Em nova função, Rafinha aborda futuro do São Paulo e otimismo por Calleri e Lucas

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Rafinha é o novo executivo de futebol do São Paulo - Foto: Divulgação / São Paulo Foto: Rafinha é o novo executivo de futebol do São Paulo - Foto: Divulgação / São Paulo

Logo após a apresentação do reforço Victor Sá, o diretor executivo do São Paulo, Rafinha, concedeu na terça-feira, 22 de julho, sua primeira entrevista exclusiva no CT da Barra Funda. Ele se posicionou diante da câmera para abordar os desafios e planos na sua nova função.

Mesmo evitando perguntas na apresentação inicial do novo jogador, Rafinha não se esquivou dos questionamentos feitos pelos jornalistas. Por cerca de 30 minutos, o dirigente comentou sobre possíveis saídas e novas chegadas, a situação dos salários em atraso, controvérsias e a experiência em seu novo cargo no clube.

O ex-jogador admitiu que atuar em campo é “muito mais fácil”, descrevendo a nova função como um “desafio grande”, com um “muro bem alto” a ser superado. Ele, no entanto, ressaltou que seus contatos adquiridos durante a carreira como atleta têm sido cruciais para o desempenho no cargo.

Rafinha - Rubens Chiri/saopaulofc
Rafinha – Rubens Chiri/saopaulofc

Desde o início da entrevista, Rafinha demonstrou firmeza, reconhecendo abertamente a magnitude do desafio e as dificuldades encontradas, inclusive na relação com antigos colegas de equipe.

O diretor não hesitou ao ser inquirido sobre assuntos sensíveis, como a reintegração do zagueiro Arboleda e a partida de Alan Franco. Ele contou que dedicou dois meses para tentar persuadir o atleta argentino a permanecer no elenco, mas sem êxito, e considerou o empréstimo ao Tigres, do México, como “muito ruim” para o clube.

“É muito ruim para nós”, afirmou Rafinha, justificando a decisão de liberar jogadores que não desejam permanecer. Ele enfatizou que há limites para a interferência em questões pessoais dos atletas, destacando a necessidade de ter profissionais totalmente dedicados ao clube.

Diretor Rafinha confirma pedido de Alan Franco para deixar o São Paulo

O dirigente confirmou que há um mês de atraso nos pagamentos de direitos de imagem, mas descartou que essa situação tenha motivado a saída de Alan Franco.

Nem todas as informações foram desfavoráveis. Questionado sobre a prolongada negociação para a renovação de Calleri, Rafinha expressou uma previsão otimista.

“Nessas últimas reuniões, tudo que o Calleri está fazendo… Ele entende o momento do clube”, disse Rafinha. Ele destacou que o atacante tem feito tudo o que está ao seu alcance e que há um desejo mútuo de permanência, prevendo “boas notícias nos próximos dias”.

Perspectivas positivas para a renovação de contrato de Calleri

O diretor também mencionou ter contatado Mario Götze, seu antigo colega de Bayern de Munique, para obter informações sobre o novo reforço Aurélio Buta. Ele negou a intenção de negociar jogadores no segundo semestre apenas para arrecadar fundos, caso as vendas não contribuam para resolver os problemas da equipe tricolor.

Os desafios de Rafinha na transição de campo para o cargo executivo

Questionado sobre a experiência como dirigente, Rafinha reiterou que jogar é “muito mais fácil”. Ele descreveu a função como um novo desafio, destacando que os seis meses anteriores como gerente foram essenciais para o aprendizado prático e que buscou cursos e auxílio de colegas para se aprimorar.

Ele explicou que a execução prática de contratos, porcentagens e cláusulas é complexa, exigindo conhecimento aprofundado de legislações e regulamentos. O executivo afirmou estar se preparando intensamente, estudando e buscando informações e cursos com contatos do futebol europeu para lidar com a grandiosidade do desafio.

Rafinha reforçou que o “muro é bem alto”, mas se sente satisfeito com seu desempenho, atribuindo o sucesso aos contatos e portas abertas durante sua trajetória como jogador, que agora o auxiliam na nova posição.

