Pagamento do abono PIS/Pasep 2026 inicia em fevereiro com valor máximo de R$ 1.631 para trabalhadores formais
O Ministério do Trabalho e Emprego confirmou que os pagamentos do abono salarial PIS/Pasep referentes ao ano-base 2024 começarão em fevereiro de 2026. O benefício, destinado a trabalhadores formais com remuneração média de até dois salários mínimos, terá teto de R$ 1.631, equivalente ao salário mínimo projetado para o período. A medida atende cerca de 25,8 milhões de elegíveis em todo o país, com repasses totais estimados em R$ 30,7 bilhões.
O calendário segue modelo tradicional, escalonado por mês de nascimento para o PIS e por dígito final da inscrição para o Pasep. A defasagem de dois anos entre o ano trabalhado e o pagamento persiste desde ajustes pós-pandemia, visando processamento eficiente de dados fiscais.
A Caixa Econômica Federal gerenciará os depósitos para a iniciativa privada, enquanto o Banco do Brasil cuidará dos servidores públicos. Os valores serão proporcionais aos meses trabalhados, com fração mínima de 30 dias contada como mês integral.
Requisitos para elegibilidade
Trabalhadores precisam ter trabalhado pelo menos 30 dias com carteira assinada em 2024. A remuneração média mensal não pode superar dois salários mínimos do período, calculados sobre 12 meses.
O cadastro no PIS ou Pasep deve existir há no mínimo cinco anos. Dados informados pelos empregadores via eSocial ou RAIS servem de base para verificação.
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Não se enquadram quem prestou serviços a pessoas físicas, como empregadas domésticas sem vínculo formal. Atualização cadastral evita indeferimentos.
Alterações nas regras de cálculo
A partir de 2026, o teto de elegibilidade corrige-se apenas pela inflação, partindo de R$ 2.640 referentes a 2023. Essa transição equilibra gastos públicos sem cortes imediatos no benefício.
O valor máximo de R$ 1.631 resulta de projeção com reajuste de 7,44% sobre os R$ 1.518 de 2025, considerando INPC e crescimento do PIB. Frações mensais dividem o montante total, garantindo proporcionalidade exata.
Empregadores enviam informações até agosto de 2025 para inclusão precisa. O Codefat aprova ajustes anuais, mantendo foco em redistribuição de renda.
Cobertura completa: Benefícios
A focalização aplica-se à média de dois anos anteriores, preservando direitos de quem ultrapassou o limite em período isolado. Verificação individual ocorre via canais oficiais.
Como consultar e sacar o benefício
A consulta inicia em 5 de fevereiro de 2026 pelo app Carteira de Trabalho Digital ou site da Caixa. Insira CPF para ver elegibilidade, valor e data de depósito.
Para saques, use Caixa Tem para transferências digitais ou lotéricas para valores em espécie. Servidores acessam pelo app BB ou agências do Banco do Brasil.
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- Cadastre-se no app com biometria para agilidade;
- Monitore saldo via Alô Trabalho no 158;
- Prazo para saque estende-se até dezembro de 2027, evitando perdas.
Projeções para o calendário de depósitos
Nascidos em janeiro recebem a partir de 17 de fevereiro de 2026, seguindo ordem mensal até dezembro. O Pasep inicia para inscrições terminadas em 1 no mesmo mês.
A divulgação oficial ocorre em dezembro de 2025, após reunião do Codefat em novembro. Representantes de trabalhadores, empregadores e governo definem o cronograma final.
Depósitos unificam PIS e Pasep para simplificar acesso nacional. Processamento de 25,8 milhões de cadastros demanda estrutura digital robusta.
Atrasos na pandemia originaram o intervalo bienal, estabilizando fluxos anuais. Monitoramento pelo Ministério garante cumprimento integral dos R$ 30,7 bilhões.
Impacto econômico dos repasses
Os R$ 30,7 bilhões injetam recursos em baixa renda, estimulando consumo local em 2026. Beneficiários priorizam despesas essenciais com o extra mensal.
Cerca de 24 milhões sacaram o abono em ciclos anteriores, conforme dados consolidados. O programa integra trabalhadores ao desenvolvimento social desde 1970.
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Frações de pagamento incentivam formalização, com mínimo de R$ 106 para um mês trabalhado. Reajustes anuais alinham o benefício ao custo de vida.
O Fundo de Amparo ao Trabalhador financia os repasses via contribuições patronais. Equilíbrio fiscal orienta decisões do Codefat para sustentabilidade.

















