Novak Djokovic revela vantagens sobre Alcaraz e Sinner em torneios curtos no Shanghai Masters 2025Por Bruna
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Novak Djokovic, tenista sérvio de 38 anos, retorna às quadras no Rolex Shanghai Masters nesta sexta-feira, após derrota na semifinal do US Open em setembro. O quarto cabeça de chave enfrenta Marin Cilic na segunda rodada e pode encarar Jannik Sinner nas semifinais. Em coletiva pré-torneio, o atleta de 24 títulos de Grand Slam comentou suas rivalidades intergeracionais com o espanhol Carlos Alcaraz e o italiano Sinner, líderes do ranking ATP.
O sérvio acumula 31 vitórias em 41 jogos na temporada e busca o 101º título profissional. Ele chegou às semifinais dos quatro majors de 2025, mas perdeu três para os rivais mais jovens. Djokovic enfatizou que, apesar das derrotas recentes, mantém consistência em alto nível.
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A competição em Xangai, disputada em quadras rápidas, favorece formatos de melhor de três sets, onde o sérvio se sente mais competitivo. O torneio, de 2 a 13 de outubro, atrai 96 jogadores e promove o esporte na Ásia.
Desafios recentes nas semifinais de majors
Djokovic perdeu para Sinner nas semifinais de Roland Garros e Wimbledon, ambos em cinco sets. O italiano, número 2 do mundo, lidera o confronto direto por 6 a 4, com cinco vitórias consecutivas desde o Nitto ATP Finals de 2023.
No US Open, o sérvio caiu para Alcaraz por 6-4, 7-6(4), 6-2, estendendo o retrospecto do espanhol para 4-5 no head-to-head. Alcaraz, número 1, venceu os últimos dois embates em majors, incluindo a final de Wimbledon.
Esses resultados destacam a dominância dos jovens nos torneios longos, mas Djokovic alcançou semifinais em todos os Slams deste ano. Ele atribui as quedas à fadiga acumulada em melhores de cinco sets.
O sérvio expressou satisfação com o nível exibido, apesar das derrotas. “Joguei tênis sólido em Grand Slams e cheguei longe em cada um”, declarou.
Vantagens no formato de Shanghai
Em torneios como o Shanghai Masters, com duração de até sete dias e sets de três, Djokovic identifica mais oportunidades de sucesso. Ele venceu quatro edições do evento, recorde da competição, com 39 vitórias em 45 jogos.
O sérvio estreia contra Cilic, croata de 35 anos, em confronto que pode ser o mais veterano em Masters 1000, somando 73 anos de idade combinada. Djokovic lidera por 19 a 2 no histórico.
Contra Sinner nas semifinais potenciais, o italiano defende o título de 2024, conquistado ao bater o sérvio na final. Alcaraz, ausente por lesão no tornozelo, abre espaço para o duelo.
Djokovic planeja usar a experiência para superar os rivais em jogos curtos. Seu recorde em Masters 1000 é de 40 títulos.
Motivações familiares no circuito
A família impulsiona Djokovic a continuar competindo além dos troféus. Filho Stefan, de 10 anos, pratica tênis e viaja com o pai quando possível, apesar das obrigações escolares.
Filha Tara, de 7 anos, e esposa Jelena oferecem apoio constante nas arquibancadas. Momentos como a dança de comemoração de Tara em Wimbledon 2025 viralizaram entre fãs.
Em Xangai, o sérvio compete sem a família, mas elogia o entusiasmo deles. “Eles torcem por cada ponto com paixão”, afirmou. Essa rede de suporte contribui para os 100 títulos ATP, incluindo o de Genebra em 2025.
Histórico vitorioso em Xangai
Djokovic estreou no torneio em 2009 e conquistou o primeiro título em 2012, salvando cinco match points na final contra Andy Murray. Ele repetiu em 2013, 2015 e 2018.
O sérvio veste vermelho há dez edições, gesto de respeito à cultura chinesa. O evento promove o tênis na Ásia, região com tradição em esportes de raquete.
Com 31-10 na temporada, Djokovic ocupa o quarto lugar na corrida para o Nitto ATP Finals, de 9 a 16 de novembro em Turim. Ele visa classificação direta.
- Quatro títulos em Shanghai, recorde absoluto.
- 39 vitórias em 45 partidas no torneio.
- Potencial revanche contra Sinner na semi.
- Ausência de Alcaraz altera dinâmica do chaveamento.
Preparação para semifinais potenciais
Sinner iniciou a defesa do título com vitória sobre Daniel Altmaier. O italiano incorpora elementos novos ao jogo, visando manter o ritmo asiático.
Djokovic, quarto na Race to Turin, pode enfrentar Frances Tiafoe na terceira rodada e Andrey Rublev na quarta. Sua meta é o quinto troféu em Xangai.
O sérvio elogia o torneio por atrair jovens na China, maior nação populosa. Entusiasmo local impulsiona o esporte. Ele compete por prazer e legado, além de resultados. “Não jogo só por troféus; há outros motivos”, disse.















