A colisão entre dois trens de alta velocidade em Toledo, na Espanha, deixou pelo menos 30 mortos, segundo o governo regional de Castilla-La Mancha. A contagem deve aumentar.
Um dos trens é da Renfe e o outro, da Iryo. Eles colidiram pouco depois das 9h locais, entre Los Yébenes e Urda, na província de Toledo. Segundo a porta-voz do governo regional, Esther Padilla, o AVE da Renfe levava 397 pessoas, e o trem da Iryo, 146 passageiros e um bebê. Dois trens descarrilaram, e vagões caíram por um barranco ao lado da ferrovia.
Colisão em Toledo: 30 mortos na publicação mais recente
- 28 de outubro de 2026, 06h28 (horário de Brasília): primeira publicação da reportagem sobre a colisão.
- 28 de outubro de 2026, 09h14 (horário de Brasília): atualização com 30 mortos confirmados pelo governo regional.
- 28 de outubro de 2026: Sevilha decreta três dias de luto e suspende atos oficiais.
Nas primeiras horas, Esther Padilla havia informado 10 mortos. “Com total certeza este número [de mortos] vai aumentar”, disse ela. O presidente de Castilla-La Mancha, Emiliano García-Page, afirmou que nem todos os vagões haviam sido alcançados. Ele informou que 24 corpos foram encontrados no AVE da Renfe e seis no trem da Iryo.
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Uma reportagem cita 50 mortos, mas esse número não foi confirmado por outras fontes consultadas. O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, lamentou o acidente na rede social X. “Meu carinho, solidariedade e apoio a todas as vítimas e suas famílias”, escreveu.
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Esther Padilla: feridos na colisão de trens: contagem ainda em apuração
Reportagens citam 179 feridos, e uma delas diz que 50 são feridos graves. Os números ainda não foram confirmados por nota oficial, e a contagem segue em apuração. Hospitais de Toledo, Alcázar e Ciudad Real suspenderam cirurgias não urgentes para receber os feridos, segundo reportagens.
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Esther Padilla: passageiros descrevem estrondo e destroços na colisão de trens
Miguel, passageiro que viajava com colegas no último vagão de um dos trens, descreveu a uma rádio espanhola o momento do impacto. “Ouvimos um estrondo enorme, um baque realmente gigantesco que durou 10 segundos”, contou. Pela janela, ele viu o outro trem destruído.
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Eduarda, passageira do trem da Iryo, disse que sentiu um impacto forte que a jogou para a frente. Ela pensou, a princípio, que o trem tivesse feito uma parada de emergência. “Eu vi pessoas mortas”, afirmou. Segundo reportagens, a ex-ministra espanhola Fátima Báñez, presidenta da Fundación CEOE, viajava em um dos trens. O estado dela não foi confirmado.
Causa da colisão segue em apuração pela Justiça de Orgaz
As autoridades judiciais da comarca de Orgaz vão investigar o acidente e fazer a contagem das vítimas. Uma reportagem diz que o governo espanhol atribui a colisão a erro humano, mas a informação não foi confirmada por nota oficial.
Uma fonte ouvida por agência internacional de notícias disse que o trem da Iryo estava parado perto de Toledo, por ordem da Adif, empresa gestora da infraestrutura ferroviária, devido a uma falha de sinalização, quando foi atingido. A informação não foi confirmada de forma independente. Renfe e Iryo não responderam aos pedidos de comentário.
Circulação suspensa entre Madri e Andaluzia e coleta de ADN
- Circulação ferroviária: interrompida entre Madri, Ciudad Real e Andaluzia. Não há prazo divulgado para a retomada.
- Coleta de ADN para familiares: quatro pontos, em Madri, Sevilha, Córdova e Toledo, segundo a Guarda Civil.
- Cirurgias: hospitais de Toledo, Alcázar e Ciudad Real suspenderam as não urgentes.
Adamuz: segundo acidente ferroviário em 10 meses na Espanha
Segundo reportagens, a colisão de Toledo ocorreu cerca de nove meses depois de outro grave acidente ferroviário, em Adamuz, na Andaluzia, com trens das mesmas empresas. Uma reportagem afirma que este é o segundo acidente na rede ferroviária espanhola em 10 meses. Os números de mortos do caso de Adamuz divergem entre as reportagens, por isso não são citados aqui.
A agenda do dia do primeiro-ministro foi cancelada. O Partido Popular, da oposição, também cancelou todos os eventos de campanha, segundo um porta-voz. Reportagens divergem sobre o destino final dos trens: uma cita Sevilha, e outra fala em ligações entre Madri e Sevilha.
