Marisa Monte, uma das vozes mais icônicas da música popular brasileira, anunciou neste domingo, 27 de julho de 2025, a turnê Phonica, que une sua banda habitual a uma orquestra sinfônica composta por 55 músicos selecionados das melhores formações do país, sob regência do maestro André Bachur. O projeto, que marca a volta da cantora aos palcos após experiências pontuais com orquestras no Brasil e no exterior, começa em Belo Horizonte no dia 18 de outubro e passa por seis cidades até dezembro, em espaços ao ar livre como parques e arenas, promovendo um encontro entre o popular e o erudito. A iniciativa surge de parcerias anteriores, como o concerto pelos 90 anos da USP, e visa reinterpretar clássicos do repertório de Marisa com arranjos complexos que misturam técnica instrumental e emoção vocal. Os shows acontecem em locais emblemáticos, como o Parque Ecológico da Pampulha em BH, a Brava Arena Jockey no Rio, o Parque Ibirapuera em São Paulo, a Pedreira Paulo Leminski em Curitiba, o Gramado do Eixo Cultural Ibero-Americano em Brasília e o Parque Harmonia em Porto Alegre. A produção é da T4F, com ingressos a serem vendidos pelo site ticketsforfun.com.br, embora valores ainda não tenham sido divulgados. Marisa destacou em comunicado que essas apresentações representam experiências transcendentais, unindo músicos virtuosos para criar momentos mágicos no palco. O maestro André Bachur, em ascensão na cena clássica brasileira, descreveu o projeto como um privilégio, prometendo energia arrebatadora com ritmos variados e nuances musicais únicas em cada cidade. Essa turnê reforça o legado de Marisa, que ao longo de décadas tem explorado fusões musicais, e atrai tanto fãs de longa data quanto novos públicos interessados em espetáculos sinfônicos contemporâneos.
A seleção da orquestra envolveu profissionais de destaque, garantindo diversidade instrumental. Cada apresentação será adaptada ao espaço aberto, priorizando acústica natural.
Marisa Monte, com sua trajetória de mais de 30 anos, traz para Phonica canções que marcaram gerações, rearranjadas para orquestra.
Detalhes das apresentações
A turnê Phonica inicia em Belo Horizonte, onde o Parque Ecológico da Pampulha recebe o show de abertura em 18 de outubro, um local conhecido por sua integração com a natureza e capacidade para grandes eventos musicais. Em seguida, o Rio de Janeiro acolhe a performance na Brava Arena Jockey em 1º de novembro, um espaço moderno que combina tradição equestre com infraestrutura para espetáculos ao vivo. São Paulo segue no cronograma com data em 8 de novembro no Parque Ibirapuera, ícone urbano que já sediou inúmeros concertos gratuitos e pagos, oferecendo visibilidade ampla para o público.
Curitiba ganha destaque com a Pedreira Paulo Leminski em 15 de novembro, arena rochosa que proporciona acústica única para orquestras. Brasília entra na rota em 29 de novembro no Gramado do Eixo Cultural Ibero-Americano, área cultural que enfatiza intercâmbios artísticos. Porto Alegre fecha a série em 6 de dezembro no Parque Harmonia, espaço versátil para eventos de grande porte.
- Belo Horizonte: 18 de outubro, Parque Ecológico da Pampulha, foco em integração ambiental.
- Rio de Janeiro: 1º de novembro, Brava Arena Jockey, ênfase em modernidade e acessibilidade.
- São Paulo: 8 de novembro, Parque Ibirapuera, tradição em concertos ao ar livre.
- Curitiba: 15 de novembro, Pedreira Paulo Leminski, acústica natural aprimorada.
Essas escolhas de locais refletem a intenção de Marisa em criar experiências imersivas, onde o ambiente externo complementa a música sinfônica.
Composição da orquestra
A orquestra montada especialmente para Phonica reúne 55 músicos de renome, selecionados por sua expertise em instrumentos clássicos, vindos de orquestras como a Sinfônica Brasileira e outras formações estaduais. Sob regência de André Bachur, que já colaborou com Marisa em eventos anteriores, o grupo inclui seções de cordas, madeiras, metais e percussão, garantindo equilíbrio sonoro. A banda de apoio de Marisa, formada por Dadi Carvalho no violão e guitarra, Pupillo na bateria, Alberto Continentino no baixo e Pedrinho da Serrinha no cavaquinho e percussão, integra-se perfeitamente à formação erudita.