A ascensão de gerente para executivo não era um objetivo inicial, segundo Rafinha. Ele explicou que atendeu ao convite para retornar ao São Paulo em um momento de grande dificuldade no Campeonato Paulista, ciente da busca do clube por alguém para a função.

Muitas pessoas recusaram o desafio naquele período, mas Rafinha aceitou, expressando seu desejo de retornar e contribuir em diversas áreas. Ele esclareceu que, embora não planejasse ser executivo, a vivência diária e o auxílio prestado a Rui Costa o prepararam para a posição.

O dirigente não considera a função algo “de outro mundo”, reconhecendo sua viabilidade no cotidiano. No entanto, ele enfatizou a necessidade de muito aprendizado, pois está apenas começando, e que para instruir é preciso primeiro adquirir conhecimento.

Ele afirmou estar buscando muita ajuda de amigos do futebol e se dedicando ao máximo para aperfeiçoar todos os detalhes da função. Rafinha ponderou que a experiência e o estudo contínuo são essenciais, e que, com dedicação, tem certeza de que terá um bom desempenho no cargo.

Rafinha apontou a separação entre a relação de ex-atleta e dirigente como o maior desafio desde a saída de Rui Costa. Ele mencionou a dificuldade de estabelecer limites com os jogadores, com quem já atuou e tem liberdade, mas ressaltou a importância de não misturar as esferas.

O dirigente descreveu como complicado ter que comunicar notícias negativas a ex-companheiros, mas reconheceu que faz parte do trabalho. É um grande desafio convocar um jogador para a sala, expor a visão do clube e informar sobre o fim de um ciclo ou a continuidade no elenco.

Embora seja complicado, Rafinha afirmou estar lidando bem com a função de falar como dirigente, assegurando que suas ações visam o melhor para a carreira dos atletas e para o clube. Ele reconheceu a dificuldade de explicar certas situações, especialmente quando os jogadores não desejam ouvir a verdade.

No entanto, no cargo atual, é preciso ser firme e agir com racionalidade. O diretor expressou sua compreensão sobre as responsabilidades dos executivos no futebol, destacando que não é fácil, mas que tem conseguido separar as situações de forma eficaz.

Abordando a renovação de Calleri, um tema de grande interesse para a torcida, Rafinha descreveu o atacante como “um cara especial” e expressou otimismo. Ele revelou que o jogador tem demonstrado grande aliança com o clube, compreendendo o momento atual e fazendo tudo ao seu alcance para permanecer.

O diretor enfatizou o amor de Calleri pelo São Paulo e sua compreensão sobre as necessidades atuais da instituição, apesar de ser um jogador crucial. Ele afirmou o forte desejo do clube em renovar, sem “fazer loucura” financeira, e manifestou certeza de um “final feliz” com boas notícias em breve, pois há um interesse mútuo na continuidade.

Situação de Lucas Moura: conversa inicial e foco na recuperação

Sobre uma possível renovação de Lucas Moura, Rafinha informou que o empresário do atleta esteve no clube na segunda-feira para uma reunião, focada em entender o cenário atual. Contudo, ele destacou que não há urgência na negociação, já que Lucas está concentrado em sua recuperação e impedido de jogar.

O diretor expressou o grande carinho de todos pelo jogador, um dos ídolos do clube, e o desejo de contar com ele. A esperança é que Lucas se recupere prontamente para retornar aos gramados.

Em relação à situação salarial de Lucas Moura, que possui um dos maiores vencimentos no clube e não está em campo, Rafinha esclareceu que, embora o São Paulo deseje manter tanto Calleri quanto Lucas, todos os jogadores precisam se adaptar à realidade financeira atual da instituição. Ele garantiu que a situação melhorará, mas enfatizou a necessidade de compreensão no presente momento.

O diretor expressou confiança de que o clube retomará sua estabilidade e que os jogadores, independentemente do nome, compreendem essa fase. Ele salientou que o São Paulo deve manter apenas aqueles que demonstram vontade de permanecer e fazem a sua parte, garantindo que, nessas condições, não haverá obstáculos para a continuidade.

