Helicóptero com cantor Rick, da dupla sertaneja Rick e Renner, desaparece e mobiliza buscas em SC
O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina e a Força Aérea Brasileira iniciaram buscas na noite de 21 de setembro de 2026 após o desaparecimento de um helicóptero. A assessoria do artista confirmou que o cantor Rick, da dupla Rick e Renner, viajava dentro da aeronave.
Os militares realizam as operações de varredura na região montanhosa de Urubici, no interior catarinense.
O cantor publicou uma gravação em frente ao veículo aéreo ao lado do empresário Bruno Avelar em 21 de setembro. A equipe do sertanejo evitou confirmar inicialmente a presença do empresário na lista de embarque.
Os representantes do músico relataram que o contato com o aparelho foi interrompido e a notificação do sumiço ocorreu às 17h de 21 de setembro.
O grupo de passageiros contava com quatro ocupantes no momento da viagem. A lista informada pela assessoria reúne Rick, Bruno Avelar, um videomaker da equipe e o comandante da aeronave.
Aeronave decolou de Porto Belo antes do desaparecimento
A corporação atendeu ao chamado.
Os trabalhos de resgate ocorrem em dois perímetros separados por aproximadamente 30 quilômetros. O foco abrange a área de suposto impacto e as coordenadas da última emissão emitida pelo celular de um passageiro.
Os socorristas direcionaram as primeiras buscas terrestres até o distrito de Vacas Gordas, que havia sido apontado inicialmente como a localização provável do acidente, mas não localizaram qualquer sinal dos destroços e deslocaram as viaturas para a região do último registro telefônico, situada perto de São Joaquim.
A Força Aérea Brasileira comunicou que o trajeto aéreo começou no município de Porto Belo, no litoral catarinense. O ponto de partida do voo fica a 190 quilômetros de distância do território de Urubici.
O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina alertou para fortes rajadas de vento, tempestades e risco iminente de granizo.
Os bombeiros percorrem os trechos de mata a pé e conduzem viaturas com tração 4×4 no terreno acidentado. A Força Aérea Brasileira emprega duas aeronaves para sobrevoar o perímetro serrano.