Piloto Rafael Grossi morre após queda de helicóptero em Passos (MG)Por Luís Henrique Costa
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O piloto Rafael Grossi, de 43 anos, morreu após a queda do helicóptero em que estava na zona rural de Passos, no Sul de Minas Gerais, na tarde do sábado (7). Ele foi resgatado com vida, mas não resistiu aos ferimentos na Santa Casa de Misericórdia do município. Outras quatro pessoas que estavam na aeronave ficaram feridas.
A morte foi confirmada no domingo, 8 de novembro de 2026, pelo diretor técnico da Santa Casa de Passos, José Ronaldo Alves, e pelas empresas RGT Aviation e AR Aviation School, das quais Grossi era sócio. Em comunicado, as companhias lamentaram a perda e manifestaram solidariedade aos familiares e amigos do piloto.
Helicóptero perdeu estabilidade sobre milharal, segundo os bombeiros
O voo partiu de Belo Horizonte com cinco ocupantes a bordo, incluindo o piloto, e tinha como destino uma propriedade rural em Passos, onde aconteceria um casamento. A queda ocorreu na zona rural do município, no Sul de Minas Gerais, na tarde de sábado. Segundo o Corpo de Bombeiros, o piloto sobrevoava um milharal quando perdeu a estabilidade da aeronave, e a corporação trata essa informação como preliminar.
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O helicóptero havia saído de Belo Horizonte com cinco ocupantes, três homens e duas mulheres, com destino a um casamento em uma propriedade rural de Passos. Segundo o Corpo de Bombeiros, o piloto realizava um voo de reconhecimento sobre um milharal quando perdeu a estabilidade da aeronave. Informações preliminares indicam que, a cerca de 20 metros do solo, o helicóptero começou a se desestabilizar e caiu.
A corporação ressalta que essa informação é preliminar. Até o momento, não há conclusão oficial sobre a causa da queda, e o piloto que conduzia a aeronave era Rafael Grossi, que tinha 43 anos e deixa um filho.
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As lesões dos quatro sobreviventes atingiram principalmente os braços e as pernas, e eles seguem em monitoramento médico. Os cinco ocupantes do helicóptero eram três homens e duas mulheres, e Rafael Grossi foi o único que não resistiu aos ferimentos. Ele era sócio das empresas RGT Aviation e AR Aviation School, que suspenderam as atividades por tempo indeterminado. As aulas agendadas serão remarcadas, segundo as companhias.
Bombeiros prestaram socorro antes da chegada do Samu
Dois bombeiros que estavam na fazenda iniciaram os primeiros socorros logo após a queda. Depois, equipes do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) chegaram ao local e encaminharam os feridos para atendimento médico. Grossi foi levado à Santa Casa de Misericórdia de Passos, onde a morte foi constatada.
Empresas suspendem atividades e aulas serão remarcadas
As empresas RGT Aviation e AR Aviation School suspenderam todas as atividades por tempo indeterminado após a morte do sócio. Em comunicado, as companhias informaram que as aulas agendadas serão remarcadas e pediram orações pela família.
As duas empresas destacaram que o piloto era sócio das companhias. Nas redes sociais, Grossi costumava publicar registros de momentos ao lado do filho, de parentes e de amigos.
Perícia e Cenipa investigam as circunstâncias da queda do helicóptero
A perícia técnica foi acionada para apurar as circunstâncias da queda. Também foi acionado o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), órgão que investiga acidentes com aeronaves. Os próximos passos dependem dos resultados dessas apurações.
- Perícia técnica: acionada pela Polícia Civil para apurar as circunstâncias da queda
- Cenipa: acionado para investigar o acidente aeronáutico
- Empresas RGT Aviation e AR Aviation School: atividades suspensas por tempo indeterminado
- Feridos: quatro pessoas seguem em monitoramento médico






