Brasil x Japão na VNL neste domingo às 7h20; saiba onde assistirPor Maria
7 min de leitura
![]() |
A Seleção Brasileira de vôlei feminino enfrenta o Japão neste domingo, 13 de julho de 2025, às 7h20 (horário de Brasília), em Chiba, pela última rodada da fase preliminar da Liga das Nações (VNL) Feminina. Já classificada para o mata-mata, a equipe comandada por José Roberto Guimarães busca consolidar a vice-liderança, com 28 pontos e 10 vitórias em 11 jogos, atrás apenas da Itália. A partida, transmitida ao vivo pelo SporTV 2 e pela plataforma VBTV, promete um clássico disputado, com histórico de 11 vitórias brasileiras em 14 confrontos recentes contra as japonesas. O Brasil, sem a ponteira Ana Cristina, lesionada no joelho, aposta em jogadoras como Gabi e Júlia Bergmann para superar o Japão, que soma 8 vitórias em 10 jogos. A fase final será em Łódź, Polônia, entre 23 e 27 de julho.
O jogo marca o encerramento da fase inicial da VNL 2025, com 18 equipes.
A Seleção Brasileira busca seu primeiro título na competição, após três vices.
- Detalhes do confronto:
- Data: 13 de julho de 2025, às 7h20 (horário de Brasília).
- Local: Chiba, Japão.
- Transmissão: SporTV 2 e VBTV.
- Desfalque: Ana Cristina (lesão no menisco).
Histórico do confronto
O Brasil leva ampla vantagem sobre o Japão, com 11 vitórias em 14 jogos oficiais desde 2015, incluindo três duelos em 2024. Nos últimos cinco encontros, quatro foram decididos no tie-break, evidenciando o equilíbrio. A mais recente partida, na semifinal da VNL 2024 em Bangkok, terminou com vitória japonesa por 3 a 2, um dos raros reveses brasileiros.
No território japonês, o Brasil venceu três dos quatro jogos disputados, reforçando o favoritismo. A Seleção Brasileira, embalada por uma vitória de 3 a 1 contra a Polônia em 11 de julho, conta com o desempenho de Gabi (24 pontos) e Júlia Bergmann (22 pontos) para manter a sequência.
O Japão, treinado por Ferhat Akbas, depende da oposta Yukiko Wada e da ponteira Yoshino Sato, que marcou 19 pontos contra a França.
Formato da VNL 2025
A sétima edição da Liga das Nações, que substituiu o Grand Prix em 2018, conta com 18 equipes pela primeira vez, incluindo estreantes como a Tchéquia e o retorno da Bélgica. Cada time disputa 12 partidas em três semanas, em sedes rotativas (Rio de Janeiro, Istambul e Chiba). As oito melhores equipes avançam ao mata-mata, com a Polônia, sede da fase final, garantida nas quartas.
O Brasil começou a competição no Maracanãzinho, enfrentando Tchéquia, Estados Unidos, Alemanha e Itália. Na segunda semana, em Istambul, venceu Bélgica, Canadá e outras seleções. A terceira semana, em Chiba, incluiu vitórias contra Bulgária (3 a 0), França (3 a 0) e Polônia (3 a 1).
- Estrutura da competição:
- 18 equipes, 12 jogos por time na fase preliminar.
- Três semanas em sedes rotativas: Brasil, Turquia, Japão.
- Fase final: 23 a 27 de julho, em Łódź, Polônia.
- Oito equipes no mata-mata, com Polônia garantida.
Desfalque e escalação brasileira
A ausência de Ana Cristina, lesionada no menisco medial do joelho esquerdo durante o jogo contra a França em 10 de julho, é um desafio para o Brasil. A ponteira, de 21 anos, bicampeã olímpica, iniciou tratamento e está fora da partida. José Roberto Guimarães relacionou 14 jogadoras, com destaque para a capitã Macris, as opostas Jheonava e Tainara, as ponteiras Aline Segato, Júlia Bergmann e Helena, as centrais Diana, Júlia Kudiess, Lorena e Luzia, e as líberos Laís e Kika.
A líbero Marcelle, recém-convocada, pode estrear na etapa de Chiba. Gabi e Júlia Bergmann lideram o ataque, enquanto Carolana Silva se destaca na defesa.
