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A seleção brasileira masculina de vôlei enfrenta a Polônia neste sábado, 2 de agosto, às 8h (horário de Brasília), em Ningbo, na China, pela semifinal da Liga das Nações de Vôlei (VNL) Masculina 2025. O duelo, que define um dos finalistas do torneio, será transmitido ao vivo pelo SporTV 2 e pela plataforma de streaming VBTV. Após uma campanha dominante na fase classificatória, com 11 vitórias em 12 jogos, o Brasil, liderado pelo técnico Bernardinho, busca o segundo título da competição, conquistado anteriormente em 2021. A Polônia, atual vice-campeã olímpica, promete um confronto equilibrado, com histórico recente de jogos acirrados contra os brasileiros. A outra semifinal, entre Itália e Eslovênia, ocorre às 4h, e a final está marcada para domingo, 3 de agosto, às 8h.

A partida contra a Polônia marca o retorno do Brasil às semifinais da VNL após três anos, refletindo a força da renovação promovida por Bernardinho. A ausência de nomes como Bruninho e Lucão abriu espaço para jovens talentos, como o oposto Alan, maior pontuador da equipe na fase inicial com 141 pontos. A Polônia, por sua vez, conta com o oposto Sasak Kewin, de 2,08m, como principal arma ofensiva.

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  • Transmissão ao vivo: SporTV 2 e VBTV (streaming pago).
  • Local: Ningbo Beilun Sports and Arts Center, China.
  • Horário: 8h (Brasília), sábado, 2 de agosto.

Caminho até a semifinal

O Brasil chegou à semifinal após uma vitória convincente contra a China nas quartas de final, por 3 sets a 1, em Ningbo. Apesar de um primeiro set instável, perdido por 29-31, a equipe se recuperou com parciais de 25-19, 25-16 e 25-21, mostrando consistência defensiva e força no ataque liderada por Alan. A China, que avançou ao mata-mata por ser anfitriã, surpreendeu no início, mas não resistiu ao volume de jogo brasileiro. A Polônia, por outro lado, superou o Japão nas quartas, vencendo por 3 sets a 1, com destaque para o saque potente de Kewin e a liderança do ponteiro Semeniuk.

A campanha brasileira na fase classificatória foi marcada por apenas uma derrota, contra Cuba, por 3 a 2, no Maracanãzinho. O time liderou a tabela com 32 pontos, consolidando-se como favorito. Já a Polônia terminou com 23 pontos, empatada com o Japão, mas com oito vitórias e quatro derrotas. O confronto direto entre Brasil e Polônia na fase inicial, em Chicago, terminou com vitória brasileira por 3 a 1, com parciais de 25-21, 25-21, 21-25 e 28-26, em uma atuação destacada do oposto Darlan, que marcou 26 pontos.

Histórico de confrontos

Brasil e Polônia têm um histórico equilibrado na VNL, com 11 encontros desde 2018, sendo cinco vitórias brasileiras e seis polonesas. O confronto mais marcante ocorreu na final de 2021, quando o Brasil venceu por 3 a 1 e conquistou o título. No entanto, em 2024, a Polônia eliminou o Brasil nas quartas de final, em Lodz, por 3 a 1, o que adiciona um elemento de revanche ao duelo.

  • Final de 2021: Brasil 3 x 1 Polônia, com Bruninho como destaque.
  • Quartas de 2024: Polônia 3 x 1 Brasil, em Lodz.
  • Fase inicial de 2025: Brasil 3 x 1 Polônia, em Chicago.
  • Total de jogos: 11, com seis vitórias polonesas e cinco brasileiras.

O equilíbrio histórico reflete a rivalidade crescente entre as duas seleções. A Polônia, vice-campeã olímpica em Paris 2024, aposta no fator psicológico de jogar contra uma torcida neutra em Ningbo, enquanto o Brasil confia na solidez defensiva, liderada pelo líbero Maique, e no ataque versátil de Alan e Darlan.

Destaques das equipes

O Brasil chega à semifinal com um elenco renovado, mas experiente. Bernardinho optou por mesclar jovens promissores com jogadores consolidados, como o central Flávio e o ponteiro Lucarelli. A ausência do central Judson, lesionado nas costas, foi compensada pela consistência de Matheus Pinta e Thiery no bloqueio. Alan, com 24 pontos contra a China, é a principal referência ofensiva, enquanto Cachopa tem se destacado na distribuição de jogadas.

A Polônia, comandada pelo técnico Nikola Grbic, mantém uma base sólida, com destaque para o oposto Sasak Kewin, que soma 162 pontos na competição, e o ponteiro Semeniuk, com 17 pontos contra o Japão nas quartas. O saque polonês, um dos mais agressivos do torneio, será um desafio para a recepção brasileira, que tem oscilado em momentos cruciais.

