São Paulo

Chuva forte atinge 100 casas e mobiliza barcos em Sumaré

Moradores são resgatados de barco após temporal em Sumaré - Divulgação/Defesa Civil do Estado de SP
Foto: Moradores são resgatados de barco após temporal em Sumaré - Divulgação/Defesa Civil do Estado de SP
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A chuva forte que atingiu Sumaré em 11 de setembro de 2026 inundou cerca de 100 residências em múltiplos bairros urbanos e elevou o índice pluviométrico para 102 milímetros na bacia do Rio Quilombo, segundo dados oficiais divulgados pela Defesa Civil municipal.

O alagamento na Vila Diva tomou a extensão da Rua Claudemir Eugenio, onde o Corpo de Bombeiros retirou sete pessoas que não conseguiam deixar os imóveis. O socorro ocorreu de barco.

A Prefeitura de Sumaré confirmou o avanço da enxurrada em direção a bairros vizinhos, incluindo Jardim Primavera, São Domingos, Manchester e Jatobá entre as regiões monitoradas pelo município.

A água também invadiu ruas e imóveis na Vila Yolanda Costa e Silva e no Jardim Dulce. As enxurradas atingiram ainda o Jardim Santa Teresinha e o Jardim Paulistano.

O pluviômetro instalado na Vila Menuzzo, área central da cidade, marcou 99 milímetros de chuva no intervalo de 24 horas, enquanto o equipamento de Nova Veneza apontou 56 milímetros no mesmo período.

A estação de medição instalada no leito do Rio Quilombo totalizou 102 milímetros de água acumulada. A Defesa Civil mantém vigilância contínua na calha porque o volume hídrico continuou subindo durante o dia.

Os meteorologistas preveem precipitação intensa na noite de 11 de setembro de 2026, com instabilidade que pode avançar pela madrugada de 12 de setembro de 2026.

Técnicos de emergência reforçaram os alertas preventivos para evitar novos acidentes na cidade. A Defesa Civil recomendou as seguintes medidas à população:

  • evitar qualquer travessia a pé ou com veículos em vias alagadas;
  • permanecer em locais abrigados durante os períodos de forte precipitação.
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