Entre os violinistas, destacam-se nomes como Priscila Rato, Willian Gizzi e Paloma Pitaya, que trazem precisão técnica para os arranjos. Nas violas, músicos como Pedro Visockas e Kinda adicionam profundidade harmônica, enquanto os violoncelos, com Raul Andueza e Giovanna Lelis Airoldi, ancoram as melodias graves.
A seção de madeiras, com flautas de Leandro Tigrão e Letícia Maia, oboés de André Massuia e Gerson Abreu, clarinetas de Lucas Ferreira dos Santos e Kesia Pessoa, e fagotes de Sandra Ribeiro e Samyr Imad, enriquece as texturas sonoras. Metais incluem trompas de Tamires Kamisaka, Glenda Katrina, Rafael Xavier e Valquiria Braz, trompetes de Raphael Sampaio e Bruno Zambonini, trombones de Jaziel Gomes, Tales Thomaz e Yohanna Tamarozzi no baixo, além de João Marcos Oliveira na tuba.
Percussão conta com Carlos dos Santos, Guilherme Florentino e Ana Luz, piano e acordeão de Daniel Grajew, e harpa de Talita Martins, completando o ensemble.
- Cordas: 16 violinistas, 6 violistas, 6 violoncelistas e 4 contrabaixistas para base robusta.
- Madeiras: Duas flautas, dois oboés, duas clarinetas e dois fagotes para camadas melódicas.
- Metais: Quatro trompas, dois trompetes, três trombones e uma tuba para impacto dinâmico.
- Outros: Percussão variada, piano/acordeão e harpa para toques especiais.
Essa configuração permite rearranjos inovadores de sucessos como Ainda Bem e Amor I Love You, adaptados para o formato orquestral.
Preparação e ensaios
André Bachur, regente em ascensão, coordena os ensaios que começaram meses antes do anúncio, focando na sincronia entre banda e orquestra. Marisa participa ativamente, ajustando vocais para harmonizar com os instrumentos. Os músicos, muitos com currículos em orquestras nacionais, dedicam tempo a praticar arranjos que fundem ritmos brasileiros com estruturas clássicas.
Os ensaios ocorrem em estúdios equipados em São Paulo e Rio, com sessões intensivas para refinar dinâmicas. Bachur enfatiza a importância de cada músico entender o repertório de Marisa, garantindo fluidez no palco.
- Ensaios iniciais: Foco em seções separadas, banda e orquestra.
- Integração: Sessões conjuntas para ajustes harmônicos.
- Testes acústicos: Simulações em espaços abertos para adaptação.
Repertório esperado
O setlist de Phonica promete clássicos rearranjados, como Vilarejo e Infinito Particular, com toques sinfônicos que ampliam a emoção. Marisa seleciona faixas de álbuns como Memórias, Crônicas e Declarações de Amor, adaptadas para o formato. Algumas surpresas incluem colaborações instrumentais inéditas.
Fãs aguardam interpretações de parcerias antigas, como com Arnaldo Antunes, em versão orquestral. O repertório equilibra baladas e ritmos animados, explorando a versatilidade vocal de Marisa.
Vendas e expectativas
Ingressos estarão disponíveis em breve no site da T4F, com expectativa de alta demanda devido à exclusividade da turnê. Preços variam por cidade, mas priorizam acessibilidade em parques públicos. A produção garante medidas de segurança e sustentabilidade nos eventos ao ar livre.
Organizadores preveem lotação esgotada, dado o histórico de Marisa em atrair multidões. A turnê reforça o calendário cultural brasileiro, unindo gerações em espetáculos memoráveis.
- Opções de compra: Site ticketsforfun.com.br, com alertas para pré-venda.
- Capacidades: Locais como Ibirapuera comportam milhares, garantindo visibilidade.
- Sustentabilidade: Ênfase em eventos eco-friendly, com redução de plásticos.
Integração musical
A fusão entre banda e orquestra em Phonica destaca a habilidade de Marisa em transitar por gêneros. Arranjos exploram contrastes, como percussão brasileira com cordas clássicas. Bachur dirige com precisão, permitindo improvisos controlados.
Músicos como Dadi Carvalho adicionam camadas elétricas, enquanto a harpa de Talita Martins traz delicadeza. Essa integração cria um som híbrido, atraente para públicos diversificados.
O projeto inspira outros artistas a experimentarem formatos sinfônicos, expandindo o cenário musical nacional.
- Fusões notáveis: Cavaquinho com violinos para ritmos samba.
- Dinâmicas: Alternância entre seções suaves e intensas.
- Inovação: Uso de acordeão em arranjos eruditos.
- Impacto sonoro: Equilíbrio que realça a voz de Marisa.
