Apple encerra produção de três modelos de iPhone em 2025 e afeta mercado

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Apple Foto: Apple - Foto: bluestork / Shutterstock.com

A gigante da tecnologia Apple definiu o ano de 2025 como o marco final para a fabricação de três aparelhos bastante populares: o iPhone 14, sua variante de tela maior iPhone 14 Plus e a terceira geração do iPhone SE. Essa movimentação estratégica nos bastidores da empresa de Cupertino vai impactar diretamente a rotina e o bolso de milhões de consumidores ao redor do planeta. A transição já era esperada por analistas do setor financeiro, refletindo a necessidade de abrir espaço nas linhas de montagem para equipamentos mais robustos, capazes de rodar ferramentas complexas de inteligência artificial. Com a chegada iminente de inovações atreladas ao pacote Apple Intelligence, a marca foca agora em impulsionar as vendas da recém-lançada família iPhone 16 e preparar o terreno para a linha iPhone 17. O anúncio oficial sobre a retirada desses produtos das prateleiras deve ocorrer no mês de março, gerando debates acalorados sobre o futuro do mercado de smartphones de entrada.

Lançados originalmente no segundo semestre de 2022, os modelos padrão e Plus da décima quarta geração trouxeram o processador A15 Bionic e melhorias significativas na captura de imagens em ambientes com pouca luz. No mesmo ano, a fabricante introduziu a terceira versão do SE, entregando um design clássico com botão de início físico, voltado para quem buscava o sistema operacional da maçã por um custo inicial menor. No entanto, o avanço do software exige cada vez mais poder de processamento, e a futura atualização para o iOS 19 demandará especificações técnicas que esses hardwares mais antigos terão dificuldade em acompanhar com fluidez. A retirada desses celulares do catálogo oficial atinge em cheio o consumidor que prioriza o custo-benefício, eliminando as opções mais acessíveis da loja oficial. Consequentemente, quem planejava adquirir um dispositivo novo da marca gastando menos precisará recalcular a rota ou recorrer ao varejo de eletrônicos usados.

O encerramento do ciclo de vida de eletrônicos obedece a um padrão histórico rigoroso dentro do planejamento corporativo da empresa fundada por Steve Jobs. Anualmente, a companhia avalia o desempenho de seu portfólio, descontinuando versões defasadas para concentrar esforços de marketing e engenharia nos lançamentos mais rentáveis. Atualmente, existem mais de 1,3 bilhão de iPhones ativos globalmente, um dado que ilustra a magnitude de qualquer alteração na oferta de produtos. Para manter a liderança no segmento premium e enfrentar a concorrência feroz de fabricantes asiáticas, a marca precisa garantir que sua base de usuários migre gradativamente para aparelhos que ofereçam a melhor experiência possível com os serviços digitais oferecidos.

Fatores técnicos que motivaram a interrupção das linhas de montagem

A decisão de aposentar esses equipamentos envolve tanto a padronização de componentes quanto a adequação às novas normas ambientais internacionais. A partir do iPhone 15, a fabricante adotou obrigatoriamente a porta USB-C e o chip A16 Bionic, abandonando o antigo conector Lightning. O salto tecnológico ficou ainda mais evidente com a chegada da linha iPhone 16 em 2024, equipada com o processador A18, desenhado especificamente para lidar com tarefas de aprendizado de máquina local. Em contrapartida, a terceira geração do SE, presa ao chip A15 e a um visual com bordas espessas, não possui recursos modernos que se tornaram padrão na indústria, como a Ilha Dinâmica e conjuntos fotográficos de múltiplas lentes de alta resolução.

Direcionar a atenção do público para os catálogos recentes permite à companhia garantir que os clientes utilizem as versões mais seguras e otimizadas de seus aplicativos. Dados de mercado indicam que aproximadamente 70% dos proprietários de smartphones da marca realizam a troca do aparelho dentro de um período de três anos. Essa alta taxa de renovação justifica a interrupção da produção de hardwares que já não entregam o desempenho esperado pelas novas gerações de consumidores. Além disso, a reestruturação das fábricas abre espaço físico e logístico para a fabricação de projetos ambiciosos, como o especulado iPhone 17 Air, que promete revolucionar o design da categoria com uma espessura ultrafina e componentes internos totalmente redesenhados.

Consequências práticas para quem já possui os aparelhos afetados

Quem tem um desses celulares no bolso não precisa correr para a loja imediatamente, pois o funcionamento diário permanecerá inalterado a curto prazo. O histórico de suporte da fabricante americana é um dos mais longos do setor de tecnologia, garantindo atualizações de segurança e correções de falhas por cerca de cinco anos após o fim das vendas oficiais. Estima-se que os proprietários do iPhone 14 e do SE de 2022 continuarão recebendo pacotes do sistema operacional por mais duas ou três grandes versões. Isso significa que a compatibilidade total deve se estender até o iOS 20 ou, em um cenário otimista, até o iOS 21. Após esse período, os dispositivos perderão o acesso a novas funções de interface e gradativamente deixarão de rodar aplicativos bancários e redes sociais que exigem protocolos de segurança atualizados.

Opções de atualização disponíveis no catálogo atual da fabricante

Para os consumidores que planejam substituir seus telefones antigos, o portfólio atualizado oferece alternativas com saltos expressivos de qualidade. As versões padrão e Plus do iPhone 15, por exemplo, já incorporam o sensor principal de 4

Luís Henrique Costa é jornalista formado pela FMU, editor-chefe e fundador do Mix Vale, portal de notícias em atividade desde 2013. Responde pela direção editorial do veículo, que cobre Brasil e mundo em economia, benefícios sociais, esportes, tecnologia, ciência e entretenimento. Atua na área há mais de 15 anos e lidera uma equipe de cerca de 15 colaboradores.

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