Trump rebatiza inteligência artificial como superinteligênciaPor Bruna
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou em 22 de setembro de 2026 que o país passará a chamar a inteligência artificial de Superinteligência. A decisão foi comunicada pelo governante após a realização de uma consulta pública feita em sua plataforma digital.
Favorável à rápida evolução das ferramentas tecnológicas, Trump afirmou que a administração norte-americana adotará a nova nomenclatura de forma oficial por considerar que a expressão soa muito melhor.
O presidente declarou que todos os papéis oficiais do governo e de outras nações devem aplicar o termo Superinteligência daqui em diante. “O nome Inteligência Artificial faz soar com que ela seja falsa, e ela não, é extraordinária”, disse Trump.
Um pesquisador da área de computação cunhou a expressão Inteligência Artificial há mais de 80 anos, denominação histórica que desde aquela época permanece em uso constante por cientistas, empresas do setor produtivo e administrações governamentais em escala global.

Trump não detalhou a medida. O líder norte-americano evitou indicar quais procedimentos legais ou técnicos serão acionados para aplicar a alteração no vocabulário oficial.
Em publicações feitas na plataforma Truth Social, o republicano já havia sugerido a substituição da nomenclatura e submetido aos seguidores uma votação com as alternativas Superinteligência, Inteligência Superior e Inteligência Extrema.
O anúncio ocorre em um momento em que executivos de empresas de tecnologia, entre elas Anthropic e OpenAI, pedem a contenção do ritmo de avanços no setor. Profissionais da Anthropic emitiram alertas sobre o risco de desaparecimento da humanidade decorrente do avanço desenfreado dos modelos inteligentes.
Trump descartou esses avisos e sustentou que a evolução do setor tecnológico precisa manter ritmo contínuo. O presidente dos Estados Unidos colocou o foco de sua estratégia na China, que também acelera projetos na mesma área. “Quem vencer a guerra da IA, vence tudo”, disse Trump ao justificar sua posição.
De acordo com a visão manifestada pelo chefe de Estado em Washington, qualquer desaceleração no ritmo das pesquisas favoreceria diretamente o governo de Pequim na disputa pela liderança tecnológica mundial.







