Senado dos EUA confirma que Maduro será julgado em território americano após captura por TrumpPor Luís Henrique Costa
Atualizado 5 min de leitura
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Forças dos Estados Unidos realizaram uma operação militar de grande escala na Venezuela na madrugada deste sábado (3). O presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e retirados do país por via aérea, conforme anúncio do presidente Donald Trump.
Explosões foram registradas em Caracas e em regiões próximas, atingindo alvos militares e infraestruturas. O governo venezuelano classificou a ação como agressão militar e decretou estado de emergência.
Um senador republicano informou que o secretário de Estado, Marco Rubio, confirmou a prisão de Maduro para responder a acusações criminais nos Estados Unidos. A operação envolveu tropas de elite e visa encerrar o que os EUA descrevem como regime narcoterrorista.
Detalhes da operação militar
A ação começou nas primeiras horas da madrugada em horário local de Caracas. Equipes da Delta Force, unidade especializada em contraterrorismo e resgate de alvos de alto valor, executaram a captura de Maduro.
Fontes americanas indicam que a operação foi planejada com precisão e contou com apoio aéreo. Trump descreveu o planejamento como brilhante e destacou a participação de tropas qualificadas.
Não há relatos oficiais de baixas civis significativas até o momento. Instalações da PDVSA, estatal de petróleo venezuelana, mantiveram operações normais, sem danos relevantes em refino ou produção principal.
Alvos atingidos durante os ataques
Diversos pontos estratégicos foram bombardeados em Caracas e estados vizinhos. Relatos indicam impactos em bases aéreas e quartéis militares.
- A base aérea La Carlota foi desativada após bombardeio.
- O quartel da montanha em Catia La Mar sofreu ataques diretos.
- Forte Tiuna, complexo central das forças armadas, foi alvo principal.
- A base de F-16 em Barquisimeto registrou explosões.
- O aeroporto privado de Charallave foi desativado.
- A base de helicópteros em Higuerote também foi atingida.
Regiões como Santa Mónica, Los Teques e 23 de Enero enfrentaram cortes de energia elétrica. O centro histórico de Caracas registrou atividades aéreas intensas.
O porto de La Guaira sofreu danos severos, embora não esteja ligado diretamente à exportação de petróleo. Testemunhas descreveram voos rasantes e detonações sucessivas.
Declarações do governo americano
O presidente Trump anunciou a captura em rede social e prometeu detalhes adicionais em coletiva marcada para o horário local de Washington. Ele evitou comentar sobre autorização congressional prévia.
Marco Rubio, secretário de Estado, reforçou posição antiga de que Maduro não representa governo legítimo da Venezuela. Um post republicado por ele destaca o líder como chefe de organização narcoterrorista.
O vice-secretário Christopher Landau declarou que a tirania na Venezuela terminou. Ele mencionou um novo amanhecer para o país após a operação.
Posição do Senado sobre o julgamento
Um senador republicano, Mike Lee, revelou conversa com Marco Rubio sobre o destino de Maduro. A prisão ocorreu especificamente para que o líder venezuelano responda a acusações criminais acumuladas nos Estados Unidos.
Essas acusações incluem narcotráfico e terrorismo, datando de indiciamentos anteriores. O julgamento deve ocorrer em território americano, conforme informado pelo Departamento de Estado.
Não haverá novas operações militares na Venezuela, pois o objetivo principal foi alcançado com a custódia de Maduro. Essa informação foi transmitida diretamente aos parlamentares.
Reações no governo venezuelano
A vice-presidente Delcy Rodríguez transmitiu áudio pela TV estatal exigindo prova de vida de Maduro e da primeira-dama. O governo desconhece o paradeiro atual do casal.
O chanceler Yván Gil solicitou reunião urgente no Conselho de Segurança da ONU. Ele denunciou violação da soberania e agressão imperialista.
O comunicado oficial venezuelano aponta tentativa de controle sobre reservas de petróleo. Mobilização geral das forças armadas foi ordenada para defesa do território.
Respostas internacionais à crise
Cuba condenou o ataque como terrorismo de Estado e pediu reação global. O governo cubano destacou violação da zona de paz na região.
O presidente colombiano Gustavo Petro rejeitou a agressão à soberania venezuelana. Ele reforçou tropas na fronteira devido a possível fluxo de refugiados.
No Brasil, o Itamaraty agendou reunião ministerial para discutir desdobramentos. Parlamentares brasileiros emitiram notas variadas sobre o episódio.
Outros países latino-americanos manifestaram preocupação com escalada militar na região. Organismos como Celac e Unasul devem emitir posicionamentos formais em breve.
Contexto das acusações contra Maduro
Maduro enfrenta indiciamentos nos EUA desde 2020 por suposto comando do Cartel de los Soles. As charges envolvem tráfico internacional de drogas e cooperação com grupos armados.
Os Estados Unidos ofereceram recompensa de milhões de dólares por informações leading à prisão. A classificação recente do cartel como organização terrorista justificou medidas mais duras.
Tensões aumentaram com bloqueios navais e apreensões de petroleiros nos últimos meses. A operação atual representa escalada significativa nesse confronto.
Impacto nas operações de petróleo
A PDVSA informou que instalações chave não foram afetadas de forma crítica. Produção e refino continuam em níveis regulares.
Alguns portos secundários registraram interrupções temporárias. Analistas monitoram possíveis efeitos no mercado global de energia.
Exportações venezuelanas para aliados como China e Rússia podem enfrentar revisões logísticas. Sanções americanas prévias já restringiam operações da estatal.







