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Nepal calcula gasto de R$ 24 bilhões para reparar estragos

Bandeira do Nepal
Foto: Bandeira do Nepal -Mini Onion/shutterstock.com
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O governo do Nepal calculou em 4,78 bilhões de dólares, o equivalente a cerca de 24 bilhões de reais, o custo total para reconstruir as áreas atingidas por uma avalanche na fronteira com o Tibete, segundo pronunciamento feito em 11 de setembro de 2026. O anúncio partiu de Lok Bahadur Chhetri, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, exatamente 15 dias após o deslizamento de terra atingir a região montanhosa vizinha à China.

A tragédia atingiu o Nepal.

Divisão dos valores previstos para o plano governamental

O plano oficial prevê que 57,7 milhões de dólares, correspondentes a 295 milhões de reais, cubram as ações imediatas de socorro e contenção nos próximos seis meses. O restante do cálculo orçamentário atinge 4,71 bilhões de dólares, voltados especificamente para a recomposição estrutural de longo prazo das regiões afetadas. Lok Bahadur Chhetri detalhou essa divisão financeira diretamente em pronunciamento para a imprensa.

O Ministério das Relações Exteriores estruturou as prioridades orçamentárias em duas etapas operacionais bem definidas. Os dados detalham previsões para o semestre inicial e metas de longo curso.

  • Aporte imediato de 57,7 milhões de dólares para operações nos primeiros seis meses
  • Investimento posterior de 4,71 bilhões de dólares destinado à infraestrutura
  • Soma total prevista de 4,78 bilhões de dólares para restabelecer os serviços locais

Mortos e milhares de pessoas desaparecidas na tragédia

Um balanço provisório emitido em 7 de setembro de 2026 confirmou 1.398 mortes e registrou mais de 5.500 pessoas desaparecidas ao longo da faixa territorial entre o território nepalense e a China.

As autoridades instituíram luto nacional em 7 de setembro de 2026 pelas vítimas da tragédia. Edifícios estatais hastearam bandeiras a meio-mastro por determinação governamental “em homenagem a todos aqueles que perderam a vida na inundação devastadora e sem precedentes”. A contabilidade de desaparecidos inclui turistas, peregrinos estrangeiros e centenas de trabalhadores que estavam no local das barragens destruídas.

Danos provocados pela queda de geleira e montanha

O colapso parcial de uma geleira e de um maciço rochoso provocou uma onda violenta de lama que destruiu pontes, estradas, residências e redes de transmissão na divisa territorial. A torrente bloqueou acessos terrestres fundamentais na região de fronteira com o Tibete.

Resgate de operários nepaleses e cidadão chinês

Equipes de emergência retiraram com vida três operários que estavam soterrados entre 4 de setembro de 2026 e 5 de setembro de 2026.

Dois trabalhadores socorridos eram nepaleses e o terceiro operário possui cidadania chinesa. Os três trabalhavam nas obras das represas atingidas pelo impacto inicial do desmoronamento.

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