Parque zoológico de Volta Redonda reintegra oito animais silvestres à natureza após reabilitação em junhoPor Jeronimo Santos
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O Parque Zoológico Municipal de Volta Redonda, localizado no Rio de Janeiro, concluiu a reintegração de oito animais silvestres ao seu habitat natural durante o mês de junho. Os bichos passaram por um período de resgate e reabilitação na própria cidade. Outras 27 aves da espécie periquitão foram transferidas para uma organização não governamental especializada na capital fluminense.
Entre os animais que receberam alta e foram liberados estão um tamanduá-mirim, três tatus e quatro gambás, conforme informações da administração municipal. Os espécimes foram inicialmente localizados em regiões urbanas do município e, posteriormente, levados para o zoológico, onde receberam os cuidados necessários para sua recuperação. O aumento de resgates de fauna em centros urbanos reflete a crescente pressão de desmatamento e expansão imobiliária sobre habitats naturais, tornando a atuação de equipes como a de Volta Redonda fundamental para a biodiversidade local.

A prefeitura destacou que os gambás, em particular, chegaram ao local ainda em fase de filhotes, demandando atenção especial. Eles foram submetidos a exames e tratamentos veterinários, seguidos de um período de quarentena. Após a confirmação de sua plena recuperação, os pequenos marsupiais foram novamente inseridos em seu ambiente natural.
Aves periquitões são enviadas para organização de reabilitação no Rio de Janeiro
Além dos mamíferos reintegrados, um grupo de 27 periquitões teve seu encaminhamento para uma ONG especializada. Esta entidade, baseada na capital fluminense, dedica-se à reabilitação e posterior soltura de animais que se encontram em situações de vulnerabilidade.
De acordo com a prefeitura, as aves foram entregues ao Parque Zoológico por moradores da região. Por serem filhotes, permaneceram sob os cuidados do setor de biologia do parque, onde receberam tratamento médico e toda a assistência necessária para seu desenvolvimento inicial.
Devido à necessidade de um período mais extenso de reabilitação e preparo para a vida selvagem, os periquitões foram transferidos para a organização parceira. A expectativa é que, após essa fase aprimorada de cuidados, eles também sejam devolvidos à natureza com segurança.