Força do Japão
O Japão, terceiro colocado com 8 vitórias em 10 jogos, é um adversário temido pela defesa sólida, liderada pela líbero Manami Kojima. A equipe, com escalação provável incluindo Nanami Seki (levantadora), Yukiko Wada (oposta), Mayu Ishikawa e Yoshino Sato (ponteiras), Airi Araki e Haruna Shimamura (centrais), venceu a França por 3 a 0 em 10 de julho.
A seleção asiática, que busca seu primeiro título na VNL, tem duas pratas e dois bronzes olímpicos, contra duas pratas e três bronzes do Brasil. O confronto promete paciência, com longas trocas de bola devido à defesa japonesa.
Onde assistir e horários
A partida será transmitida ao vivo pelo SporTV 2, canal por assinatura, e pela VBTV, plataforma de streaming da Volleyball World, com assinatura mensal a partir de R$ 29,90. O jogo começa às 7h20 (horário de Brasília), equivalente às 19h20 no horário local de Chiba (UTC+9).
A agenda da terceira semana incluiu: Brasil x Bulgária (9 de julho, 0h30), Brasil x França (10 de julho, 4h), e Brasil x Polônia (11 de julho, 7h30). O confronto contra o Japão encerra a fase preliminar, definindo o chaveamento das quartas de final.
- Canais de transmissão:
- SporTV 2 (TV por assinatura).
- VBTV (streaming, com assinatura).
- Reprises disponíveis na VBTV.
- Ingressos para jogos presenciais via Volleyball World.
Desempenho do Brasil na VNL
Com 10 vitórias e apenas uma derrota (para a Itália, em 6 de junho), o Brasil está na vice-liderança, com 28 pontos, igual à Itália, mas atrás no saldo de sets. A Seleção Brasileira foi vice-campeã em 2019, 2021 e 2022, mas ficou em quarto lugar em 2023. A meta é conquistar o título inédito, enfrentando rivais como Estados Unidos (tricampeão) e Itália (bicampeã).
A campanha de 2025 começou com vitória por 3 a 0 sobre a Tchéquia no Maracanãzinho, seguida de jogos equilibrados contra Estados Unidos e Alemanha. A consistência do Brasil reflete a preparação para as quartas de final, onde enfrentará a China, sétima colocada, caso mantenha a posição.
Fase final em Łódź
As quartas de final, marcadas para 23 e 24 de julho em Łódź, Polônia, seguem o formato eliminatório. O primeiro colocado enfrenta o oitavo, o segundo enfrenta o sétimo, e assim por diante. A Polônia, como sede, tem vaga garantida. As semifinais ocorrem em 26 de julho, com a final e a disputa pelo bronze em 27 de julho.
O Brasil, com três vice-campeonatos, busca superar a Itália, invicta até o momento, e evitar surpresas de equipes como Turquia e Estados Unidos. A fase final será transmitida pelo SporTV e VBTV, com ingressos disponíveis no site da Volleyball World.
Importância do confronto
O jogo contra o Japão é crucial para definir a posição do Brasil na tabela e o adversário nas quartas. Uma vitória pode garantir a vice-liderança, enquanto uma derrota pode colocá-lo em terceiro, enfrentando uma equipe mais forte no mata-mata. O Brasil venceu a Polônia por 3 a 1 em 11 de julho, com destaque para Júlia Kudiess, que quebrou o recorde de bloqueios de Carolana em uma partida da VNL.
O confronto também serve como preparação para futuros desafios, como o Mundial de 2026, onde Brasil e Japão devem se enfrentar novamente.
Histórico olímpico e rivalidade
Brasil e Japão são potências no vôlei feminino, com dois ouros olímpicos cada. O Brasil venceu em 2008 e 2012, além de uma prata em 2020 e bronzes em 1996, 2000 e 2024. O Japão conquistou ouros em 1964 e 1976, com pratas em 1968 e 1972 e bronzes em 1984 e 2012. Na VNL, o Brasil venceu o Japão em 2024 por 3 a 2, mas perdeu na semifinal, reforçando a rivalidade.
A defesa japonesa, liderada por Manami Kojima, exige paciência do ataque brasileiro, enquanto a experiência de Zé Roberto Guimarães será testada contra as táticas de Ferhat Akbas.







