Liberação de nova parcela do PIS/Pasep esquecido começa hoje; veja quem tem direito ao saque

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Saque dinheiro, FGTS, PIS Pasep - Foto: Joyce Diva/ Istockphoto.com

Uma nova remessa de pagamentos do antigo fundo PIS/Pasep, conhecido como “dinheiro esquecido”, teve início nesta quinta-feira (25) para os trabalhadores. Esta fase específica abrange aqueles que fizeram a solicitação de resgate até a data limite de 31 de maio.

Para quem realizar a solicitação do ressarcimento até a próxima terça-feira (30), o montante será disponibilizado em 27 de julho, seguindo o cronograma estabelecido pelas autoridades governamentais.

O fundo PIS/Pasep, em sua antiga configuração, tinha como finalidade original integrar trabalhadores com carteira assinada e servidores públicos ao desenvolvimento das empresas entre os anos de 1971 e 1988, formando um patrimônio individual. É crucial distinguir este fundo da modalidade de abono salarial do PIS/Pasep que é concedida atualmente.

Os interessados em verificar a existência de valores a serem resgatados podem acessar o portal Repis Cidadão ou utilizar o aplicativo do FGTS para essa consulta.

Dinheiro, saque Pis Pasep, Abono Salarial – Foto: Sidney de Almeida/ Istockphoto.com

Orientações para quem busca o dinheiro esquecido do PIS/Pasep

As informações divulgadas pelo governo indicam que o saldo médio disponível para retirada é de aproximadamente R$ 2,8 mil por indivíduo. Contudo, o valor final pode apresentar variações significativas, dependendo do período de trabalho e da remuneração percebida no respectivo tempo. Todos os montantes são atualizados monetariamente pela inflação.

Além da consulta, a plataforma Repis Cidadão detalha o processo para o efetivo saque dos recursos, incluindo instruções específicas para situações de sucessão, quando o beneficiário original já não está vivo. O acesso a essa ferramenta exige que o usuário possua uma conta gov.br nos níveis de segurança prata ou ouro.

É importante ressaltar que, caso o ressarcimento não seja requerido até o mês de setembro de 2028, os valores acumulados serão transferidos de forma permanente para o Tesouro Nacional, perdendo qualquer chance de serem sacados posteriormente.

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