VNL 2025: Polônia define time para etapa no Japão contra o BrasilPor Carolina Costa
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A seleção polonesa de vôlei feminino anunciou, nesta sexta-feira (4/7), a lista de 14 jogadoras que disputarão a terceira etapa da Liga das Nações (VNL) 2025, em Chiba, no Japão, entre os dias 8 e 13 de julho. Sob o comando do técnico italiano Stefano Lavarini, o time enfrentará o Brasil, além de Coreia do Sul, Japão e Bulgária, em uma fase crucial antes das finais, que ocorrerão em Lodz, na Polônia, de 23 a 27 de julho. Com apenas uma derrota em oito jogos, as polonesas ocupam a segunda posição na classificação geral, atrás da Itália, enquanto o Brasil está em terceiro. A escolha de Lavarini por manter a base de atletas reflete a confiança na consistência do grupo, que já garantiu vaga nas finais por ser o país-sede. O confronto com o Brasil promete ser um dos mais disputados da etapa japonesa, com ambas as equipes buscando consolidar suas posições na tabela.
A preparação da Polônia para essa etapa ocorre em um momento estratégico. A equipe, que vem de uma campanha sólida em Belgrado, na Sérvia, optou por não realizar trocas entre os jogos, uma possibilidade permitida pelo regulamento da Federação Internacional de Voleibol (FIVB). A decisão de Lavarini reforça a aposta em um elenco coeso, com jogadoras experientes e jovens talentos. A lista inclui nomes de peso, como a oposta Magdalena Stysiak e a central Agnieszka Kakolewska-Korneluk, que têm sido peças-chave na temporada.
- Destaques da escalação polonesa:
- Magdalena Stysiak, oposta com forte presença no ataque.
- Agnieszka Kakolewska-Korneluk, central experiente no bloqueio.
- Martyna Czyrnianska, ponta promissora no cenário internacional.
O confronto com o Brasil, marcado para a etapa em Chiba, carrega grande expectativa. As duas seleções têm histórico de partidas equilibradas, com jogadoras de alto nível técnico em ambos os lados. Enquanto a Polônia aposta na força de seu ataque e na solidez defensiva, o Brasil, liderado pelo técnico José Roberto Guimarães, busca manter o ritmo após uma campanha consistente na VNL.
Preparação polonesa para a etapa japonesa
A Polônia chega à terceira etapa da VNL com uma campanha de sete vitórias e apenas uma derrota, sofrida contra a Turquia na fase anterior. O desempenho coloca as polonesas como uma das favoritas para as finais, especialmente por jogarem em casa. Stefano Lavarini, conhecido por sua abordagem tática, manteve a base do time que atuou em Belgrado, indicando confiança no grupo.
O treinador italiano, que assumiu a seleção polonesa em 2019, transformou a equipe em uma potência no vôlei feminino. Sob seu comando, as jogadoras desenvolveram um estilo de jogo agressivo, com saques potentes e um sistema defensivo bem estruturado. A escolha por não alterar a escalação sugere que Lavarini prioriza a continuidade, especialmente em uma etapa que reúne adversários de diferentes níveis técnicos, como a forte seleção brasileira e a anfitriã Japão.
A cidade de Chiba, no Japão, será o palco de confrontos intensos. Além do Brasil, a Polônia enfrentará a Coreia do Sul, que busca recuperação após resultados irregulares, e a Bulgária, considerada uma adversária menos desafiadora. O jogo contra o Japão, que conta com o apoio da torcida local, também promete ser um teste importante para as polonesas.
O desafio do Brasil na terceira etapa
A seleção brasileira, terceira colocada na VNL, entra na etapa japonesa com a missão de consolidar sua posição entre as líderes. Com sete vitórias em oito jogos, o time comandado por José Roberto Guimarães tem mostrado consistência, mas enfrentará um calendário exigente em Chiba. O duelo contra a Polônia é visto como um dos mais importantes, já que uma vitória pode aproximar o Brasil da liderança da classificação geral.
O Brasil tem se destacado pelo equilíbrio entre ataque e defesa, com jogadoras como Gabi Guimarães e Ana Cristina liderando o grupo em quadra. A experiência de Zé Roberto, tricampeão olímpico, é um trunfo para a equipe, que busca ajustar detalhes táticos antes das finais. A etapa no Japão será a última oportunidade para testar estratégias e corrigir eventuais falhas antes da fase decisiva em Lodz.
- Adversários do Brasil em Chiba:
- Polônia: Segundo lugar na classificação, com forte ataque.
- Japão: Anfitrião, com jogo rápido e apoio da torcida.
- Coreia do Sul: Em busca de recuperação na competição.
- Bulgária: Adversário de menor expressão técnica.
Histórico recente entre Polônia e Brasil
Os confrontos entre Polônia e Brasil na VNL têm sido marcados por equilíbrio. Nos últimos anos, as duas seleções protagonizaram jogos disputados, com destaque para a vitória brasileira por 3 a 1 na fase de grupos de 2024. No entanto, a Polônia levou a melhor nas quartas de final do mesmo ano, eliminando o Brasil com um placar de 3 a 1. Esses resultados mostram a rivalidade crescente entre as equipes, que agora se enfrentam em um momento crucial da temporada.
