Pular para o conteúdo
Menu
Mix Vale

A Polícia Federal deflagrou a Operação Contragolpe em 19 de novembro de 2024, desmontando um plano de golpe de Estado que envolvia militares das Forças Especiais e um policial federal. Os suspeitos planejavam assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A operação foi conduzida em quatro estados e culminou na prisão de cinco integrantes do grupo, além de diversas medidas restritivas.

Denominado “Punhal Verde e Amarelo”, o plano detalhava ações para subverter o governo e garantir uma tomada militar do poder. As investigações mostram a gravidade do complô e a necessidade de reforçar a vigilância institucional para proteger a democracia brasileira.

Quem são os alvos da operação

As prisões revelaram o envolvimento de figuras treinadas em operações militares avançadas e com vínculos diretos em instituições de segurança. Veja os principais envolvidos:

  1. General Mario Fernandes (reserva): Ex-integrante do governo Bolsonaro e atual assessor do deputado Eduardo Pazuello.
  2. Tenente-Coronel Hélio Ferreira Lima: Atuava na 3ª Companhia de Forças Especiais até sua destituição em 2024.
  3. Major Rodrigo Bezerra Azevedo: Militar em Goiânia com formação especializada em táticas de guerrilha.
  4. Major Rafael Martins de Oliveira: Baseado no Rio de Janeiro, possuía expertise em estratégias militares.
  5. Policial Federal Wladimir Matos Soares: Envolvido diretamente no planejamento e preso em Brasília.

Além das prisões, a operação cumpriu mandados de busca e apreensão em diferentes localidades, incluindo Goiás, Amazonas, Rio de Janeiro e Distrito Federal.

Detalhes do plano “Punhal Verde e Amarelo”

O plano foi arquitetado logo após o segundo turno das eleições de 2022 e visava desestabilizar as instituições democráticas do país. Entre as principais ações previstas estavam:

  • Eliminação de líderes políticos: Lula e Alckmin seriam assassinados antes da posse.
  • Neutralização de Alexandre de Moraes: O ministro seria capturado e eliminado.
  • Uso de técnicas militares: Operações táticas complexas e utilização de armamentos avançados.
  • Gestão de crise: O grupo planejava criar um gabinete institucional para controlar a narrativa e minimizar reações contrárias.

As investigações apontam que o golpe teria início em dezembro de 2022, utilizando métodos aprendidos em treinamentos de elite para executar os ataques.

Como a operação foi conduzida

A Operação Contragolpe foi resultado de um trabalho meticuloso de inteligência que envolveu monitoramento de comunicações e análise de movimentações financeiras e logísticas. A Polícia Federal conseguiu reunir provas suficientes para desarticular o grupo antes da execução do plano.

As ações resultaram em:

  • Prisão preventiva de cinco envolvidos.
  • Cumprimento de três mandados de busca e apreensão.
  • Imposição de medidas cautelares, como proibição de contato entre os investigados e suspensão de funções públicas.

Os materiais apreendidos serão analisados para identificar possíveis cúmplices e ampliar o alcance das investigações.

Principais pontos do caso

  1. Ameaça institucional: O envolvimento de militares especializados aumenta a preocupação com a infiltração de ideologias extremistas.
  2. Conspiração articulada: O plano era detalhado e contava com apoio logístico e operacional de alto nível.
  3. Impacto político: A descoberta do esquema intensifica o debate sobre a segurança institucional.
  4. Respostas do governo: Reforço na segurança dos alvos e intensificação do monitoramento preventivo.

Onde assistir ao vivo, horário e local

A operação, que mobilizou recursos significativos da Polícia Federal, foi conduzida em diferentes estados brasileiros. Com os desdobramentos previstos, novas ações poderão ser transmitidas por canais oficiais de comunicação em horários a serem confirmados pelas autoridades. Os registros da operação estão sendo disponibilizados para análise em tempo real.

  • Horário de Brasília: 6h (início das ações).
  • Transmissão: Informações detalhadas estão disponíveis através de pronunciamentos oficiais do governo.
  • Local: Estados de Amazonas, Goiás, Rio de Janeiro e Distrito Federal.

Escalação do caso

Os principais alvos da operação fazem parte de um grupo que reúne ex-integrantes das Forças Especiais e servidores públicos. A “escalação” do caso inclui nomes que já estavam sob investigação desde os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, quando houve invasão a prédios públicos.

Notícias relacionadas

Mais lidas

  1. Destaques

    Servidora pública esfaqueia mulher em festa de Halloween; polícia investiga tentativa de homicídio

  2. Internet

    Falha em sistema bancário no Japão atinge 128 instituições e operadora descarta ataque cibernético

  3. Destaques

    Botnet TV box: polícia e gigantes de tecnologia derrubam rede de 1,3 milhão de aparelhos adulterados

  4. Destaques

    Jogador Bismarck é morto em Natal após ataque no Beco da Lama: meia conquistou títulos no Piauí

  5. Destaques

    Polícia descarta investigar por homicídio namorado de jovem que caiu do 7º andar

  6. Destaques

    Júnior Bauru tem Porsche cercado na Lagoa e assaltante acaba baleado no Rio de Janeiro

  7. Destaques

    Detran-RJ emite Carteira de Identificação da Mãe Atípica sem custo

  8. Receita Federal

    Saiba como será o Split Payment: reforma tributária divide imposto na hora da compra e muda rotina de empresas no Brasil

  9. Economia

    Gasolina com 35% de etanol: testes do governo avaliam mistura e mecânicos alertam para riscos em carros no Brasil

  10. Brasil

    Fibras de pitanga e cambuci reduzem a viabilidade de células de câncer colorretal em laboratório, diz USP

Sua privacidade

O Mix Vale usa cookies para medir audiência e exibir anúncios que sustentam a redação. Você escolhe. Política de privacidade.