ao escândalo Watergate, mas em tom factual.
Essas variações mostram uma narrativa alinhada à visão de Trump sobre a história presidencial. As placas próprias do presidente atual exaltam vitórias eleitorais e conquistas econômicas.
Mudanças decorativas na Casa Branca
A adição das placas integra uma remodelação mais ampla da Casa Branca promovida por Trump. Elementos dourados foram ampliados em várias áreas, reminiscentes de propriedades pessoais do presidente. Parte da Ala Leste foi demolida para construção de um salão de baile.
O Jardim das Rosas ganhou um pátio de pedra no lugar da grama tradicional. Essas alterações personalizam a sede do Executivo à imagem de Trump. A Calçada da Fama Presidencial serve como extensão visível dessa abordagem no espaço público da residência.
A galeria fica em área acessível a visitantes e funcionários. As placas permanentes fixam uma versão partidária da história recente dos EUA nas instalações oficiais.
Repercussão inicial da instalação
A instalação das placas foi notada por jornalistas em 17 de dezembro. Assessores de ex-presidentes afetados não comentaram imediatamente as descrições. A medida reforça divisões políticas em um espaço simbólico de unidade nacional.
Trump mantém tradição de usar a Casa Branca para mensagens pessoais. Anteriormente, o site oficial ganhou atualizações com críticas semelhantes a democratas. A ação ocorre em meio a outros focos do segundo mandato do presidente.
A Calçada da Fama Presidencial agora combina homenagem histórica com comentário político atual. As placas permanecem expostas na colunata externa.
Legado das placas na galeria presidencial
As descrições próprias de Trump destacam sua reeleição em 2025 como vitória esmagadora. Textos antecipam conquistas futuras, com frases como “o melhor ainda está por vir”. Duas placas separadas cobrem seus mandatos não consecutivos.
Outros presidentes históricos recebem menções neutras ou positivas conforme alinhamento. A galeria como um todo reflete uma visão seletiva da presidência americana. Essa iniciativa marca o segundo mandato de Trump com personalizações únicas na Casa Branca.
A instalação consolida o estilo comunicativo do presidente em formato permanente. As placas servem como narrativa oficial dentro da residência executiva.
- Elogios a vitórias eleitorais e econômicas de Trump.
- Críticas moderadas a republicanos não alinhados.
- Ênfase em legados pessoais sobre consensos históricos.
- Integração com outras reformas decorativas em andamento.