  • Brasil: Alan (oposto, 141 pontos), Cachopa (levantador), Maique (líbero).
  • Polônia: Sasak Kewin (oposto, 162 pontos), Semeniuk (ponteiro), Huber (central).
  • Chave tática: Saque polonês contra recepção brasileira.

Expectativas para o jogo

O confronto promete ser um dos mais disputados da VNL 2025. O Brasil, embalado pela liderança na fase classificatória, busca manter o ritmo ofensivo e minimizar erros no passe, que custaram o primeiro set contra a China. A Polônia, por sua vez, aposta na força do saque e no bloqueio, que rendeu seis pontos no set inicial contra o Japão. Especialistas apontam que a eficiência no side-out e o controle emocional serão decisivos, especialmente em sets apertados, como o 28-26 vencido pelo Brasil na fase inicial.

O técnico Bernardinho destacou a importância de manter a concentração contra um adversário tão qualificado. “A Polônia é uma equipe completa, com jogadores altos e agressivos no saque. Precisamos estar preparados para um jogo longo e intenso”, afirmou. Do lado polonês, Grbic elogiou a renovação brasileira, mas confia no retrospecto favorável em mata-matas recentes.

Cenário da outra semifinal

Na outra chave, Itália e Eslovênia duelam às 4h de sábado, em um confronto que também promete equilíbrio. A Itália, campeã em 2022, conta com o oposto Alessandro Michieletto, enquanto a Eslovênia aposta na regularidade do levantador Toniutti e do ponteiro Cebulj. O vencedor enfrentará Brasil ou Polônia na final, marcada para domingo, às 8h, com transmissão ao vivo no SporTV 2 e VBTV. A disputa pelo terceiro lugar ocorre no mesmo dia, às 4h.

  • Itália: Michieletto (oposto), Giannelli (levantador).
  • Eslovênia: Cebulj (ponteiro), Toniutti (levantador).
  • Horário: 4h (Brasília), sábado, 2 de agosto.

Importância do torneio

A VNL Masculina 2025 é um marco na preparação para o ciclo olímpico de Los Angeles 2028. Para o Brasil, uma vitória na semifinal reforçaria a confiança da nova geração e consolidaria a liderança no ranking da FIVB. A Polônia, atual terceira colocada no ranking mundial, busca recuperar o título de 2023 e manter o status de potência europeia. Desde sua criação em 2018, a VNL tem sido dominada por Rússia (2018 e 2019), França (2022 e 2024), Polônia (2023) e Brasil (2021), com a Itália buscando seu segundo troféu.

O torneio também marca a expansão para 18 equipes, com a inclusão de China e Ucrânia, aumentando a competitividade. A fase final em Ningbo reúne as oito melhores seleções, com confrontos de alto nível que testam estratégias e revelam novos talentos.

Como acompanhar

Os fãs de vôlei podem acompanhar a semifinal entre Brasil e Polônia ao vivo pelo SporTV 2, com narração e comentários especializados, ou pela VBTV, que oferece cobertura completa da VNL. O tempo real do ge também trará atualizações lance a lance, com estatísticas e análises.

  • Canais: SporTV 2 (TV por assinatura), VBTV (streaming pago).
  • Horário: 8h (Brasília), sábado, 2 de agosto.
  • Acompanhamento online: Tempo real no ge.globo.com.
  • Ingressos: Disponíveis no site da FIVB para quem estiver em Ningbo.

Curiosidades sobre a VNL 2025

A edição de 2025 da VNL trouxe inovações e momentos marcantes, consolidando o torneio como um dos principais do calendário do vôlei mundial.

  • Expansão: Primeira edição com 18 equipes, incluindo China e Ucrânia.
  • Ningbo: Cidade chinesa sedia a fase final pela primeira vez.
  • Recorde: Alan é o 17º maior pontuador da VNL 2025, com 141 pontos.
  • Histórico: Brasil e Polônia já decidiram o título em 2021.

Preparação para a final

O vencedor de Brasil x Polônia enfrentará Itália ou Eslovênia na grande final, enquanto o perdedor disputará o terceiro lugar. A final, no domingo, às 8h, promete ser um espetáculo, com transmissão ao vivo e grande expectativa por parte dos torcedores. Para o Brasil, o objetivo é claro: repetir o feito de 2021 e consolidar a nova geração como protagonista no cenário mundial.

Carolina Costa é colaboradora da redação do Mix Vale, portal de notícias com cobertura de Brasil e mundo. Produz conteúdo nas editorias de economia e benefícios, com foco em informação de serviço para o leitor brasileiro. Escreve para o portal desde 2019. Formação: Administração

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