Detalhes sobre a saída de Alan Franco e a postura do clube

Questionado sobre a recente saída de Alan Franco, que já estava há um bom tempo no São Paulo, Rafinha desmistificou especulações. Ele afirmou que o jogador tinha o carinho de todos e nunca causou problemas, revelando ter passado dois meses tentando convencê-lo a ficar, assegurando que teria minutos em campo. No entanto, Alan Franco acreditava que não jogaria o suficiente, lembrando sua experiência anterior com o técnico Dorival Júnior.

Rafinha esclareceu que a situação de Alan Franco era diferente no momento de sua saída, e que o jogador nunca foi informado que não seria utilizado. Ele estava, inclusive, participando de todos os jogos, inclusive sob o comando de Dorival. A decisão de deixar o clube foi exclusivamente do atleta, que manifestou o desejo de “mudar de ares” e, após diversas tentativas da diretoria e do técnico para contornar a situação, ele reiterou que não queria mais jogar pelo São Paulo.

“Para o torcedor são-paulino entender: como vamos segurar no São Paulo um jogador que não quer ficar?”, questionou Rafinha. Ele explicou que o clube não simplesmente libera atletas que pedem para sair, mas que a grandeza do São Paulo não permite manter em seu elenco alguém que não deseja vestir a camisa.

O diretor expressou o grande carinho que nutre por Alan Franco, com quem jogou, e destacou sua importância como liderança. No entanto, a partir do momento em que o jogador não quis mais atuar pelo clube, a diretoria não pôde retê-lo, pois uma permanência forçada resultaria em insatisfação e baixo desempenho.

Além disso, Rafinha mencionou que “situações do lado pessoal” do atleta, que não podem ser divulgadas publicamente, também influenciaram, embora o clube não entre nesse mérito. Ele admitiu que a situação incomoda, mas enfatizou que não há como reter um jogador que não quer permanecer. O dirigente havia condicionado a liberação à chegada de uma reposição, independente do estado de ânimo de Alan Franco.

Mesmo após a contratação de Domingos Duarte e conversas com Alan Franco, o jogador persistiu em seu desejo de sair, resultando no empréstimo ao Tigres. “É ruim para nós? Muito ruim”, lamentou Rafinha, reiterando que o clube tem limites para lidar com questões pessoais e precisa de atletas focados e comprometidos para auxiliar o São Paulo.

Reintegração de Arboleda após polêmica: a visão da diretoria

Questionado sobre Arboleda, que foi reintegrado após quase ser negociado, Rafinha reconheceu que o jogador, o mais antigo do elenco com uma grande história no clube, “errou grande” com os colegas e com o São Paulo. Ele explicou que o clube o penalizou conforme o cabível na época, mas ressaltou que não se pode punir o atleta e, simultaneamente, prejudicar o São Paulo.

Arboleda retornou no prazo estabelecido, pois não surgiram propostas concretas para sua saída, apesar de algumas ofertas do mercado brasileiro. O diretor destacou a alta qualidade do zagueiro, considerado um dos melhores defensores do país, e sua importância como patrimônio do clube.

Rafinha argumentou que não faria sentido manter Arboleda treinando separado, sendo um jogador de alto custo e grande qualidade. Ele enfatizou que o São Paulo não tem condições atuais de contratar um zagueiro do mesmo nível.

Apesar do erro, da penalização e da multa, o zagueiro conversou com os colegas e pediu desculpas, com o técnico Dorival e o elenco também dialogando com ele. Rafinha reforçou que, embora o clube tenha cobrado o atleta, não poderia prejudicar o São Paulo, deixando de usar um jogador que é muito útil.

A diretoria agiu em todas as frentes, inclusive juridicamente, e decidiu pela reintegração, pois o atleta contribui significativamente. “Errou? Sim”, reconheceu Rafinha, mas salientou que Arboleda é hoje um jogador útil, que transmite segurança em campo, embora o clube continue a cobrá-lo e não passe a mão na cabeça.