A Polônia, com sua torcida apaixonada e o incentivo de jogar as finais em casa, busca manter a boa fase. Já o Brasil, conhecido por sua tradição no vôlei, quer recuperar o protagonismo na competição. A etapa de Chiba será um termômetro para ambas as equipes, que almejam chegar às finais em condições de brigar pelo título.
A força do elenco polonês
A lista de 14 jogadoras divulgada por Lavarini combina experiência e juventude. A oposta Magdalena Stysiak, de 24 anos, é uma das principais armas ofensivas da equipe, com sua altura e potência no ataque. Malwina Smarzek, outra oposta, complementa o setor ofensivo com sua versatilidade. Nas pontas, Martyna Czyrnianska e Martyna Lukasik têm se destacado pela consistência, enquanto as centrais Agnieszka Kakolewska-Korneluk e Magdalena Jurczyk formam um bloqueio sólido.
A escolha de Katarzyna Wenerska e Alicja Grabka como levantadoras reflete a aposta em um jogo dinâmico, com distribuições rápidas para as atacantes. A líbero Weronina Centka-Tietianiec, embora jovem, já demonstrou segurança na defesa, um aspecto fundamental contra equipes como o Brasil, que exploram contra-ataques com eficiência.
O cenário da VNL feminina em 2025
A Liga das Nações de 2025 está em sua fase decisiva, com as oito melhores equipes se classificando para as finais em Lodz. A Itália, líder invicta, é a principal referência na competição, seguida de perto pela Polônia e pelo Brasil. A Turquia, que venceu as polonesas na fase anterior, também aparece como uma forte candidata ao título.
A etapa de Chiba será a última da fase classificatória, definindo as posições finais na tabela. Além dos confrontos diretos, o desempenho em sets e pontos será crucial para os desempates. Para o Brasil, a meta é garantir uma das primeiras colocações, o que pode facilitar o cruzamento nas quartas de final.
- Classificação atual da VNL feminina:
- Itália: Líder, com oito vitórias em oito jogos.
- Polônia: Segunda, com sete vitórias e uma derrota.
- Brasil: Terceiro, com sete vitórias e uma derrota.
- Turquia: Quarta, com seis vitórias.
Expectativas para o confronto
O jogo entre Polônia e Brasil em Chiba é aguardado com grande expectativa pelos fãs de vôlei. As duas equipes chegam em boa fase, com elencos equilibrados e estratégias bem definidas. Para a Polônia, a manutenção da escalação indica confiança no trabalho de Lavarini, enquanto o Brasil aposta na experiência de suas jogadoras para superar o desafio.
A rivalidade entre as seleções adiciona um tempero extra ao confronto. Nos últimos encontros, as partidas foram decididas em detalhes, como eficiência no saque e aproveitamento nos contra-ataques. O desempenho das líberos e a precisão das levantadoras serão fatores determinantes para o resultado.
A importância da etapa japonesa
A terceira etapa da VNL é um momento crucial para todas as equipes. Para a Polônia, é uma oportunidade de consolidar sua posição e chegar às finais com moral. Para o Brasil, uma boa campanha em Chiba pode significar um impulso psicológico antes da fase decisiva. Além disso, o Japão, como anfitrião, promete elevar o nível de competitividade, especialmente no jogo contra as polonesas.
A cidade de Chiba, conhecida por sediar eventos internacionais de vôlei, oferece uma estrutura de alto nível para os jogos. A presença de público, mesmo que limitada, deve criar uma atmosfera vibrante, especialmente nos duelos envolvendo o Japão. Para as jogadoras, a etapa representa um teste de resistência física e mental, já que o calendário é intenso, com quatro jogos em poucos dias.
Jogadoras para ficar de olho
Algumas atletas têm o potencial de desequilibrar o confronto entre Polônia e Brasil. Pelo lado polonês, Magdalena Stysiak é a principal referência ofensiva, com sua capacidade de pontuar em momentos decisivos. Martyna Czyrnianska, jovem ponta, também pode surpreender com sua velocidade. No Brasil, Gabi Guimarães é a líder em quadra, combinando potência no ataque e solidez na defesa. Ana Cristina, uma das revelações da seleção, tem se destacado pela versatilidade.
O duelo entre as levantadoras também será interessante. Katarzyna Wenerska, da Polônia, enfrenta a experiente Macris, do Brasil, em um confronto que pode definir o ritmo do jogo. A precisão nas distribuições será essencial para explorar as principais atacantes de cada lado.
O caminho para as finais
As finais da VNL, marcadas para Lodz, reúnem as oito melhores equipes da fase classificatória. A Polônia, como sede, já está garantida, mas busca uma boa colocação para evitar cruzamentos difíceis nas quartas de final. O Brasil, por sua vez, precisa de vitórias em Chiba para se posicionar entre os primeiros.
A competição tem sido marcada por alto nível técnico, com seleções como Itália, Turquia e Japão desafiando as favoritas. A etapa japonesa será decisiva para definir as equipes que chegarão com mais confiança à fase final. Para os fãs, a expectativa é de jogos emocionantes, com destaque para o embate entre Polônia e Brasil, que promete ser um dos pontos altos da VNL 2025.







