O que saber até agora sobre a captura de Maduro em operação dos EUA de Trump na VenezuelaPor Luís Henrique Costa
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que forças americanas realizaram um ataque em larga escala na Venezuela durante a madrugada de 3 de janeiro de 2026. Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e removidos do país por via aérea. A operação ocorreu em Caracas e regiões próximas, com explosões registradas em áreas militares e civis.
Trump informou que a ação foi conduzida em conjunto com agências de aplicação da lei americanas. Ele agendou uma coletiva de imprensa para as 11h (horário da costa leste dos EUA) em Mar-a-Lago, na Flórida. Relatos indicam que pelo menos sete explosões foram ouvidas na capital venezuelana por volta das 2h (horário local).
O governo venezuelano declarou estado de emergência e mobilizou tropas para defesa. Autoridades americanas justificam a operação com acusações de narcotráfico contra Maduro, que enfrenta indiciamento nos EUA desde 2020. Uma recompensa de 50 milhões de dólares havia sido oferecida por informações que levassem à sua prisão.
Detalhes da operação militar
Forças especiais dos EUA, incluindo unidades de elite, executaram a captura de Maduro em uma ação rápida e coordenada. Ataques aéreos atingiram alvos como a base militar Fuerte Tiuna e o aeroporto La Carlota, em Caracas. Sobrevôos de aeronaves a baixa altitude foram registrados por moradores.
A Administração Federal de Aviação dos EUA proibiu voos comerciais no espaço aéreo venezuelano devido à atividade militar em curso. Explosões também afetaram os estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Não há relatos oficiais iniciais sobre vítimas ou danos extensos em instalações civis.
A operação marca uma escalada após meses de pressão americana, incluindo destruição de embarcações ligadas ao tráfico de drogas no Caribe. Autoridades dos EUA afirmam que Maduro lidera uma organização criminosa envolvida no narcotráfico.
Reações imediatas no governo venezuelano
A vice-presidente Delcy Rodríguez exigiu provas imediatas de que Maduro e sua esposa estão vivos. Ela se pronunciou em áudio transmitido pela televisão estatal, destacando que o governo desconhece o paradeiro do casal. Rodríguez classificou a ação como agressão militar grave.
O ministro da Defesa venezuelano mobilizou comandos para proteção do território nacional. O governo emitiu comunicado denunciando violações à soberania e à Carta das Nações Unidas. Declarações oficiais chamam a operação de ataque imperialista contra localidades civis e militares.
Alguns relatos indicam que Maduro fez uma declaração condenando a ação antes da captura confirmada. Ele teria afirmado que os ataques colocam em risco a paz na América Latina e no Caribe. As forças armadas venezuelanas permanecem em alerta máximo.
Contexto das acusações americanas
Os Estados Unidos indiciaram Maduro por narcoterrorismo e ofereciam recompensa elevada por sua captura desde 2020. A administração Trump intensificou ações contra supostas redes de tráfico ligadas ao regime venezuelano. Ataques anteriores destruíram dezenas de embarcações no Caribe e no Pacífico Oriental.
O secretário de Estado Marco Rubio reforçou que Maduro não é considerado presidente legítimo pelos EUA. Ele republicou declarações antigas classificando o líder venezuelano como chefe de organização narcoterrorista. Senadores republicanos confirmaram que Maduro será julgado nos Estados Unidos por acusações criminais.
A operação segue campanha de pressão que incluiu bloqueio de navios-tanque e designação de terrorismo estrangeiro ao regime. Fontes americanas indicam que não há planos para ações adicionais agora que Maduro está sob custódia.
Alvos atingidos durante os ataques
- Base aérea La Carlota, em Caracas, registrada com fumaça e explosões.
- Complexo militar Fuerte Tiuna, principal instalação das forças armadas.
- Áreas portuárias e costeiras em La Guaira, ligadas a operações anteriores.
- Instalações em Miranda e Aragua, com relatos de sobrevôos intensos.
Testemunhas descreveram cortes de energia e ativação de defesas antiaéreas. Imagens mostram colunas de fumaça em pontos estratégicos da capital. A operação durou cerca de 90 minutos nas primeiras horas da madrugada.
Declarações de autoridades americanas
O senador Mike Lee conversou com Marco Rubio e confirmou que a ação protegeu militares executando mandado de prisão. Lee afirmou que Maduro enfrentará julgamento criminal nos EUA. Ele acredita que a operação se enquadra na autoridade presidencial para defesa de pessoal americano.
Christopher Landau, autoridade do Departamento de Estado, declarou que Maduro finalmente responderá por seus crimes. Trump destacou o sucesso da missão em postagens nas redes sociais. Mais detalhes serão fornecidos na coletiva marcada para o meio-dia.
A Casa Branca não comentou imediatamente sobre envolvimento de unidades específicas. Fontes indicam participação de forças especiais em terra para a extração.
Situação atual em Caracas
Moradores relataram explosões fortes que sacudiram edifícios na capital venezuelana. Ruas permaneceram vazias nas horas seguintes, com presença militar aumentada. Soldados guardam pontos como o palácio presidencial de Miraflores.
Não há confirmação oficial de vítimas, mas avaliações iniciais apontam danos em instalações militares. A produção de petróleo da PDVSA continua normal, segundo fontes internas. O espaço aéreo permanece restrito para voos comerciais.
A cidade absorve os eventos enquanto autoridades avaliam o impacto na estrutura de comando nacional.
Próximos passos anunciados
Trump realizará coletiva às 11h (horário da costa leste) para fornecer mais informações sobre a operação. Autoridades americanas indicam que Maduro será transferido para julgamento em território dos EUA. Não há previsão de ações militares adicionais na Venezuela.
O governo venezuelano mantém mobilização defensiva em todo o território. Reações internacionais começam a surgir, com pedidos de esclarecimentos sobre a legalidade da intervenção.