Após ser cobrado em todos os aspectos, Arboleda está de volta ao elenco. Rafinha rebateu a crítica de que a reintegração seria um desrespeito à torcida, afirmando que o São Paulo penalizou o jogador em todas as formas possíveis e questionando se o objetivo seria “crucificá-lo” eternamente por um erro.

O diretor confirmou que o clube buscou negociá-lo, sem sucesso, e que Arboleda é um jogador importante em diversos aspectos, sendo o mais antigo no São Paulo com uma história significativa. Rafinha confidenciou ter dito ao zagueiro que ele não poderia deixar o clube “pela porta dos fundos”.

Dívidas de direitos de imagem: Rafinha confirma atraso no São Paulo

Sobre a relação entre a saída de Alan Franco e eventuais salários atrasados, Rafinha confirmou que o São Paulo possui atraso nos pagamentos de direitos de imagem, mas não em proporções “de loucura”. Ele assegurou que o acordo feito pela gestão de Massis está sendo honrado, e negou veementemente que o motivo da saída de Alan Franco tenha sido financeiro.

Rafinha argumentou que “quem está cobrando dinheiro não deixa dinheiro para trás”, reforçando que Alan Franco não partiu por questões salariais, mas sim por não querer mais permanecer. Ele admitiu que o atraso nos direitos de imagem é “errado”, mas contextualizou a situação com a dificuldade de receita devido à impossibilidade de usar o Morumbi para jogos por quase dois meses.

O diretor reconheceu que o clube se programou para o período sem jogos devido à Copa do Mundo, um cenário que afetou diversas equipes brasileiras. Ele defendeu que o devido deve ser pago, e assegurou que o presidente Massis tem honrado os salários, tentando regularizar tudo, e que os pagamentos das categorias de base nunca atrasaram nos últimos anos.

“Atrasa um mês? Sim, não vou mentir, isso acontece no São Paulo”, admitiu Rafinha, mas garantiu que os jogadores sempre recebem e o clube jamais deixou de pagar ninguém. Ele reiterou que os atrasos não são motivo para a saída de atletas, como foi especulado no caso de Alan Franco.

O dirigente finalizou reafirmando que a questão salarial não foi a razão da saída de Alan Franco, que optou por deixar o clube por outros motivos que considerou mais vantajosos para si no momento.

Para esclarecer, o executivo confirmou que os atrasos se referem a direitos de imagem, não a salários registrados em carteira. Ele estimou o período em “acho que é um mês que está atrasado”, sem poder precisar a quantia exata.

Mercado da bola: São Paulo busca reforços e não fará vendas precipitadas

Sobre a venda de jogadores, Rafinha confirmou que há uma meta estabelecida pelo presidente, mas ponderou sobre a necessidade de realismo. Ele informou que o clube recebeu algumas sondagens, mas nenhuma atingiu os valores desejados pelo São Paulo, não havendo propostas concretas.

O diretor reconheceu que a venda de atletas é parte inevitável do processo. Se surgir uma proposta vantajosa tanto para o clube quanto para o jogador, o São Paulo não hesitará em concretizar a negociação.

No entanto, Rafinha ressaltou que não pode desestruturar o planejamento de Dorival Júnior e sua comissão técnica para o segundo semestre, que é fundamental. Ele assegurou que o clube não fará “loucuras” nem “queimará” jogadores em vendas que não resolvam os problemas do São Paulo.

Questionado sobre novas contratações, Rafinha descreveu a missão como difícil, mas confirmou que o São Paulo busca uma ou duas peças para qualificar o elenco no segundo semestre. Ele explicou que, diante da falta de respaldo financeiro robusto, o clube está usando todos os recursos possíveis.

O diretor salientou que os jogadores recém-chegados acreditaram no projeto, mesmo tendo propostas financeiramente mais vantajosas de outros clubes. Eles escolheram o São Paulo pela sua grandeza e pelo planejamento para o restante da temporada e os anos seguintes.

