Cliente relata ter contraído herpes após funcionária cuspir em sanduíche em fast food do Oklahoma
Uma funcionária de uma unidade da rede Arby’s em Broken Bow, Oklahoma, nos Estados Unidos, foi detida. A acusação é de que a empregada teria cuspido em um lanche destinado a uma cliente, que, posteriormente, afirma ter desenvolvido herpes labial em decorrência do incidente.
Jennica Church, de 38 anos, estava na fila do drive-thru para buscar seu pedido de “4 sanduíches por 10 dólares”, quando Amanda Hendricks, também de 38 anos, teria salivado intencionalmente sobre a refeição, segundo relatos.
Gravações de câmeras de segurança mostraram o momento em que Amanda “retira carne da fatiadora”, “eleva-a até a altura do pescoço e inclina a cabeça; é possível observar a saliva escorrendo de sua boca e caindo sobre o sanduíche”, conforme detalhado no boletim de ocorrência. Após o ato, Hendricks teria prosseguido com a montagem dos outros três sanduíches e finalizado o pedido para entrega.

A cliente Jennica consumiu um dos sanduíches e, posteriormente, dividiu o restante da comida com seu esposo e os dois filhos, conforme reportagem do portal “The Smoking Gun”, especializado em reportagens sobre crimes.
Depois de comer a refeição do Arby’s, Jennica relatou ter manifestado sintomas de uma infecção por herpes labial, que incluíram “lesões dolorosas e feridas”. Em uma ação judicial de natureza cível, Jennica declarou ter recebido diagnóstico positivo para o vírus Herpes Simplex Tipo 1.
Desconfiada de que a refeição poderia ter sido contaminada, Jennica buscou a polícia, informando aos oficiais que existiam boatos na localidade de que Amanda estaria comentando sobre ter cuspido na comida dela.
Amanda Hendricks confessou ter cuspido no alimento. Ela foi formalmente acusada por envenenamento de alimentos ou medicamentos com intenção de causar lesão, crime considerado grave pela legislação local. O histórico criminal dela já registra condenações por posse de entorpecentes, fraude com cartão de crédito, receptação de produtos roubados e dirigir sob influência de álcool ou drogas.
No processo civil impetrado em 16 de junho, Jennica sustenta que Amanda foi autorizada a trabalhar no estabelecimento, mesmo apresentando “um surto ativo de herpes com lesões visíveis”. Esta alegação levanta questões importantes sobre os protocolos de saúde e segurança alimentar, e a responsabilidade dos empregadores na garantia de que funcionários com condições infecciosas ativas que podem ser transmitidas por contato direto não operem em funções de manuseio de alimentos.
















