Marcelo de Oliveira Rocha, engenheiro ambiental espancado e roubado em Santos, será velado nesta quarta-feira (28) em São Paulo. Ele morreu na segunda-feira (26) no Hospital São Paulo, para onde foi transferido depois de passar pela Santa Casa de Santos. Tinha 30 anos.
Marcelo Rocha foi agredido e roubado em Santos na madrugada de sábado
Marcelo era engenheiro ambiental e mestrando em Ecologia Marinha na Unifesp. Na madrugada de sábado (24), ele acompanhava uma apresentação da Banda Esquerdantina, em ato de apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o celular e outros pertences dele foram levados. Ele foi socorrido pelo Samu e levado à Santa Casa de Santos, de onde foi transferido para o Hospital São Paulo.
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Polícia Civil identifica sete suspeitos de participar do crime
Na terça-feira (27), dois adolescentes foram apreendidos suspeitos de participação no crime. A Polícia Civil identificou, ao todo, sete suspeitos: cinco adolescentes e dois adultos. O caso é investigado como latrocínio, roubo seguido de morte, e o boletim de ocorrência foi registrado no CPJ de Santos. Segundo a corporação, as investigações continuam.
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Imagens de câmeras de segurança mostram Marcelo cercado e agredido. Um grupo também registrou parte da agressão em transmissão ao vivo no TikTok, e a plataforma baniu a conta que transmitiu o caso.
Velório e sepultamento de Marcelo Rocha na capital paulista
- Velório: 28 de outubro de 2026, das 9h às 13h, no Cemitério Santana (Chora Menino), no bairro do Imirim, Zona Norte de São Paulo
- Sepultamento: 28 de outubro de 2026, às 16h, no Cemitério Congonhas, no Jardim Marajoara, Zona Sul de São Paulo
A família autorizou a doação dos órgãos de Marcelo. No aviso do velório, familiares e amigos são convidados a se reunir para homenagear a memória dele.
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Pai aponta motivação política e homofóbica; polícia investiga
O pai da vítima, que tem o mesmo nome dele, Marcelo Rocha, apontou possível motivação política e homofóbica para a agressão. A Polícia Civil afirmou que investiga a motivação e a identificação dos envolvidos. A Unifesp, pelo campus Baixada Santista, emitiu nota de repúdio à agressão e cobrou apuração rigorosa e responsabilização dos envolvidos. A associação atlética do campus também se manifestou com repúdio e indignação pelo caso.
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O prefeito de Santos, Rogério Santos, também comentou o caso. “A vida precisa ser respeitada, e a Justiça precisa prevalecer”, disse ele.
O que ainda não se sabe sobre a morte de Marcelo Rocha
A motivação do crime ainda não foi confirmada pela polícia. Também não se sabe a identidade dos demais suspeitos, os três adolescentes e os dois adultos além dos dois já apreendidos. Não há confirmação oficial do estado de saúde nem de eventual prisão dos suspeitos adultos. O horário de liberação do corpo pelo IML não foi informado pelas fontes consultadas.