Sobre a saída de jogadores, especialmente da base, Rafinha classificou como normal, explicando que muitos jovens procuram o clube em busca de mais minutos em campo, seja por idade estourada no sub-20 ou pela falta de espaço no elenco principal, que conta com quase 40 atletas. Ele frisou que não se trata de punição, mas de uma impossibilidade de dar atenção individualizada a tantos jogadores, e que os empréstimos são benéficos para o desenvolvimento dos atletas.

Muitos jogadores se dirigem à sua sala pedindo por oportunidades, e o São Paulo sempre busca o melhor para eles. O planejamento do clube é contar com esses atletas no futuro, mas, no momento, o técnico Dorival Júnior não pode utilizá-los devido ao grande número de opções. Assim, os empréstimos servem para que os jovens tenham a chance de jogar.

O diretor detalhou as negociações com Aurélio Buta e Domingos Duarte, ressaltando a importância de ambos. Ele explicou que conduziu a segunda tentativa de contratação de Domingos, um jogador que vinha de sua melhor campanha pelo Getafe, com participação em todos os jogos e atuando em uma das defesas menos vazadas do Campeonato Espanhol, o que naturalmente atraiu propostas europeias.

Consciente da impossibilidade de competir financeiramente com os clubes europeus, a estratégia foi mostrar a Domingos o significado do São Paulo. Rafinha argumentou que, para um jogador em um clube de menor expressão na Europa, seria mais vantajoso vir jogar no São Paulo, um clube de grande dimensão no Brasil.

A grandeza do clube, o sucesso de outros atletas que passaram por lá e a dimensão de atuar no São Paulo foram fatores determinantes. O diretor, com 16 anos de experiência no futebol europeu, afirmou que é mais benéfico estar em um grande clube brasileiro do que em um pequeno da Europa.

A negociação com Aurélio Buta foi mais complexa, já que o jogador vinha do Copenhagen e teve uma longa passagem pela Alemanha. Rafinha buscou referências, ligando para seu ex-colega de Bayern de Munique, Mario Götze, e para amigos no Frankfurt, colhendo informações sobre o atleta.

As informações sobre Buta foram todas positivas, vindas de treinadores e ex-companheiros. Apesar de ter propostas financeiramente superiores ao São Paulo, o fato de ele falar português foi um facilitador crucial para a vinda da família, auxiliando na decisão.

Buta possuía mercado no futebol europeu e propostas concretas, com seus empresários agindo com transparência. Rafinha destacou a importância de contar com jogadores que querem estar no São Paulo, revertendo o fluxo normal de atletas. Eles acreditaram no clube e na visão apresentada.

Sobre a instabilidade devido às eleições e seus planos futuros, Rafinha foi direto: seu foco está no presente, especificamente no jogo contra o Athletico e em encerrar bem o primeiro turno, para depois fazer um “espetacular segundo semestre”.

Ele afirmou não pensar no que ocorrerá em janeiro, ciente das eleições, mas agradeceu ao presidente Massis por blindar o futebol da política, que, segundo ele, pode interferir nos resultados.

Rafinha expressou a esperança de manter o ritmo de preparação para a retomada do campeonato. Quanto a ele, não planeja o futuro, contando com o auxílio do Dr. Felipe, do departamento jurídico, e do técnico Dorival Júnior, além de todo o departamento de futebol.

Finalizando a entrevista, sobre Artur, Rafinha relembrou sua participação na negociação do jogador, que tinha muitas propostas de outros clubes, mas optou por vir ao São Paulo. Ele destacou a importância de ter um atleta que escolhe o clube e que hoje tem sido fundamental para a equipe.

O diretor afirmou que não há negociações em andamento sobre Artur, nem é o objetivo da diretoria discutir sua situação. Ele garantiu que o jogador é do São Paulo, contribui muito no dia a dia e fará um excelente segundo semestre, mostrando-se “um cara espetacular” e muito feliz vestindo a camisa tricolor.

Thiago Lemos é colaborador da redação do Mix Vale, portal de notícias com cobertura de Brasil e mundo. Produz conteúdo nas editorias de economia e benefícios, com foco em informação de serviço para o leitor brasileiro. Escreve para o portal desde 2020: Formação: Administração.

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